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Avanços no Diagnóstico da Raiva: Laboratório Implementa Nova Tecnologia

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O Laboratório de Virologia do Instituto de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor, localizado em Eldorado do Sul, agora conta com uma nova tecnologia para o diagnóstico da raiva, permitindo a emissão de laudos de forma mais rápida. A adoção da metodologia de RT-PCR resultou na descontinuação do uso de camundongos para a prova biológica. Segundo a pesquisadora do IPVDF, Carla Rodenbusch, anteriormente, os resultados da prova biológica levavam cerca de 30 dias, enquanto com o PCR, o tempo de espera foi reduzido para apenas 72 horas. “A raiva é uma doença fatal e, quando há envolvimento de humanos que tiveram contato com animais suspeitos de raiva, a agilidade no diagnóstico é crucial para iniciar as medidas preventivas e evitar o desenvolvimento da doença”, ressalta a pesquisadora.

No início deste ano, o Instituto obteve a validação do uso do RT-PCR para o diagnóstico da raiva, e desde maio, essa tecnologia tem sido empregada no Laboratório. Recentemente, um novo equipamento com maior capacidade de testes simultâneos foi adquirido pela Secretaria da Agricultura.

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O Fundesa tem disponibilizado recursos para a compra dos kits de testes, e nesta semana foi aprovada a aquisição de uma nova centrífuga, compatível com o novo equipamento, que irá aumentar a produtividade das atividades no laboratório. O presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul, Rogério Kerber, enfatiza que o fundo apoia todas as iniciativas que visam a adoção de tecnologias mais rápidas e precisas, contribuindo para a saúde animal no estado.

Em 2023, o IPVDF analisou um total de 1.010 amostras para a raiva, sendo 712 provenientes de morcegos, 60 de cães, 57 de felinos, 51 de animais silvestres e 191 de animais de produção.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em maio e receita supera US$ 1,3 bilhão

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte ritmo de crescimento em maio de 2026, impulsionadas pela valorização da proteína animal no mercado externo e pelo avanço consistente dos embarques. Até a terceira semana do mês, o faturamento acumulado das vendas externas alcançou US$ 1,321 bilhão, superando todo o resultado obtido em maio de 2025, quando a receita somou US$ 1,134 bilhão.

O desempenho reforça a competitividade da carne bovina brasileira no comércio global e mantém o setor pecuário atento aos impactos positivos da demanda internacional sobre o mercado interno.

Preço médio da carne bovina exportada registra forte valorização

O principal fator por trás do crescimento da receita foi a expressiva valorização do preço médio pago pela carne bovina brasileira no exterior.

Até a terceira semana de maio de 2026, a tonelada da proteína exportada foi negociada, em média, a US$ 6.492,4. No mesmo período do ano passado, o valor médio era de US$ 5.202,2 por tonelada.

A alta demonstra maior valorização da carne brasileira nos mercados compradores e amplia a rentabilidade das exportações realizadas pelos frigoríficos nacionais.

Outro indicador que reforça o bom momento do setor é a receita média diária. Em maio deste ano, o faturamento diário das exportações chegou a US$ 88,072 milhões, avanço de 63,1% em relação aos US$ 54,005 milhões registrados em maio de 2025.

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Embarques de carne bovina mantêm ritmo acelerado

Além da valorização dos preços, o volume exportado também segue elevado em 2026.

Até a terceira semana de maio, o Brasil embarcou 203,480 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada. O volume já se aproxima do total exportado durante todo o mês de maio do ano passado, quando os embarques fecharam em 218,003 mil toneladas.

Na média diária, os embarques atingiram 13,565 mil toneladas em maio de 2026, acima das 10,381 mil toneladas por dia registradas no mesmo período de 2025.

O desempenho confirma a continuidade da demanda internacional aquecida pela proteína brasileira, mesmo diante de um cenário global ainda marcado por oscilações econômicas e custos elevados de produção em diferentes países.

Demanda externa fortalece pecuária brasileira

A valorização da carne bovina exportada impacta diretamente toda a cadeia pecuária nacional. Com maior rentabilidade nas vendas externas, os frigoríficos exportadores tendem a intensificar a demanda por animais prontos para abate no mercado interno.

O movimento é acompanhado de perto pelos pecuaristas, já que o mercado internacional exerce forte influência sobre os preços do boi gordo e sobre a dinâmica de compra da indústria frigorífica.

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Além disso, o aumento do valor agregado da proteína brasileira reforça a posição do Brasil entre os principais fornecedores mundiais de carne bovina, sustentado pela escala de produção, competitividade e capacidade de atender grandes mercados consumidores.

Mercado acompanha fechamento das exportações de maio

O setor pecuário segue atento ao desempenho das exportações nas próximas semanas, já que o fechamento completo de maio poderá consolidar um dos melhores resultados recentes para a carne bovina brasileira.

A expectativa do mercado é de continuidade da demanda externa firme ao longo de 2026, especialmente diante da necessidade global de abastecimento regular de proteínas animais.

Com preços mais altos e embarques em ritmo forte, a carne bovina brasileira mantém protagonismo no comércio internacional e fortalece a geração de receita para a cadeia exportadora do agronegócio nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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