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Aumento nos Preços da Pluma de Algodão reflete demanda ativa

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Os preços da pluma de algodão apresentaram um aumento nesta semana, evidenciando uma demanda mais ativa no mercado. Negociações entre trading e produtores para entregas futuras contribuíram para esse cenário, enquanto as transações disponíveis registraram uma comercialização moderada, alinhada às necessidades da indústria, conforme informado pela Safras Consultoria.

A cotação da pluma de algodão colocada na indústria em São Paulo atingiu aproximadamente R$ 4,25 a libra-peso, representando um aumento de 4,94% em comparação com a semana anterior, quando estava cotada a R$ 4,05/libra-peso em 15 de fevereiro.

Na Bolsa de Nova York, o algodão para o contrato de maior liquidez (maio/24) encerrou a quinta-feira (22) cotado a 94,46 centavos/libra-peso, registrando um aumento de 2,92% em relação à semana passada, que era de 91,78 centavos/libra-peso. Esses ganhos nos referenciais internacionais também influenciaram positivamente as cotações domésticas.

O preço da pluma no FOB do porto de Santos apresentou ganhos ao longo da semana, alcançando US$ 83,38 centavos/libra-peso, em comparação com US$ 78,20 centavos/libra-peso na semana anterior.

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No cenário internacional, o prêmio do algodão brasileiro na Bolsa de Nova York foi indicado a -11,08 centavos/libra-peso contra ICE US, mostrando uma melhoria em relação aos -13,58 centavos/libra-peso registrados uma semana antes.

Custo Operacional Efetivo 2024/25 – Imea

O Custo Operacional Efetivo (COE) do algodão da safra 2024/25, segundo o projeto Acapa-MT, ficou estimado em R$ 13.432,53/ha em janeiro de 2024. Esta cifra representa uma redução de 0,49% em relação à projeção de dezembro de 2023 e de 1,91% em comparação ao consolidado da safra 2023/24. A expectativa de diminuição nas despesas, especialmente com os macronutrientes, é o fator preponderante nesse cenário.

O ponto de equilíbrio (PE) da safra 2024/25 teve uma queda de 1,91% em relação à safra anterior. Considerando a mesma produtividade da pluma do ciclo 2023/24 de 118,28 arroba/ha, para cobrir o COE do ciclo futuro (2024/25), é necessário que o cotonicultor negocie o seu produto a pelo menos R$ 113,56/arroba.

É relevante destacar que as negociações de pluma da safra futura iniciaram em dezembro de 2023, e o preço ponderado da fibra comercializada até janeiro de 2024 foi 14,21% maior que o PE. O produtor deve permanecer atento às melhores oportunidades de venda, considerando as oscilações dos preços, conforme informações do Imea.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Confinamento de bovinos deve ter oferta favorável de insumos no 2º semestre de 2026, impulsionado por safra recorde de grãos

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O segundo semestre de 2026 deve apresentar um cenário mais favorável para a compra de insumos destinados à nutrição animal no confinamento bovino. A avaliação é de especialistas do setor, que projetam melhora na relação de troca entre boi gordo e matérias-primas, impulsionada pela maior oferta de grãos e subprodutos industriais.

Safra recorde de soja amplia oferta de farelo

De acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de soja deve atingir níveis recordes, elevando o volume de processamento e, consequentemente, a disponibilidade de farelo de soja no mercado.

O insumo, antes menos utilizado por grandes confinamentos, ganha espaço nas formulações de dietas devido à maior oferta e competitividade de preços.

DDG e farelo de algodão entram no radar do confinamento

Outro destaque é o DDG (grãos secos de destilaria), que deve registrar maior regularidade de oferta ao longo do semestre.

Segundo o coordenador de Planejamento de um grupo do setor pecuário, ajustes operacionais realizados no início do ano devem ser normalizados, ampliando a disponibilidade do insumo.

“Algumas usinas passaram por ajustes operacionais no início do ano, mas a tendência é de normalização ao longo do segundo semestre. Quem se antecipou na compra garantiu melhores condições”, explica Fabiano Carvalho.

O farelo de algodão também pode apresentar oportunidades pontuais de aquisição, especialmente diante dos estoques industriais e da proximidade da nova safra, exigindo atenção ao timing de compra.

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Produção de etanol de milho reforça oferta de subprodutos

A expansão da produção de etanol de milho no Brasil, estimada em cerca de 20 bilhões de litros anuais segundo a União Nacional do Etanol de Milho, também deve contribuir para o aumento da oferta de subprodutos utilizados na nutrição animal.

Com mais milho direcionado à produção industrial, cresce a disponibilidade de coprodutos utilizados nas dietas de confinamento.

Cautela com o milho diante de volatilidade global

Apesar do aumento de oferta, especialistas recomendam cautela na aquisição do milho, principal componente da dieta de confinamento.

“O milho, como qualquer commodity, está sujeito a oscilações influenciadas por fatores geopolíticos. É fundamental considerar possíveis variações de preços”, alerta Fabiano Carvalho.

Estratégias de compra ganham importância na gestão do confinamento

Ao longo de 2025, estratégias de aquisição escalonada mostraram-se fundamentais para proteger margens e reduzir riscos de volatilidade. Entre as principais práticas adotadas por grupos do setor estão:

  • Fixação parcial e escalonada de insumos
  • Gestão de margem por lote
  • Monitoramento diário dos mercados físico e futuro
  • Controle rigoroso da conversão alimentar
  • Uso de tecnologia para acompanhamento de desempenho individual
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Segundo especialistas, essas práticas ajudam a reduzir a exposição às oscilações de mercado e aumentam a previsibilidade do custo por arroba produzida.

Eficiência produtiva passa a ser determinante na rentabilidade

Além do controle de custos, indicadores como ganho de carcaça e produção de arrobas ganham protagonismo na análise de desempenho dos confinamentos.

“O peso vivo pode variar, mas o ganho de carcaça e a produção de arrobas no período de engorda refletem o resultado real da operação e a margem no frigorífico”, destaca Fabiano Carvalho.

Perspectiva para 2026 reforça profissionalização do confinamento

O cenário para 2026 aponta para a manutenção do confinamento como ferramenta estratégica na pecuária brasileira, com maior exigência de gestão profissionalizada, uso de tecnologia e disciplina na compra de insumos.

Para especialistas do setor, a combinação entre oferta favorável de alimentos e gestão eficiente de custos deve sustentar a competitividade das operações mais tecnificadas ao longo do ano.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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