AGRONEGÓCIO

Aumento de 2% na Utilização de Amendoins Comestíveis nos EUA, Revela Relatório do USDA

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Os estoques de amendoins em armazenamento comercial atingiram 3.63 bilhões de libras em 31 de outubro de 2023, em equivalência ao estoque do agricultor, em comparação com 4.87 bilhões de libras no ano anterior, incluindo 3.03 bilhões de libras de estoque real do agricultor.

O estoque de amendoins descascados atingiu 567 milhões de libras, equivalente ao estoque do agricultor, enquanto as reservas destinadas à torrefação totalizaram 30.0 milhões de libras.

Dentre as reservas de amendoins descascados, 427 milhões de libras foram contabilizadas, das quais 403 milhões de libras eram de qualidade comestível e 23.7 milhões de libras eram reservas de óleo. As reservas de qualidade comestível incluíram 73.9 milhões de libras de Virginias e Valencias, 316 milhões de libras de Runners e 13.0 milhões de libras de Spanish.

A moagem em outubro atingiu a marca de 377 milhões de libras, distribuídas entre 54.0 milhões de libras de Virginias e Valencias, 323 milhões de libras de Runners e 702.000 libras de Spanish.

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No mesmo mês, os processadores comerciais utilizaram 205 milhões de libras de amendoins descascados de qualidade comestível. Essa utilização se dividiu em 127 milhões de libras para produtos de manteiga de amendoim, 37.7 milhões de libras para doces de amendoim e 35.9 milhões de libras para snacks de amendoim. A trituração para óleo, bolo e farinha totalizou 42.6 milhões de libras.

As entregas nos Programas Governamentais de Alimentação Doméstica e Nutrição Infantil somaram 2.10 milhões de libras de manteiga de amendoim em outubro.

Quanto às reservas de sementes tratadas, em 31 de outubro de 2023, totalizaram 57.000 libras, mantendo-se estáveis em comparação com as 57.000 libras registradas em 30 de setembro de 2023. Dentre o total de outubro, 18.000 libras eram de Runners. As reservas de sementes tratadas em setembro incluíram 18.000 libras de Runners.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações do agro brasileiro avançam em abril e soja lidera embarques, aponta ANEC

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O Brasil segue com ritmo acelerado nas exportações do agronegócio em 2026, com destaque para a soja e o milho, segundo dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O relatório da Semana 16 mostra avanço consistente nos embarques e reforça o protagonismo do país no comércio global de grãos.

Embarques semanais superam 3,4 milhões de toneladas de soja

Na semana de 19 a 25 de abril, os embarques brasileiros de soja somaram cerca de 3,48 milhões de toneladas. Para o período seguinte, entre 26 de abril e 2 de maio, a projeção indica aumento para aproximadamente 4,46 milhões de toneladas.

Os dados refletem a intensificação da logística portuária, com destaque para:

  • Porto de Santos: maior volume embarcado, superando 1,4 milhão de toneladas de soja
  • Paranaguá: mais de 400 mil toneladas
  • Barcarena e São Luís/Itaqui: forte participação no escoamento pelo Arco Norte

Além da soja, o farelo e o milho também apresentaram movimentação relevante nos principais portos do país.

Exportações crescem em abril e reforçam tendência positiva em 2026

No acumulado mensal, abril deve registrar entre 18,0 milhões e 20 milhões de toneladas exportadas, considerando todos os produtos analisados.

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Entre os destaques:

  • Soja: cerca de 14,9 milhões de toneladas embarcadas
  • Milho: 2,75 milhões de toneladas
  • Farelo de soja: volumes mais modestos, mas com recuperação frente a meses anteriores

No acumulado do ano, o Brasil já soma mais de 41 milhões de toneladas exportadas de soja, mantendo desempenho robusto no mercado internacional.

Comparativo com 2025 mostra avanço nas exportações

Os dados da ANEC indicam crescimento relevante frente ao ano anterior, especialmente no primeiro quadrimestre:

  • Janeiro: alta expressiva nos embarques
  • Março e abril: consolidação do crescimento
  • Fevereiro: leve recuo pontual

Em abril, o volume exportado supera em mais de 2,3 milhões de toneladas o registrado no mesmo período de 2025.

China segue como principal destino da soja brasileira

A demanda internacional permanece aquecida, com forte concentração nas compras chinesas. Entre janeiro e março de 2026:

  • China: responsável por 75% das importações de soja brasileira
  • Espanha e Turquia: aparecem na sequência, com participações menores
  • Países asiáticos e do Oriente Médio ampliam presença
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No caso do milho, os principais destinos incluem Egito, Vietnã e Irã, reforçando a diversificação dos mercados compradores.

Logística e demanda sustentam desempenho do agro

O avanço das exportações brasileiras está diretamente ligado à combinação de fatores como:

  • Safra robusta
  • Demanda internacional aquecida
  • Eficiência logística, com maior uso de portos do Norte

A tendência é de manutenção do ritmo positivo ao longo dos próximos meses, especialmente com o avanço da comercialização da safra e a continuidade da demanda global por grãos brasileiros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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