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Associação Nacional dos Exportadores de Cereais aumenta projeção de exportações de soja e milho do brasil para 8 milhões de toneladas em janeiro

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Nesta terça-feira (16), a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) elevou suas projeções para as exportações brasileiras de soja e milho em janeiro, prevendo um total de 8 milhões de toneladas, um aumento significativo em relação às estimativas da semana anterior.

A previsão para as exportações de soja foi ajustada para 1,8 milhão de toneladas, representando um acréscimo de aproximadamente 500 mil toneladas em comparação com a projeção anterior. Este número também indica um expressivo aumento em relação às 940 mil toneladas embarcadas em janeiro do ano passado, impulsionado por maiores estoques da oleaginosa.

Além disso, a Anec antecipa um crescimento nas exportações de farelo de soja, estimando um volume de 2,26 milhões de toneladas para janeiro. Este número supera a previsão da semana anterior, que era de 2,03 milhões, e representa um aumento substancial em relação às 1,43 milhão de toneladas registradas no mesmo mês de 2022.

Quanto às exportações de milho, a Anec projeta um total de 3,94 milhões de toneladas para o primeiro mês deste ano, cerca de 200 mil toneladas a mais do que a previsão feita há uma semana. Apesar desse aumento, observa-se uma queda em comparação com as 4,86 milhões de toneladas embarcadas em janeiro de 2023. Essas projeções indicam um cenário robusto para o desempenho das exportações brasileiras no mercado internacional.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Dólar hoje oscila perto da estabilidade no Brasil com avanço nas negociações entre EUA e Irã e Ibovespa em leve alta

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O mercado financeiro inicia esta quinta-feira (7) em clima de cautela, com o dólar apresentando oscilações próximas da estabilidade no Brasil, enquanto no exterior a moeda norte-americana recua frente a outras divisas globais. O movimento é influenciado pelo avanço das negociações entre Estados Unidos e Irã, que indicam possibilidade de um acordo temporário para reduzir tensões no Oriente Médio.

Dólar abre o dia com leve queda e segue abaixo de R$ 5

No início da sessão, o dólar à vista chegou a recuar cerca de 0,39%, sendo negociado próximo de R$ 4,90. Por volta das 9h08, a moeda apresentava leve baixa de 0,12%, cotada a R$ 4,9150 na venda.

Já o contrato futuro de dólar com vencimento em junho, o mais líquido na B3, registrava queda de 0,16%, sendo negociado a R$ 4,9385.

Na véspera, a moeda norte-americana encerrou o pregão com alta moderada de 0,17%, cotada a R$ 4,9207.

No acumulado recente, o desempenho do dólar no Brasil segue negativo no ano, refletindo a entrada de fluxo estrangeiro e o cenário de maior apetite por risco em mercados emergentes.

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Ibovespa opera em alta e mantém tendência positiva no ano

A bolsa de valores brasileira acompanha o otimismo moderado e mantém trajetória de valorização. Na quarta-feira (6), o Ibovespa avançou 0,50%, encerrando o pregão aos 187.691 pontos.

No acumulado:

  • Semana: leve alta de 0,20%
  • Mês: alta de 0,20%
  • Ano: ganho expressivo de 16,49%

O desempenho segue sustentado por ações de commodities, bancos e empresas ligadas ao agronegócio e infraestrutura, em meio ao cenário externo mais estável.

Cenário externo influencia mercados: petróleo, geopolítica e juros

O mercado global opera com atenção redobrada à possível redução de tensões no Oriente Médio, fator que pressiona o petróleo para baixo e contribui para a estabilidade de moedas emergentes como o real.

Investidores também monitoram dados econômicos dos Estados Unidos e expectativas sobre juros internacionais, que seguem sendo determinantes para o fluxo de capitais globais.

Banco Central atua no câmbio

O Banco Central realiza nesta manhã leilão de 50 mil contratos de swap cambial tradicional, em operação de rolagem com vencimento previsto para 1º de junho. A medida busca dar liquidez ao mercado e reduzir volatilidade no câmbio.

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Mercado segue atento a fluxo externo e política global

O comportamento do dólar nesta sessão reflete um ambiente de ajuste técnico, com investidores reagindo à combinação de fatores geopolíticos, expectativas sobre commodities e movimentos de bancos centrais globais.

Apesar da volatilidade diária, o real mantém desempenho relativamente firme frente ao dólar em 2026, sustentado por entrada de capital estrangeiro e cenário de risco moderado nos mercados internacionais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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