AGRONEGÓCIO

Às portas da nova safra, Agronorte compra armazém em Açailândia (MA) e multiplica capacidade para soja e milho

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A Agronorte, líder em diversos segmentos do agronegócio e com atuação em 11 estados do Nordeste e Norte, expande o potencial de armazenamento de grãos com a aquisição de uma unidade em Açailândia (MA), no coração da área agrícola no sul do Maranhão e nas proximidades de sua sede, em Tocantinópolis (TO).

O novo armazém incorpora 31 mil toneladas estáticas à capacidade de estoque de soja e milho, até então de 14 mil toneladas, na unidade de Pedro Afonso, no Sul do Tocantins.

“Com o novo armazém de Açailândia, mais do que triplicamos nossa capacidade de armazenamento. A unidade também está estrategicamente localizada no sul do Maranhão, a menos de 200 km de nosso escritório central. Esse investimento foi necessário para atender à crescente demanda dos agricultores do Matopibapa. A Agronorte é uma empresa da região e, como tal, entende as necessidades dos produtores rurais locais”, explica o diretor Vinicius Carvalho.

A aquisição do armazém em Açailândia não interfere nos planos de construção de outro armazém em Pedro Afonso, que terá capacidade estática de 22 mil toneladas. A Agronorte movimentou 60 mil toneladas na última safra de grãos e, com o armazém de Açailândia, deve superar 138 mil toneladas na safra 2023/2024.

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Também está nos planos da empresa a construção da segunda fábrica de rações, com capacidade inicial de 15 mil toneladas por mês, volume que será três vezes maior quando o projeto estiver concluído. A fábrica atual tem capacidade para 12 mil toneladas mensais.

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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