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As ações da China e de Hong Kong caem com desânimo de investidores

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As ações da China e de Hong Kong caíram nesta sexta-feira, depois de se recuperarem das mínimas de cinco anos na sessão anterior, uma vez que a falta de estímulo convincente e dados econômicos mantiveram os investidores afastados.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou com queda de 0,15%, enquanto o índice de Xangai recuou 0,47%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,54%.

Todos os quatro índices registraram queda pela terceira semana consecutiva, com perdas entre 0,4% e 6,5%.

O capital estrangeiro registrou venda líquida de 22 bilhões de iuanes (3,06 bilhões de dólares) por meio do link de negociação do Stock Connect nesta semana.

A China provavelmente está intensificando seus esforços para resgatar o mercado.

Alguns fundos negociados em bolsa que acompanham os principais índices registraram picos nos volumes de negócios diários nesta semana, em particular na quinta e nesta sexta-feira, sugerindo que os fundos apoiados pelo Estado podem estar dando suporte.

  • Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 1,40%, a 35.963 pontos.
  • Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,54%, a 15.308 pontos.
  • Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,47%, a 2.832 pontos.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,15%, a 3.269 pontos.
  • Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 1,34%, a 2.472 pontos.
  • Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 2,63%, a 17.681 pontos.
  • Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,40%, a 3.152 pontos.
  • Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,02%, a 7.421 pontos.
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Fonte: Reuters

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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