AGRONEGÓCIO

AMAGGI destaque em simpósio nacional ao apresentar Projeto de Biodiesel B100 para descarbonização

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A AMAGGI, uma das maiores empresas do agronegócio no Brasil, compartilhou seu projeto de biodiesel B100 no X Simpósio de Eficiência Energética, Emissões e Poluentes, realizado em São Paulo. Com o tema “Vocação brasileira para a descarbonização da mobilidade”, o evento contou com a presença do executivo de Relações Institucionais da AMAGGI, Ricardo Tomczyk, que falou sobre a produção de biodiesel à base de soja e seu uso no maquinário agrícola, bem como nas frotas rodoviária e fluvial da empresa.

A apresentação de Tomczyk destacou a trajetória da AMAGGI no desenvolvimento de práticas sustentáveis e na implementação do biodiesel puro (B100) em suas operações. A empresa começou a testar o B100 no maquinário agrícola, expandindo para a frota rodoviária e, recentemente, recebeu autorização da Agência Nacional do Petróleo (ANP) para testar o biocombustível em sua frota fluvial. A fábrica da AMAGGI em Lucas do Rio Verde é responsável pela produção do biodiesel utilizado nos testes.

“A resposta do público foi extremamente positiva, mostrando grande interesse na nossa iniciativa”, comentou Tomczyk. “É importante destacar que os testes foram conduzidos de forma controlada, seguindo as boas práticas de manutenção e estocagem de combustíveis, demonstrando a segurança do uso do B100”, acrescentou ele.

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A AMAGGI tem como uma de suas metas principais a construção de uma cadeia de grãos livre de desmatamento e conversão de vegetação nativa. A descarbonização das operações é um compromisso fundamental no combate às mudanças climáticas. Para atingir esse objetivo, a empresa também investe em um sistema agrícola de baixo carbono, buscando restaurar a saúde do solo e promover a biodiversidade.

Ao apresentar seu projeto no simpósio, a AMAGGI demonstrou como as práticas sustentáveis podem ser integradas ao dia a dia das operações de uma grande empresa do setor agrícola. A iniciativa reforça o papel da inovação e da tecnologia na transição para uma economia de baixo carbono, destacando que é possível combinar produtividade com sustentabilidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá mantém cenário de normalidade para meningite e reforça vacinação na rede municipal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (30) a Nota Informativa nº 02/2026 com o panorama da meningite na capital. O documento, elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), indica que o município segue em situação de normalidade epidemiológica, apesar da confirmação de casos e óbitos neste ano.

Até abril de 2026, foram registrados sete casos confirmados de meningite, com três mortes. A taxa de incidência é de 1,01 caso por 100 mil habitantes, índice inferior à média nacional, que é de 1,4.

Em Cuiabá, os registros são predominantemente de meningites não meningocócicas, que apresentam menor letalidade em comparação aos tipos mais graves da doença.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes. No Brasil, a doença é considerada endêmica, com ocorrência contínua ao longo dos anos.

A transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas respiratórias, como secreções do nariz e da garganta, além da via fecal-oral, por ingestão de água ou alimentos contaminados ou contato com fezes infectadas.

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Por atingir o sistema nervoso central, a doença pode evoluir rapidamente e causar complicações graves, podendo levar à morte.

Os casos registrados em 2026 atingiram diferentes faixas etárias, incluindo bebês, adultos e idosos. Entre as causas identificadas estão vírus, bactérias como Staphylococcus e fungos como Cryptococcus. Há registros de pacientes que receberam alta, óbitos e também casos em investigação.

No mês de abril, até a data de publicação do boletim, não houve novos registros da doença na capital.

Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e prostração. Sinais mais graves incluem rigidez na nuca, sensibilidade à luz, manchas na pele, convulsões e alterações respiratórias, que exigem atendimento imediato. Em bebês, irritabilidade e choro persistente também são indicativos de alerta.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a meningite, especialmente nos casos mais graves. Em Cuiabá, as doses estão disponíveis em 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) distribuídas por toda a capital.

Algumas unidades contam com horário estendido, garantindo maior acesso da população:

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Região Leste (07h às 19h):
Bela Vista/Carumbé; Terra Nova/Canjica; Jardim Eldorado; Dom Aquino; Pico do Amor; Areão; Jardim Imperial.

Região Norte:
Jardim Vitória I (07h às 19h); CPA I e II (07h às 21h); Paiaguás (07h às 19h); CPA IV (07h às 19h); CPA III (07h às 19h); Ilza Terezinha Piccoli (07h às 21h).

Região Oeste (07h às 19h):
Despraiado; Ribeirão da Ponte; Novo Terceiro; Sucuri; Jardim Independência.

Região Sul:
Tijucal (07h às 21h); Parque Ohara (07h às 21h); Pedra 90 II, III e CAIC (07h às 19h); Parque Cuiabá (07h às 19h); Cohab São Gonçalo (07h às 17h); Santa Laura/Jardim Fortaleza (07h às 19h); Industriário (07h às 19h); Residencial Coxipó I e II (07h às 19h).

Zona Rural (07h às 19h):
Distrito de Nossa Senhora da Guia.

Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde, UPA ou policlínica. A notificação deve ser feita em até 24 horas à Vigilância Epidemiológica.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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