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Alunos do Curso Técnico em Florestas conhecem etapas de produção florestal

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Com esse intuito o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), promoveu, juntamente ao Sindicato Rural de Lages, a Visita Técnica do Curso Técnico em Florestas do polo Lages/SC à empresa Florestal Rio das Pedras, localizada em Santa Cecília/SC.

Os estudantes puderam conhecer a estrutura e rotinas de empresa, de forma a relacionar à prática com a teoria apresentada no curso. “A turma acompanhou as etapas de produção florestal, iniciados pela fase de viveiro florestal, passando pelos processos de silvicultura até a colheita mecanizada florestal na fazenda da empresa. Essa foi uma experiência de grande relevância para os alunos compreenderem o impacto e as oportunidades do profissional técnico em florestas”, avaliou a instrutora Sandra Mara Krefta.

A visita foi guiada pelos representantes da empresa, o supervisor de viveiro florestal Igor Marcelo Tacheviski e o técnico em segurança do trabalho Cleiton Mello. Além da instrutora Sandra, os instrutores Luciano Lambert e Anieli Cioato de Souza também acompanharam os estudantes durante o momento e reforçaram que visitas técnicas contribuem de forma positiva na formação dos estudantes.

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“O curso está sendo fundamental no meu desenvolvimento pessoal e profissional, com trocas de experiências, aprendizagem e novas amizades. A busca por conhecimento, a vontade de solucionar os entraves do dia a dia no campo, o ensino gratuito e de qualidade, são os motivos que me fazem seguir no curso, além de me proporcionar novas oportunidades dentro da empresa que já trabalho”, destacou estudante do Técnico em Floresta, Giseli Barbosa da Silva.

SOBRE O CURSO

A coordenadora da formação técnica do Senar/SC e do Curso Técnico em Florestas, Kátia Zanela, explica que a formação oferece o desenvolvimento das competências profissionais necessárias para participar do planejamento e executar e controlar os processos de produção florestal. “O curso prepara os estudantes de acordo com as legislações técnicas, de segurança do trabalho e de meio ambiente, aliados a responsabilidade social e aos aspectos econômicos. São tópicos essenciais para formar profissionais qualificados e responsáveis”.

O ensino é feito 70% na modalidade online e 30% presencial, totalizando 1.200 horas, ou seja, dois anos. “O técnico em Florestas formado pelo Sistema Faesc/Senar-SC conclui o curso especializado na execução de povoamentos florestais cultivados e na preservação de florestas nativas”, reforçou a coordenadora.

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A importância da formação técnica foi ressaltada pelo presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo. “O estudante que se forma em um curso técnico como este está apto para um amplo e emergente mercado de trabalho, visto que o setor é fundamental para a economia do país, especialmente porque o Brasil possui uma das maiores extensões florestais do mundo”.

O superintendente do Senar/SC, Gilmar Zanluchi, também destacou que esse é um curso estreante no país e Santa Catarina foi contemplada com 40 vagas. “A Rede e-Tec Brasil está sempre desenvolvendo novas oportunidades de formações técnicas e é muito significativo que o Sistema Faesc/Senar-SC possa oferecer mais um excelente curso aos jovens catarinenses”.

Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

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Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

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Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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