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Alunos da rede municipal se divertem com espetáculo gratuíto no Museu do Rio

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Alunos da EMEB Padre Raimundo Conceição Pombo participam, nesta semana, de uma programação cultural especial com o espetáculo “Circo Mágico é Show”, apresentado no auditório do Museu do Rio, em Cuiabá. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico e o Núcleo da Primeira-Dama.

Com autorização dos responsáveis, 45 alunos do Pré 1 e Pré 2, com idades entre 4 e 5 anos, do período vespertino, estiveram no evento nesta terça-feira (3). Ao todo, cerca de 200 crianças participam do espetáculo, conduzido pelo ilusionista Dimy, entre os dias 3 e 6 de junho.

Segundo o artista, as crianças interagem com as mágicas, se divertem e têm a imaginação despertada, promovendo o encantamento em um momento fora das telas.

“É um espetáculo visual, interativo, pensado para crianças e adultos. A proposta é tirar as crianças do digital e levá-las para o mundo mágico do circo”, destacou Dimy.

Com direito a pipoca e suco, as crianças aprovaram o espetáculo, demonstrando alegria, surpresa e admiração a cada truque de mágica. Os momentos interativos garantiram a participação ativa do público mirim, promovendo socialização, confiança, curiosidade e muita imaginação.

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A primeira-dama e vereadora de Cuiabá, Samantha Iris, que acompanhou o evento, afirmou que o espetáculo encantou não apenas as crianças, mas toda a equipe envolvida na organização. Ela reforçou o compromisso da gestão municipal com o acesso à cultura e à educação desde a infância.

“É uma alegria ver essas crianças vivenciando algo tão especial. Nosso objetivo com essa parceria é abrir portas, despertar sonhos e proporcionar experiências que, muitas vezes, estão fora da realidade cotidiana delas. Cultura é transformação, é educação, é afeto. Investir na infância é, de fato, investir no futuro da nossa cidade”, afirmou.

O secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Fernando Medeiros, destacou a importância da parceria com a Rigolei Produções e o papel ativo da primeira-dama na articulação de ações para públicos como crianças, idosos e mulheres.

“É uma ação com custo zero para a Prefeitura e que garante às nossas crianças o acesso a um espetáculo de nível nacional, além de permitir que conheçam o Museu do Rio e o aquário. A primeira-dama tem articulado junto conosco em busca de parcerias que fazem com que esses momentos únicos aconteçam em nossa cidade”, declarou.

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Para a diretora da unidade, Jovilany Gonçalves, a atividade extraclasse amplia o universo cultural dos alunos e enriquece o processo de aprendizagem. A previsão é que 50 crianças por dia acompanhem o espetáculo, em turmas divididas por turno: vespertino nos dias 3 e 5, e matutino nos dias 4 e 6.

“Nessa visita ao circo, as crianças estão tendo uma aula fora da sala, uma vivência completa. Como elas têm entre 4 e 5 anos, é o princípio de tudo. Só o fato de saírem da escola, entrarem no ônibus e viverem algo novo já é um aprendizado. Muitas dessas crianças nunca tiveram acesso a esse tipo de cultura. Agradeço aos pais pela confiança; muitos choraram por liberar os filhos pela primeira vez”, comentou.

#PraCegoVer

A imagem mostra todos os alunos que participaram do espetáculo conduzido pelo ilusionista Dimy, junto aos professores, à diretora e à primeira-dama de Cuiabá, Samantha Iris.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Abelhas elevam produtividade da soja em até 18%

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A presença de abelhas nas proximidades das lavouras pode aumentar, em média, 13% a produtividade da soja, segundo estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Em alguns experimentos, o ganho chegou a 18%, resultado obtido sem ampliação da área plantada.

Embora a soja seja considerada uma planta capaz de se autopolinizar, as visitas das abelhas às flores melhoram o processo de fecundação. Os efeitos podem aparecer no aumento do número de grãos por vagem, na redução de vagens vazias e, ao final do ciclo, na quantidade colhida por hectare.

Os percentuais não representam uma garantia automática para todas as propriedades. O resultado depende da cultivar, das condições climáticas, da população de polinizadores, da paisagem ao redor da lavoura e das práticas adotadas durante o florescimento. Ainda assim, as pesquisas mostram que a polinização deve ser considerada parte do sistema produtivo, e não apenas um benefício ambiental.

A contribuição econômica das abelhas vai muito além da produção de mel. Um estudo citado pela Embrapa estimou em aproximadamente R$ 43 bilhões o valor anual do serviço de polinização para a produção brasileira de alimentos, com base nos dados agrícolas de 2018.

Entre 141 espécies cultivadas no Brasil para alimentação humana, produção animal, fibras e biocombustíveis, cerca de 85 dependem, em algum grau, da polinização realizada por animais. As abelhas são os principais agentes desse processo. Café, laranja, maçã, melão, maracujá, castanha-do-brasil, canola e algodão estão entre as culturas beneficiadas.

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A dimensão desse serviço também começou a ser mais bem compreendida nas áreas de soja. Pesquisa divulgada pela Embrapa em 2026 identificou 53 espécies de abelhas em lavouras e fragmentos de vegetação nativa no sudoeste de Goiás. Desse total, 27 eram novos registros de espécies associadas à cultura na região.

O levantamento mostra que a soja não recebe apenas a visita da abelha-africanizada, normalmente utilizada na produção comercial de mel. Diferentes espécies nativas também percorrem as flores e participam da polinização. Essa diversidade reduz a dependência de um único polinizador e aumenta a capacidade de o ambiente responder a mudanças de temperatura, umidade e disponibilidade de alimento.

A manutenção de vegetação nativa próxima às áreas produtivas tem papel importante nesse processo. Matas, reservas legais, áreas de preservação permanente, corredores de vegetação e faixas com plantas floridas oferecem abrigo e alimento às abelhas antes e depois da florada da cultura comercial.

Para o produtor, essas áreas podem funcionar como infraestrutura biológica da propriedade. A contribuição será maior quando houver conexão entre os ambientes naturais e a lavoura, permitindo que os insetos encontrem locais para nidificação, água e fontes de néctar e pólen durante diferentes períodos do ano.

A integração também pode abrir uma fonte complementar de renda. Dados da Embrapa indicam que apicultores com bom manejo e colmeias instaladas próximas às lavouras podem obter até 50 quilos de mel por colmeia durante a florada da soja. Ao mesmo tempo que as abelhas encontram alimento, o produtor de grãos recebe o serviço de polinização.

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A convivência, entretanto, exige planejamento. A localização dos apiários precisa ser conhecida, e agricultores, responsáveis técnicos e apicultores devem manter comunicação sobre o calendário da lavoura e as aplicações de defensivos.

O manejo integrado de pragas ajuda a evitar pulverizações desnecessárias. Quando o controle químico for indispensável, devem ser respeitados o registro do produto, as orientações da bula, as condições meteorológicas e as técnicas destinadas a reduzir deriva. Sempre que tecnicamente possível, a aplicação deve considerar os horários de menor atividade das abelhas.

O vento, a temperatura e a umidade interferem diretamente na dispersão da calda. Uma pulverização feita em condições inadequadas pode atingir flores, vegetação próxima e fontes de água frequentadas pelos insetos, mesmo quando as colmeias estão fora da área cultivada. Por isso, regulagem do equipamento, escolha correta das pontas e acompanhamento das condições ambientais são medidas decisivas.

Também cabe ao apicultor manter as colmeias identificadas, bem manejadas e instaladas em locais adequados. A comunicação antecipada permite avaliar medidas de proteção sem comprometer as necessidades fitossanitárias da lavoura.

A preservação das abelhas não deve ser tratada como uma obrigação separada da produção. Os estudos mostram que esses insetos participam da formação da safra e podem melhorar o aproveitamento da área já cultivada. Para o produtor, proteger os polinizadores significa conservar um serviço natural capaz de elevar a produtividade, diversificar a renda e fortalecer a estabilidade do sistema agrícola.

Fonte: Pensar Agro

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