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Agrural: Plantio de soja em Mato Grosso apresenta o ritmo mais lento desde a safra 2015/16; Brasil alcança 4,5% de avanço

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De acordo com levantamento realizado pela AgRural, o plantio da safra 2024/25 de soja no Brasil atingiu 4,5% da área prevista até a quinta-feira (3), uma evolução em relação aos 2% registrados uma semana antes, mas inferior aos 10% do mesmo período do ano passado. O estado do Paraná se destaca na liderança do processo, com um quarto de sua área já semeada, beneficiado por condições de umidade favoráveis. Em contrapartida, o ritmo de plantio em Mato Grosso é o mais lento desde a safra 2015/16, resultado das chuvas até agora insuficientes para a recuperação das reservas hídricas do solo.

As altas temperaturas e a falta de chuvas continuam a ser os principais obstáculos para o avanço do plantio de soja na maioria dos estados brasileiros. Neste momento, as atividades estão sendo realizadas apenas em talhões que apresentaram melhores índices de umidade ou em áreas irrigadas. A maior preocupação em Mato Grosso diz respeito à janela ideal para o plantio da safrinha de algodão, que ocorre em janeiro.

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Avanço do plantio de milho verão chega a 37% no Centro-Sul do Brasil

A semeadura de milho verão para a safra 2024/25 também avança, alcançando 37% da área estimada para o Centro-Sul do Brasil até a quinta-feira (3), comparado a 30% na semana anterior e em linha com o mesmo índice do ano passado, segundo dados da AgRural. As condições climáticas têm favorecido tanto o plantio quanto o desenvolvimento das lavouras nos estados do Sul, onde os trabalhos ainda estão concentrados. Recentemente, algumas áreas irrigadas de Minas Gerais também iniciaram a semeadura.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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