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Agroleite 2025 traz leilão virtual com oferta de 40 animais de alto padrão genético

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Leilão virtual integra programação do Agroleite 2025

O tradicional leilão de animais retorna ao Agroleite em 2025, porém com uma novidade: o evento será realizado de forma virtual, no dia 7 de agosto (quinta-feira), às 19h30. A iniciativa é uma parceria com a Embral Leilões, empresa consolidada que conta com mais de 20 mil clientes cadastrados em todo o país.

Animais à venda e detalhes do evento

Serão comercializados 40 animais — entre vacas recém-paridas e novilhas prenhas — das raças Holandesa (preto e branco e vermelho e branco) e Jersey, provenientes de oito propriedades leiteiras da região de Castro (PR).

Os vídeos dos animais estarão disponíveis a partir do 26 de julho, permitindo que os interessados conheçam os lotes com antecedência. Os compradores poderão parcelar as compras em até 30 vezes (6×3 + 6×2).

Para participar, é necessário estar cadastrado na plataforma da Embral. Novos clientes devem enviar a documentação exigida com pelo menos um dia antes do leilão.

Qualidade genética e oportunidade para produtores

Segundo Johnny Eduardo Dias de Moraes, técnico de bovinos da Castrolanda, o leilão representa uma excelente chance para aquisição de animais selecionados com rigor técnico e foco em genética de ponta.

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A Embral Leilões será responsável por toda a organização, incluindo a seleção, filmagens, coleta de dados e divulgação do evento, garantindo alcance nacional.

Tradição e expectativa de sucesso

Presente em todas as edições do Agroleite desde sua fundação, a Embral acumula vasta experiência na realização dos leilões.

“Participamos desde a primeira edição e acompanhamos o crescimento desse megaevento. Os leilões sempre foram um sucesso, com produtores oferecendo o melhor das suas propriedades”, destaca Eduardo Moraes, diretor da Embral.

Ele ressalta ainda que as edições anteriores bateram recordes de preços e apresentaram campeões, e espera o mesmo para 2025:

“Os animais deste ano possuem alta produção de leite, excelente sistema mamário e qualidade para atender rebanhos em todo o Brasil, com transmissão ao vivo para o país inteiro”, completa.

Agroleite 2025: a maior vitrine do setor leiteiro na América Latina

O Agroleite 2025 acontecerá de 5 a 8 de agosto, em Castro (PR) — a Capital Nacional do Leite — no Castrolanda Expo Center e Parque Dario Macedo. Nesta edição que comemora 25 anos, o evento contará com cerca de 360 expositores, o que representa um crescimento superior a 10% em relação a 2024.

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A organização espera um público de aproximadamente 160 mil visitantes durante os quatro dias de programação. O evento é aberto ao público e gratuito.

Todas as informações podem ser acessadas pelo site www.agroleitecastrolanda.com.br, no aplicativo Meu Agroleite e nas redes sociais @agroleitecastrolanda.

Parcerias e patrocinadores de destaque

O Agroleite 2025 é realizado em parceria com o Governo do Estado do Paraná e a Prefeitura Municipal de Castro.

Entre os patrocinadores na cota diamante estão marcas renomadas do setor agropecuário, como:

Alta Genetics, Boehringer Ingelheim, Bouwman – Livestock & Agriculture, Cogent Iamax, De Heus, Essencial Nutrição, Grupo Calpar, Hércules, Inpasa, JA Saúde Animal, Lely, Menarim Agro, MSD Saúde Animal, Nobre Nutrição Animal, Nutrição Castrolanda, Nutron, Ourofino Saúde Animal, Pro Tork Agriculture, Seal Plus, Sicredi, Tetra Pak, Tortuga e UCB Vet Saúde Animal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fertilizantes: Rabobank reduz projeção para 2026 e alerta para impacto da inadimplência recorde no agro

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Inadimplência no campo e preços elevados devem reduzir consumo de fertilizantes

O mercado brasileiro de fertilizantes deverá enfrentar uma retração mais intensa em 2026 do que a prevista anteriormente. Em relatório divulgado nesta quarta-feira, o Rabobank revisou para baixo sua estimativa de vendas de adubos no país e apontou a inadimplência recorde dos produtores rurais como um dos principais fatores de pressão sobre a demanda.

A instituição projeta que as entregas de fertilizantes aos agricultores brasileiros somem 45,1 milhões de toneladas em 2026, o que representa uma queda de 8,2% em relação ao volume recorde registrado em 2025. Caso a previsão se confirme, será o menor volume comercializado desde 2022, período marcado pelos impactos da guerra entre Rússia e Ucrânia sobre o mercado global de insumos.

A nova estimativa é mais conservadora do que a divulgada em abril, quando o banco previa consumo de aproximadamente 47,2 milhões de toneladas.

Segundo o Rabobank, além dos preços ainda elevados dos fertilizantes, a situação financeira de muitos produtores brasileiros tem limitado a capacidade de investimento e comprometido a aquisição de insumos para a próxima safra.

Guerra no Oriente Médio afetou mercado global de fertilizantes

O relatório destaca que os reflexos da guerra envolvendo o Irã contribuíram para a elevação dos custos dos fertilizantes em 2026. O fechamento temporário do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de transporte de matérias-primas e insumos, provocou aumento dos preços internacionais e forte volatilidade nos mercados.

Embora haja sinais de normalização logística e avanços diplomáticos para reduzir as tensões na região, o banco avalia que os impactos sobre a demanda global já foram consolidados.

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No caso da ureia, um dos fertilizantes nitrogenados mais utilizados no mundo, os preços retornaram aos níveis observados antes do conflito. Ainda assim, o Rabobank destaca que o comportamento do mercado repetiu um padrão semelhante ao registrado em 2022.

De acordo com a análise, foram necessárias cerca de seis semanas para que os preços atingissem o pico após o início das tensões, seguidas por aproximadamente dez semanas para retornar aos patamares iniciais.

Já o fosfato monoamônico (MAP), um dos fertilizantes mais utilizados na agricultura brasileira, permanece negociado em níveis mais elevados, sustentando os custos de produção para diversas culturas.

Inadimplência recorde preocupa setor agropecuário

Outro ponto de atenção destacado pelo banco é o avanço da inadimplência no crédito rural.

Com base em dados do Banco Central referentes a abril, o Rabobank observa que a inadimplência nas operações contratadas a taxas de mercado alcançou 13,3% do volume financiado, um dos maiores níveis já registrados para o setor.

O cenário reforça as dificuldades enfrentadas por parte dos produtores rurais, especialmente em segmentos que vêm acumulando margens apertadas, custos elevados e dificuldades de acesso a novas linhas de crédito.

A combinação entre menor liquidez no campo e insumos ainda caros tende a limitar o potencial de recuperação da demanda por fertilizantes ao longo do próximo ano.

Rabobank prevê queda nas exportações de milho em 2026

Além do mercado de fertilizantes, o Rabobank revisou as perspectivas para o milho brasileiro e projetou redução nas exportações do cereal.

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A expectativa é de que os embarques nacionais atinjam 39 milhões de toneladas em 2026, volume cerca de 3 milhões de toneladas inferior ao registrado no ano anterior.

Entre os fatores que explicam a revisão estão a valorização do real frente ao dólar, que reduz a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional, e a forte concorrência de grandes exportadores, especialmente Estados Unidos e Argentina.

Os elevados custos do transporte rodoviário também continuam sendo um desafio para o setor exportador, reduzindo a competitividade logística do cereal brasileiro.

Demanda interna por milho deve seguir aquecida

Apesar da perspectiva menos favorável para as exportações, o consumo doméstico de milho deverá continuar avançando.

O Rabobank estima crescimento de 5% na demanda interna em 2026, alcançando cerca de 97 milhões de toneladas.

O principal motor desse avanço será o aumento do consumo pelas indústrias de ração animal e pelo setor de etanol de milho, que segue ampliando sua participação na matriz de biocombustíveis brasileira.

Diante desse cenário, o mercado agrícola brasileiro entra em 2026 com desafios relacionados ao crédito rural, custos de produção e competitividade internacional, enquanto busca equilibrar a demanda interna crescente com um ambiente global ainda marcado por incertezas econômicas e geopolíticas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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