AGRONEGÓCIO

Agrocete investe R$ 25 milhões em ampliação de parque fabril

Publicado em

O Brasil é o país que mais aplica insumos biológicos em suas plantações, de acordo com dados da Associação Nacional dos Produtores e Importadores de Inoculantes (ANPII), sendo um mercado que apresenta crescimento acima de 15% ao ano – somente em 2023, esse mercado deve crescer 17,3% no Brasil. Para lidar com essa demanda, a Agrocete, multinacional brasileira referência internacional na área de adjuvantes, fisiológicos, biológicos e nutrição, irá ampliar seu parque fabril localizado em Ponta Grossa (PR), com investimento de R$ 25 milhões. Com isso, a fábrica ganhará uma nova unidade dedicada exclusivamente à produção de insumos biológicos, dobrando a capacidade produtiva da Agrocete.

“A ampliação da unidade fabril é necessária para aumentarmos a nossa produção de insumos biológicos. Estamos acompanhando um movimento do mercado de especialidades do agronegócio e investindo em tecnologia sustentável para desenvolver novas soluções aos produtores. O Brasil é o país que mais aplica esse tipo de tecnologia nas lavouras, seja como controle biológico de pragas, inoculantes biológicos ou biofertilizantes. E mais do que grandes consumidoras dessa tecnologia, as empresas brasileiras têm sido referência mundial na produção desses bioinsumos”, explica Guilherme de Figueiredo, Diretor Comercial da Agrocete.

Leia Também:  Prazo para pagamento do IPTU em cota única com desconto encerra na segunda-feira

Além de ampliar seu parque fabril, a Agrocete também deverá lançar novos produtos nos mercados nacional e internacional. Os investimentos em automação e robótica serão fundamentais para que a empresa sustente seu crescimento e lance novidades no mercado agrícola. Em 2023, a multinacional brasileira lançou o primeiro biológico com três funções para a cultura da soja.

Para o próximo ano, haverá o lançamento de novos produtos biológicos, bem como uma programação com lançamentos já agendados até 2027. A unidade fabril também deve ser inaugurada até o final de 2024.

Fonte: Agrocete

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Inteligência financeira vira a nova regra de lucro no campo

Published

on

O sucesso do produtor rural brasileiro mudou de endereço. Se durante décadas o prestígio no campo era medido exclusivamente pela quantidade de sacas colhidas por hectare, a realidade de custos apertados e mercados voláteis redesenhou o tabuleiro do agronegócio. Agora, a rentabilidade real não depende apenas de quem produz mais, mas sim de quem decide melhor da porteira para dentro.

Essa quebra de paradigma é a engrenagem central do painel “Inteligência Financeira no Agro: O Caminho para Crescer com Segurança”, um dos debates mais aguardados da programação da Green Farm 2026 que acontece na próxima sexta-feira (29.05), em Cuiabá.

O encontro foi desenhado com um objetivo puramente prático: desmistificar a burocracia das finanças e traduzir conceitos complexos do mercado em ferramentas simples para o dia a dia do produtor rural, independentemente do tamanho da sua propriedade.

Um dos grandes gargalos identificados por consultores do setor é que boa parte dos produtores ainda opera de forma reativa. Na prática, isso significa tomar decisões cruciais, como a compra de insumos ou a venda da safra, pressionado pela necessidade imediata de caixa ou pela falta de dados claros sobre o custo real da fazenda.

Para virar essa chave, o painel vai abordar os fundamentos de uma gestão estruturada, focando em métricas que impactam diretamente o bolso do agricultor:

  • Custo real por hectare: O controle rigoroso de cada centavo investido na terra antes mesmo do plantio.

  • Preço mínimo de venda: O cálculo exato de quanto a saca precisa custar para cobrir as despesas e garantir o lucro.

  • Fluxo de caixa: A organização dos pagamentos e recebimentos para evitar surpresas e a dependência de crédito caro de última hora.

Leia Também:  Verde Novo distribui mudas de árvores em evento no Parque Tia Nair em Cuiabá

Do reativo ao estratégico: os fundamentos da saúde financeira com Marlei Danielli

Para guiar o produtor na transição de uma postura reativa para uma liderança estratégica, a diretora da WFlow Agro MT, Marlei Danielli, levará ao painel uma visão prática e realista construída diretamente no relacionamento com os produtores de Mato Grosso. A especialista abordará os pilares da organização financeira da fazenda, desmistificando temas essenciais como o cálculo do custo real por hectare, a formação do preço mínimo de venda e o planejamento rigoroso do fluxo de caixa.

Danielli trará um alerta importante para o debate: o risco de operar sob pressão imediata por liquidez. Sua contribuição será demonstrar como a estruturação estratégica do crédito rural e o acesso a informações organizadas dão ao produtor o poder de antecipar riscos e planejar a safra com segurança, deixando de tomar decisões de curto prazo que comprometem a rentabilidade futura do negócio.

Dados unificados e tecnologia acessível: a rota de Mauro Paglione

O avanço da digitalização no campo será detalhado sob a ótica de Mauro Paglione, CEO do Grupo SAA Software. O executivo demonstrará como os sistemas integrados e a inteligência de dados deixaram de ser exclusividade dos grandes grupos e se tornaram ferramentas de sobrevivência e eficiência também para pequenos e médios produtores.

Leia Também:  Bahia: Força Integrada amplia ação de combate a organização criminosa

Em sua apresentação, Paglione focará na integração real entre a gestão operacional (o dia a dia da lavoura) e a gestão financeira. A proposta é mostrar que a tecnologia não deve ser vista como um fim ou um capricho tecnológico, mas como um meio simplificador de processos. O produtor aprenderá como o uso estratégico de dados gera uma visão unificada de toda a operação agrícola, transformando planilhas isoladas em poderosas ferramentas de apoio à tomada de decisão rápida.

O escudo contra as oscilações globais: a gestão de risco de Marco Antônio de Oliveira

Diante de um mercado marcado pela forte volatilidade nos preços das commodities e insumos, a proteção do patrimônio será o foco de Marco Antônio de Oliveira, CEO da FertiHedge. O especialista trará para o centro do debate a inteligência de mercado aplicada à compra de insumos e à comercialização da safra, detalhando o funcionamento de ferramentas como o hedge agrícola e as travas de proteção de preços.

A grande tese que Oliveira defenderá no painel é de que, no cenário econômico atual, proteger o resultado financeiro é tão importante quanto aumentar a produtividade. O produtor receberá orientações estratégicas para blindar sua margem de lucro contra os sobressaltos do câmbio e a oscilação internacional de fertilizantes, garantindo a previsibilidade e a sustentabilidade econômica da propriedade ciclo após ciclo.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA