AGRONEGÓCIO

Agrishow reforça papel do Brasil na segurança alimentar global com avanço tecnológico no agronegócio

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O Brasil vem se consolidando, ano após ano, como um dos principais pilares da segurança alimentar global. Além do elevado volume de produção, o país se destaca pela capacidade de manter o abastecimento de alimentos em escala mundial com crescente foco em sustentabilidade. Esse protagonismo ganha ainda mais evidência durante a Agrishow, principal feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina, que apresenta soluções inovadoras voltadas ao aumento da produtividade, eficiência e sustentabilidade no campo.

Brasil se destaca como fornecedor global de alimentos

Atualmente, o Brasil é responsável por atender cerca de 10% da demanda global por alimentos, com presença em cinco continentes, segundo dados da Secretaria de Política Agrícola (SPA), vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária.

Em 2025, o agronegócio brasileiro registrou um recorde de US$ 169,2 bilhões em exportações, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), aproximando o país da posição de maior exportador do agronegócio no mundo.

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Tecnologia e inovação fortalecem competitividade do agro brasileiro

Para o presidente da Agrishow, João Marchesan, o Brasil ocupa uma posição estratégica no cenário global ao reunir tecnologia de ponta, produção em larga escala e rápida adaptação às exigências sanitárias e de sustentabilidade internacionais.

Segundo ele, os investimentos contínuos em genética e inovação são fundamentais para manter o protagonismo do setor. Marchesan destaca ainda que a confiança internacional na qualidade dos produtos brasileiros reforça o papel do país não apenas como fornecedor, mas também como referência estratégica na cadeia global de alimentos.

Agrishow 2026 destaca mecanização e agricultura de precisão

A Agrishow 2026 se consolida como uma vitrine das transformações tecnológicas que impulsionam o agronegócio brasileiro. O evento reúne soluções em mecanização, agricultura de precisão, irrigação, armazenagem e gestão, todas voltadas à redução de custos e ao aumento da produtividade em toda a cadeia produtiva.

As tecnologias apresentadas incluem desde inteligência artificial e automação até soluções para otimização do uso de recursos naturais, com foco em ampliar a produção sem necessidade de expansão de área agrícola — um dos principais desafios globais do setor.

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Agrishow amplia impacto do Brasil na segurança alimentar mundial

De acordo com João Marchesan, os negócios realizados durante a feira ultrapassam as fronteiras nacionais e têm impacto direto na segurança alimentar global.

O evento reforça o papel do Brasil como protagonista na produção sustentável de alimentos e como um dos principais agentes de transformação tecnológica do agronegócio mundial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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