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Agricultura Sustentável: Produtor do Tocantins Aumenta Produtividade com Manejo Biológico

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Irineu Possamai, um agricultor de grãos da região de Campos Lindos, Tocantins, tem se destacado como pioneiro na implementação do Sistema de Plantio Direto no estado. Desde 2017, ele tem utilizado a Biotecnologia Microgeo® em suas plantações de milho e soja, alcançando resultados notáveis em termos de produtividade. Atualmente, toda a extensão da Fazenda Panambi, propriedade de Possamai, é beneficiada por essa biotecnologia, que desempenhou um papel crucial durante a última estiagem.

Experiência e Resultados

Ao compartilhar sua jornada, Irineu Possamai enfatizou a evolução que experimentou: “Comecei com o plantio direto no Rio Grande do Sul muitos anos atrás. Quando cheguei aqui (Tocantins), adotei o mesmo método. No início, era uma prática desconhecida entre os vizinhos e não tínhamos acesso à tecnologia. Quando surgiu a oportunidade do Microgeo®, isso só veio a aprimorar o que eu já estava fazendo.”

Ele ainda compartilha dados concretos sobre os resultados do Microgeo®: “Começamos com o milho safrinha. No primeiro ano, já observamos um aumento de seis sacas por hectare após a primeira aplicação do Microgeo®. Desde então, continuamos aplicando em toda a área da fazenda, e a produtividade continua crescendo.”

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Enfrentando Desafios

Sobre os desafios enfrentados durante a estiagem, Possamai destaca: “Tivemos sim uma falta de chuvas no início. Não foi um ano comum. Apesar de nossa região ser privilegiada em termos de solo e clima, enfrentamos estiagens. E o Microgeo ajudou, pois ele atua na estruturação do solo. Com um solo bem estruturado e permeável, as raízes das plantas conseguem alcançar água mais profundamente e sofrem menos.”

Impacto da Biotecnologia

Fabiene Rodrigues, Coordenadora de Desenvolvimento de Mercado da Microgeo, destaca: “Com a Biotecnologia Microgeo®, o produtor restaura o microbioma do solo, promovendo uma maior eficiência produtiva ao longo do ciclo da cultura. O Microgeo® não é apenas um produto biológico agrícola, é uma tecnologia que nutre, regula e mantém um processo de compostagem líquida contínua (CLC) no local, restaurando e mantendo a diversidade microbiológica do solo. Isso promove uma verdadeira revolução nos microrganismos do solo, essenciais para o desenvolvimento saudável das culturas.”

A história de sucesso de Irineu Possamai é apenas um exemplo dos muitos benefícios trazidos pela Biotecnologia Microgeo® na agricultura brasileira, destacando a importância da adoção de práticas sustentáveis para o desenvolvimento do setor.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do Rio Grande do Sul somam US$ 4,4 bilhões no 1º trimestre de 2026, com destaque para carnes

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As exportações do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 4,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Em termos nominais, o resultado representa o quarto maior valor da série histórica iniciada em 1997, evidenciando a relevância do estado no comércio exterior brasileiro.

Carnes impulsionam desempenho da pauta exportadora

Entre os principais produtos exportados, o destaque ficou para o segmento de proteínas animais e animais vivos.

As exportações de carne suína registraram crescimento expressivo de 49,6%, com incremento de US$ 75,8 milhões. Também apresentaram avanço:

  • Vendas de bovinos e bubalinos vivos: alta de US$ 57,2 milhões;
  • Carne bovina: aumento de US$ 33,7 milhões.

O desempenho positivo desses produtos contribuiu para amenizar as perdas em outros segmentos relevantes da pauta exportadora.

Exportações caem em relação a 2025

Na comparação com o mesmo período de 2025, o valor total exportado pelo estado apresentou retração de 7,5%, o equivalente a uma queda de US$ 357,4 milhões.

O recuo foi influenciado principalmente pela redução nas vendas de produtos estratégicos:

  • Soja em grão: queda de 77,0% (-US$ 188,3 milhões);
  • Fumo não manufaturado: retração de US$ 172,9 milhões;
  • Celulose: recuo de US$ 68,1 milhões;
  • Polímeros de etileno: diminuição de US$ 45,5 milhões.
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Estado mantém posição no ranking nacional

Apesar da retração no valor exportado, o Rio Grande do Sul manteve a sétima colocação entre os principais estados exportadores do país.

O estado ficou atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e Paraná. No entanto, houve redução na participação relativa, que passou de 6,2% para 5,3% no período analisado.

Diversificação de destinos marca exportações gaúchas

No primeiro trimestre de 2026, o Rio Grande do Sul exportou para 169 destinos, reforçando a diversificação de mercados.

Os principais compradores foram:

  • União Europeia: 12,2% das exportações;
  • China: 9,2%;
  • Estados Unidos: 7,3%.

Entre os parceiros comerciais, a China apresentou a maior queda em termos absolutos, com retração de US$ 301,6 milhões, impactada pela redução nas compras de soja e fumo.

Os Estados Unidos também registraram recuo relevante (-US$ 148,7 milhões), influenciado principalmente pelos setores florestal e de armas e munições.

Egito e Filipinas ganham destaque nas compras

Em contrapartida, alguns mercados ampliaram significativamente suas importações de produtos gaúchos.

Destacam-se:

  • Egito: aumento de US$ 105,1 milhões;
  • Filipinas: alta de US$ 104,5 milhões.
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O crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas de cereais e carnes.

Cenário internacional pressiona comércio exterior

O desempenho das exportações do estado ocorre em meio a um ambiente global de incertezas.

As vendas para o Irã, que representaram 1,8% do total exportado, recuaram 5,5% no período, refletindo impactos de sanções econômicas e restrições financeiras que historicamente afetam as relações comerciais com o país.

No caso dos Estados Unidos, a queda de 31,9% nas exportações foi superior à média geral do estado. O resultado está ligado, entre outros fatores, ao desempenho do setor de armas e munições, sensível a mudanças regulatórias e tarifárias.

Perspectivas indicam cenário desafiador

Apesar do bom desempenho de segmentos como o de carnes, a retração em produtos-chave como soja e celulose evidencia os desafios enfrentados pelo estado no comércio internacional.

O cenário para os próximos meses seguirá condicionado à demanda global, às condições de mercado e ao ambiente geopolítico, fatores que devem continuar influenciando o desempenho das exportações gaúchas ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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