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ADM abre vagas de estágio em várias áreas e estados com foco em inovação e desenvolvimento profissional

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A ADM do Brasil anunciou a abertura de novas vagas de estágio para estudantes de ensino superior em diferentes áreas de atuação. As oportunidades abrangem setores como engenharia, logística, qualidade, manutenção, segurança do trabalho, entre outros, e estão disponíveis em cidades dos estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

Áreas contempladas

As vagas estão distribuídas entre as seguintes áreas:

  • Engenharias em geral
  • Segurança do Trabalho
  • Qualidade
  • Manutenção
  • Utilidades
  • Logística
  • Pesquisa & Desenvolvimento (P&D)
  • Facilities
  • Recrutamento

Para a área de Segurança do Trabalho, também são aceitos estudantes de cursos técnicos.

Locais com vagas disponíveis

As oportunidades de estágio estão abertas para os seguintes municípios:

  • São Paulo (SP)
  • Santos (SP)
  • Hortolândia (SP)
  • Rondonópolis (MT)
  • Campo Grande (MS)
  • Três Corações (MG)
  • Uberlândia (MG)
Benefícios oferecidos aos estagiários

Os estagiários da ADM terão acesso a um pacote completo de benefícios que inclui:

  • Assistência médica e odontológica
  • Programa de Apoio ao Empregado (PAE), com suporte psicológico, financeiro e jurídico
  • Acesso à plataforma Wellhub
  • Vale alimentação
  • Vale transporte
  • Curso de inglês online gratuito
  • Ações de capacitação com foco em tecnologia e mentoria
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Sobre a ADM

Com mais de 25 anos de atuação no Brasil e presença em mais de 190 países, a ADM é uma das maiores companhias globais dos setores de agronegócio e nutrição. A empresa se destaca por sua presença em toda a cadeia produtiva — do campo à mesa — e por transformar culturas agrícolas em alimentos e soluções para diversos setores industriais.

A ADM tem como pilares a sustentabilidade, inovação, inclusão e o desenvolvimento contínuo de talentos. A abertura do programa de estágio reforça o compromisso da empresa com a formação de novos profissionais em um ambiente dinâmico e promissor.

Compromisso com a formação profissional

“A ADM oferece aos estagiários um ambiente de aprendizado contínuo e desenvolvimento profissional em um setor fundamental para a economia global. Nosso compromisso é criar um ambiente em que cada colaborador tenha as ferramentas, o suporte e os desafios certos para crescer e evoluir. Acreditamos que o desenvolvimento contínuo das pessoas é o que impulsiona a inovação, fortalece nossas equipes e prepara a ADM para um futuro ainda mais sustentável e competitivo”, afirma Lara Passini, gerente de aquisição de talentos da ADM para a América Latina.

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Como se inscrever

Os interessados devem se inscrever diretamente no site oficial da ADM. As informações detalhadas sobre o processo seletivo também estão disponíveis no banco de talentos da empresa no LinkedIn.

O programa busca atrair candidatos diversos, refletindo o compromisso da ADM com a inclusão e a equidade no ambiente de trabalho.

Banco de talentos da ADM no LinkedIn

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do leite UHT dispara mais de 20% no Sudeste e amplia pressão sobre a cesta básica em abril

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Os consumidores sentiram no bolso o aumento dos preços de alimentos essenciais em abril. Levantamento realizado pela Neogrid apontou que o leite UHT liderou as altas nos supermercados brasileiros, refletindo uma menor oferta de matéria-prima e pressionando ainda mais o custo da cesta básica.

De acordo com o estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, o preço médio do leite UHT avançou 18,3% no país durante o mês, passando de R$ 4,75 em março para R$ 5,62 em abril. Na região Sudeste, principal mercado consumidor do país, a valorização foi ainda mais expressiva, alcançando 20,19%.

Menor captação de leite sustenta alta dos preços

A escalada dos preços está diretamente relacionada à redução da produção nacional de leite. Dados do Índice de Captação de Leite (ICAP-L) mostram que a coleta recuou 3,9% entre fevereiro e março, acumulando queda de 11,1% no primeiro trimestre de 2026.

Entre os fatores que explicam o cenário estão a menor disponibilidade de pastagens durante o período e a cautela dos produtores diante das margens mais apertadas observadas ao longo de 2025.

A combinação entre oferta reduzida e demanda constante elevou os preços dos lácteos no varejo, tornando o leite um dos principais responsáveis pela inflação alimentar registrada no mês.

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Feijão, pão e legumes também ficaram mais caros

Além do leite, outros produtos básicos da alimentação apresentaram aumento de preços em abril.

Os queijos registraram alta de 2,4%, passando de R$ 63,61 para R$ 65,12. O feijão avançou 2,1%, enquanto os legumes tiveram valorização de 2%. Já o pão apresentou aumento de 1,8% no período.

Segundo Marcelo Alves, Head de Insights da Neogrid, os reajustes estão concentrados justamente em categorias mais sensíveis às condições climáticas e à sazonalidade da produção.

“O comportamento dos preços mostra uma pressão concentrada em produtos essenciais da alimentação, especialmente lácteos e hortifrúti, exigindo maior atenção dos consumidores na composição das compras”, avalia.

Legumes lideram inflação alimentar em 2026

No acumulado entre dezembro de 2025 e abril de 2026, os legumes aparecem como os produtos com maior valorização no varejo alimentar brasileiro.

O grupo registrou alta de 25,3%, com o preço médio passando de R$ 5,50 para R$ 6,89. Em seguida aparecem:

  • Leite UHT: +21,7%;
  • Feijão: +20,5%;
  • Ovos: +13,4%;
  • Carne bovina: +6,6%.

Os números reforçam a pressão sobre os itens que compõem a base da alimentação das famílias brasileiras.

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Sudeste registra altas e quedas relevantes em abril

Na análise regional, o Sudeste apresentou comportamento misto entre alimentos e produtos de consumo diário.

As maiores altas registradas foram:

  • Leite UHT: +20,19%;
  • Pão: +4,1%;
  • Creme dental: +1,6%;
  • Água sanitária: +1,6%;
  • Arroz: +1,4%.

Por outro lado, algumas categorias apresentaram alívio nos preços ao consumidor:

  • Carne suína: -5,9%;
  • Ovos: -4,8%;
  • Açúcar: -3,1%;
  • Café em pó e em grãos: -3%;
  • Desinfetante: -1,8%.
Mercado deve seguir atento à oferta e ao clima

A expectativa para os próximos meses é de continuidade da volatilidade em produtos mais dependentes das condições climáticas e da oferta agrícola, especialmente lácteos, hortifrúti e itens básicos da alimentação.

Em contrapartida, categorias industrializadas e algumas proteínas tendem a apresentar maior estabilidade, favorecidas pela competição entre varejistas e pela acomodação dos custos de produção.

O comportamento desses mercados continuará sendo um dos principais fatores de influência sobre a inflação dos alimentos ao longo de 2026, impactando diretamente o orçamento das famílias brasileiras e as estratégias da cadeia de abastecimento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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