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ADAMA Marca Avanços na Produção Sustentável de Fungicidas com Nova Tecnologia

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A ADAMA, uma das líderes no desenvolvimento de soluções para proteção de culturas, comemora marcos significativos em sua jornada rumo a uma produção mais sustentável. A companhia, conhecida por sua expertise na formulação de fungicidas, alcançou um feito notável ao reciclar 100% dos resíduos gerados na produção do protioconazol e 70% dos resíduos da síntese de picoxistrobina em sua unidade de Taquari (RS).

O Brasil, um dos maiores produtores e exportadores de soja do mundo, enfrenta desafios contínuos relacionados às doenças que afetam a cultura, abrangendo cerca de 45 milhões de hectares nesta safra. Nesse cenário, a eficácia dos fungicidas é crucial para garantir a produtividade, segurança alimentar e a rentabilidade dos produtores.

“Com o aumento da consciência ambiental, a busca por processos de produção mais limpos é uma prioridade crescente. Na ADAMA, consideramos a formulação sustentável como um dos nossos pilares estratégicos e estamos comprometidos com a inovação para oferecer produtos que sejam eficazes e ambientalmente responsáveis”, afirma Roberson Marczak, gerente de Inovação e Sustentabilidade da ADAMA no Brasil.

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Inovação na Produção de Protioconazol

A ADAMA, única produtora de protioconazol no Brasil, enfrentou desafios na gestão dos resíduos gerados, especificamente o cloreto ferroso, subproduto do processo de produção. Inicialmente, o resíduo era descartado, mas a empresa desenvolveu uma solução inovadora para tratar e reciclar o material.

Luciano Porto, coordenador de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da ADAMA em Taquari, destaca que a reciclagem é realizada dentro do próprio processo produtivo da companhia. “Nossa meta era reciclar 50% do resíduo, mas conseguimos alcançar 100% após estudos e melhorias contínuas”, explica Porto. A ADAMA também adaptou sua estação de tratamento biológico para processar 100% de outro efluente do protioconazol, reduzindo significativamente o volume de resíduos e efluentes.

Sustentabilidade na Produção de Picoxistrobina

No caso da picoxistrobina, um ativo essencial no fungicida Blindado® T.O.V., a ADAMA implementou um sistema de evaporação a vácuo para reciclar resíduos. Antes, a empresa incinerava 129 toneladas anuais de resíduos, o que representava um custo ambiental e econômico elevado. Com o novo sistema, a ADAMA reduziu a quantidade de resíduos incinerados em aproximadamente 70% nos últimos três anos.

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Marczak ressalta: “Esses avanços reforçam nosso compromisso com a sustentabilidade e a eficiência. Estamos investindo em tecnologias que não apenas minimizam o impacto ambiental, mas também otimizam a utilização de matérias-primas e reduzem custos.”

Tecnologia de Formulação Exclusiva

A ADAMA também desenvolveu a Tecnologia T.O.V. – Tecnologia, Operação Simplificada e Valor para o produtor. Essa tecnologia é incorporada nos fungicidas Armero®, Almada® e Blindado® T.O.V., proporcionando aos produtores uma solução que combina inovação e sustentabilidade desde a produção até a aplicação.

Com essas inovações, a ADAMA reafirma seu compromisso com a excelência e a sustentabilidade, oferecendo soluções que beneficiam tanto o meio ambiente quanto os produtores agrícolas brasileiros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Plano Safra 2026/2027 pode impulsionar vendas de máquinas para agricultura familiar, avalia Agritech

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O reforço dos recursos destinados à agricultura familiar no Plano Safra 2026/2027 foi recebido com expectativa positiva pelo setor de máquinas agrícolas. Para a Agritech, fabricante brasileira especializada em tratores e implementos para pequenos e médios produtores, o aumento do orçamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e a redução das taxas de juros criam um ambiente mais favorável para os investimentos no campo.

No entanto, a empresa ressalta que o impacto sobre as vendas dependerá da efetiva liberação e contratação das linhas de crédito pelos agricultores.

Nesta safra, o Governo Federal destinou R$ 85,2 bilhões ao Pronaf, valor 9% superior aos R$ 78,2 bilhões disponibilizados no ciclo anterior. As linhas de custeio passam a operar com juros entre 1% e 7,5% ao ano, enquanto os financiamentos para investimentos terão taxas entre 1% e 5% para aquisição de máquinas e equipamentos e de até 7,5% para outras finalidades.

Crédito rural será decisivo para retomada do mercado

Segundo o gerente de Vendas e Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira, a ampliação dos recursos e o custo menor do financiamento representam um estímulo importante para o produtor rural, especialmente após um período marcado pela perda do poder de compra e retração dos investimentos.

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De acordo com o executivo, o mercado demonstra sinais de recuperação, mas ainda opera com cautela.

Ele observa que a movimentação nas feiras do agronegócio revela o interesse dos produtores em renovar suas máquinas, porém a concretização dos negócios continua condicionada ao acesso ao crédito rural.

A empresa destaca que cerca de 90% das vendas do segmento dependem de financiamento, o que torna a disponibilidade dos recursos um fator determinante para o desempenho do mercado.

Moderfrota também pode acelerar renovação da frota

Além do Pronaf, a Agritech acompanha as oportunidades geradas pelo Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota).

Para a safra 2026/2027, o programa contará com R$ 5,8 bilhões em recursos. As taxas de juros foram definidas em 11,5% ao ano para produtores enquadrados no Pronamp e 12,5% ao ano para os demais agricultores.

O financiamento contempla produtores rurais e cooperativas com renda bruta anual de até R$ 45 milhões, oferecendo prazo de pagamento de até sete anos para máquinas novas e até quatro anos para equipamentos usados.

Na avaliação da Agritech, o Moderfrota pode ampliar o acesso à mecanização, estimular a renovação da frota agrícola e contribuir para ganhos de produtividade no campo. Ainda assim, a empresa ressalta que os resultados dependerão da efetiva execução dos recursos anunciados pelo governo.

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Máquinas desenvolvidas para a agricultura familiar

A estratégia da Agritech está baseada em equipamentos desenvolvidos especificamente para atender às necessidades da agricultura familiar e das pequenas propriedades rurais.

Segundo Cesar Oliveira, a diversidade de culturas e sistemas produtivos exige tratores adaptados às características de cada atividade, permitindo maior eficiência operacional e melhor aproveitamento dos investimentos realizados pelos produtores.

Entre os destaques da empresa está o trator 1155, equipado com motor de 42 cavalos de potência e produzido em mais de 49 configurações, possibilitando adequações de altura, largura e outros componentes conforme a necessidade de cada propriedade.

A fabricante também ampliou recentemente seu portfólio com o lançamento do AGT-20, modelo equipado com motor de 17 cavalos, voltado aos pequenos produtores que buscam ampliar a mecanização com menor investimento, e do AGT-25 Cabinado, desenvolvido para atender diferentes aplicações agrícolas em propriedades familiares e de médio porte.

Para a Agritech, a combinação entre crédito acessível, juros menores e equipamentos adequados à realidade da agricultura familiar poderá favorecer a retomada dos investimentos em mecanização, desde que os recursos previstos no Plano Safra cheguem efetivamente aos produtores rurais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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