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ADAMA Enfatiza Inovação e Sustentabilidade na Pecuária Paraense durante o Circuito Cria

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A ADAMA reforçou seu compromisso com a inovação e a sustentabilidade na pecuária brasileira ao participar de mais uma etapa do Circuito Cria, um projeto promovido pela Scot Consultoria com o apoio da empresa. Esta edição ocorreu no estado do Pará e teve como objetivo impulsionar a eficiência produtiva e a sustentabilidade no setor pecuário, reunindo especialistas, produtores e empresas parceiras.

Durante o evento, a ADAMA acompanhou visitas a propriedades que exemplificam o avanço tecnológico e as boas práticas de manejo. Na Fazenda Guadalupe, localizada em Santa Maria das Barreiras, o destaque foi o programa Qualitas, uma iniciativa de melhoramento genético reconhecida pelo Ministério da Agricultura desde 2002. O programa assegura conformidade e qualidade por meio de auditorias regulares. “Apoiamos práticas que fortalecem o setor produtivo e elevam os padrões da pecuária, como as iniciativas vistas nesta etapa do Circuito Cria”, afirmou Vinícius Boleta, gerente de Produto da ADAMA.

A Fazenda São Joaquim III, em Redenção, chamou a atenção pela gestão de um rebanho de 18 mil fêmeas, que utilizam modernos protocolos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF). Além disso, a Fazenda Água Fria se destacou pelo uso de sistemas integrados de produção, como a integração lavoura-pecuária (ILP), refletindo o compromisso com a sustentabilidade e a inovação. “A integração dos sistemas de produção, com o uso de tecnologias como as vistas no Pará, é essencial para superar desafios da pecuária a pasto, garantindo produtividade e rentabilidade, mesmo em condições adversas”, completou Boleta.

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A ADAMA tem se dedicado a oferecer soluções que otimizem o manejo de pastagens de forma sustentável. “Nosso portfólio, com produtos como Arremate® e Forasteiro®, se alinha diretamente às necessidades dos pecuaristas, combatendo plantas invasoras e melhorando a oferta de forragem, a produtividade e a rentabilidade da pecuária a pasto”, concluiu Boleta.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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