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Açúcar fecha em alta em Nova York impulsionado por correção técnica e alta do petróleo

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto/demerara encerrou o pregão eletrônico desta quinta-feira com cotações em alta.

Os contratos com entrega para outubro de 2024 foram negociados a 17,85 centavos de dólar por libra-peso, registrando uma valorização de 0,20 centavo, o que representa um acréscimo de 1,13% em relação ao fechamento anterior. Já os contratos para março de 2025 fecharam a 18,17 centavos, com um aumento de 1,11%.

A recuperação dos preços do açúcar bruto foi impulsionada por uma correção técnica após os futuros atingirem, na sessão anterior, os níveis mais baixos desde outubro de 2022. A alta no mercado de petróleo também contribuiu para um tom positivo no setor açucareiro.

Em termos de oferta global, o cenário indica uma manutenção de volumes elevados, favorecida pelo forte início da colheita de cana no Centro-Sul do Brasil. Além disso, espera-se um aumento na disponibilidade de açúcar da Tailândia no quarto trimestre deste ano.

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Paralelamente, o governo brasileiro revisou para cima sua estimativa para a safra de cana-de-açúcar de 2024/25. No entanto, a produção ainda deve ficar abaixo da temporada anterior, devido à combinação de baixa precipitação e altas temperaturas, que prejudicaram os rendimentos em regiões-chave do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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