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Açúcar em Queda: Contratos Futuros se Aproximam da Mínima de 18 Meses; Etanol Tem 5ª Queda Seguida

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Os contratos futuros do açúcar registraram uma baixa significativa nesta quarta-feira (15), aproximando-se da mínima de 18 meses na ICE Futures de Nova York. A pressão sobre as cotações é impulsionada pelos bons números da safra brasileira, que exercem influência nos mercados globais.

Desempenho em Nova York e Londres

Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto encerrou em queda em todos os vencimentos desta quarta-feira. O contrato julho/24 foi negociado a 18,65 centavos de dólar por libra-peso, representando uma desvalorização de 22 pontos em comparação com o dia anterior. Enquanto isso, em Londres, na ICE Futures Europe, a tendência de baixa também prevaleceu para o açúcar branco, com o vencimento agosto/24 sendo negociado a US$ 542,30 a tonelada, registrando um recuo de 10,70 dólares em relação aos preços do dia anterior.

Mercado Doméstico e Etanol Hidratado

No mercado interno, o açúcar cristal fechou em alta nesta quarta-feira, conforme indicado pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. As usinas negociaram a saca de 50 quilos a R$ 139,63, representando uma valorização de 1,10% em comparação com o dia anterior. Em contrapartida, o etanol hidratado registrou sua quinta queda consecutiva no Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi negociado a R$ 2.411,00 o metro cúbico, marcando uma queda de 0,14% em comparação com o dia anterior.

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Análise da Produção

De acordo com a Unica, a produção de etanol na segunda quinzena de abril atingiu 1,51 bilhão de litros, sendo 1,08 bilhão de litros de hidratado e 436,38 milhões de litros de anidro. No acumulado de abril, a fabricação do biocombustível totalizou 2,36 bilhões de litros, com 1,78 bilhão de etanol hidratado e 584,06 milhões de litros de anidro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agro brasileiro avançam em abril e soja lidera embarques, aponta ANEC

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O Brasil segue com ritmo acelerado nas exportações do agronegócio em 2026, com destaque para a soja e o milho, segundo dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O relatório da Semana 16 mostra avanço consistente nos embarques e reforça o protagonismo do país no comércio global de grãos.

Embarques semanais superam 3,4 milhões de toneladas de soja

Na semana de 19 a 25 de abril, os embarques brasileiros de soja somaram cerca de 3,48 milhões de toneladas. Para o período seguinte, entre 26 de abril e 2 de maio, a projeção indica aumento para aproximadamente 4,46 milhões de toneladas.

Os dados refletem a intensificação da logística portuária, com destaque para:

  • Porto de Santos: maior volume embarcado, superando 1,4 milhão de toneladas de soja
  • Paranaguá: mais de 400 mil toneladas
  • Barcarena e São Luís/Itaqui: forte participação no escoamento pelo Arco Norte

Além da soja, o farelo e o milho também apresentaram movimentação relevante nos principais portos do país.

Exportações crescem em abril e reforçam tendência positiva em 2026

No acumulado mensal, abril deve registrar entre 18,0 milhões e 20 milhões de toneladas exportadas, considerando todos os produtos analisados.

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Entre os destaques:

  • Soja: cerca de 14,9 milhões de toneladas embarcadas
  • Milho: 2,75 milhões de toneladas
  • Farelo de soja: volumes mais modestos, mas com recuperação frente a meses anteriores

No acumulado do ano, o Brasil já soma mais de 41 milhões de toneladas exportadas de soja, mantendo desempenho robusto no mercado internacional.

Comparativo com 2025 mostra avanço nas exportações

Os dados da ANEC indicam crescimento relevante frente ao ano anterior, especialmente no primeiro quadrimestre:

  • Janeiro: alta expressiva nos embarques
  • Março e abril: consolidação do crescimento
  • Fevereiro: leve recuo pontual

Em abril, o volume exportado supera em mais de 2,3 milhões de toneladas o registrado no mesmo período de 2025.

China segue como principal destino da soja brasileira

A demanda internacional permanece aquecida, com forte concentração nas compras chinesas. Entre janeiro e março de 2026:

  • China: responsável por 75% das importações de soja brasileira
  • Espanha e Turquia: aparecem na sequência, com participações menores
  • Países asiáticos e do Oriente Médio ampliam presença
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No caso do milho, os principais destinos incluem Egito, Vietnã e Irã, reforçando a diversificação dos mercados compradores.

Logística e demanda sustentam desempenho do agro

O avanço das exportações brasileiras está diretamente ligado à combinação de fatores como:

  • Safra robusta
  • Demanda internacional aquecida
  • Eficiência logística, com maior uso de portos do Norte

A tendência é de manutenção do ritmo positivo ao longo dos próximos meses, especialmente com o avanço da comercialização da safra e a continuidade da demanda global por grãos brasileiros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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