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Ações de China e Hong Kong Disparam com Setor de Tecnologia e Expectativa de Menor Tensão Comercial

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Setor de Tecnologia Lidera Recuperação

O índice STAR50 de Xangai, focado em tecnologia, subiu 3,49%, enquanto o subíndice CSI Info Tech avançou 2,88%. O setor de semicondutores também teve desempenho destacado, com o subíndice CSI subindo 4,68%.

Segundo analistas, o movimento reflete a retomada do apetite por ativos de tecnologia e expectativas de estímulos econômicos na China.

Alibaba Expande Estratégia Global de IA

A gigante chinesa de comércio eletrônico Alibaba anunciou a abertura de seus primeiros centros de dados no Brasil, França e Holanda, reforçando sua estratégia global de inteligência artificial.

As ações da empresa listadas em Hong Kong dispararam 9,16%, atingindo o valor mais alto desde 2021.

Desempenho dos Principais Índices Asiáticos
  • Xangai (SSEC): +0,83%, a 3.853 pontos
  • CSI300 (Xangai e Shenzhen): +1,02%, a 4.566 pontos
  • Hang Seng (Hong Kong): +1,37%, a 26.518 pontos
  • Nikkei (Tóquio): +0,30%, a 45.630 pontos
  • KOSPI (Seul): -0,40%, a 3.472 pontos
  • TAIEX (Taiwan): -0,19%, a 26.196 pontos
  • Straits Times (Cingapura): -0,37%, a 4.286 pontos
  • S&P/ASX 200 (Sydney): -0,92%, a 8.764 pontos
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Enquanto Xangai, Hong Kong e Tóquio avançaram, outras praças da Ásia-Pacífico registraram recuos, refletindo volatilidade no mercado regional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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