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Ações da China sobem impulsionadas pela confiança em IA, enquanto Hong Kong registra queda com realização de lucros

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As ações da China encerraram em alta nesta quarta-feira, impulsionadas pela confiança crescente nos ganhos de empresas do setor de inteligência artificial (IA), enquanto o mercado de Hong Kong registrou uma leve queda, devido à realização de lucros por investidores em algumas ações tecnológicas.

O índice de Xangai teve uma valorização de 0,81%, e o CSI300, que reúne as principais empresas de Xangai e Shenzhen, avançou 0,7%. Em contraste, o índice Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,14%. As ações de tecnologia e as ligadas à IA se destacaram no mercado chinês, com ganhos de 3% e 2,5%, respectivamente.

Segundo analistas de bancos de investimento, os argumentos para a compra de ações chinesas, em particular as de tecnologia, têm se fortalecido, possivelmente atraindo de volta investidores de longo prazo. Este otimismo foi reforçado pela ascensão da startup de IA DeepSeek e por uma reunião entre o presidente Xi Jinping e líderes do setor empresarial.

O índice Hang Seng acumula uma valorização de 14% no ano, enquanto o índice de tecnologia subiu 27%, destacando Hong Kong como um dos mercados de melhor desempenho de 2025.

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No entanto, as ações de grandes empresas de tecnologia listadas em Hong Kong, como Alibaba e Baidu, caíram 1,7% e 2,1%, respectivamente, refletindo a realização de lucros.

Outros índices asiáticos também apresentaram variações. Em Tóquio, o índice Nikkei recuou 0,27%, atingindo 39.164 pontos, enquanto em Seul, o índice KOSPI valorizou-se 1,7%, chegando a 2.671 pontos. Em Taiwan, o índice TAIEX teve uma queda de 0,26%, ficando em 23.604 pontos. Em Cingapura, o índice Straits Times subiu 0,22%, fechando em 3.934 pontos. Já em Sydney, o índice S&P/ASX 200 caiu 0,73%, a 8.419 pontos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Leite longa vida dispara quase 14% e lidera pressão da inflação ao consumidor em maio, aponta FGV

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O leite longa vida voltou a pressionar o bolso do consumidor brasileiro e ganhou protagonismo nos indicadores econômicos de maio. De acordo com dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o produto acumulou alta de 13,85% no período e foi o principal responsável pela pressão inflacionária observada no Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10).

O levantamento mostra que, apesar da forte elevação do leite no varejo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10) desacelerou em maio. Após avançar 0,88% em abril, o indicador registrou alta de 0,68% neste mês, refletindo a queda de preços em alguns itens importantes do consumo diário.

A disparada do leite chama atenção do setor agropecuário, especialmente da cadeia leiteira, que acompanha de perto o comportamento dos preços tanto no campo quanto no varejo. O alimento possui forte peso no orçamento das famílias brasileiras e qualquer oscilação costuma ter impacto direto nos índices de inflação.

Energia, combustíveis e gás também pressionaram inflação

Além do leite longa vida, outros itens contribuíram para elevar a inflação ao consumidor em maio. A energia elétrica residencial apresentou alta de 1,64%, enquanto o perfume avançou 6,64% no período.

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Os combustíveis também tiveram influência no índice. A gasolina subiu 0,80%, enquanto o gás de botijão registrou elevação de 2,60%, aumentando os custos para consumidores e produtores rurais.

No agronegócio, o comportamento dos combustíveis e da energia elétrica possui impacto estratégico sobre os custos operacionais. O diesel afeta diretamente o transporte de insumos, o escoamento da produção e a logística no campo. Já a energia elétrica pesa sobre sistemas de irrigação, refrigeração, armazenagem e ordenha mecanizada, especialmente na pecuária leiteira.

O avanço desses custos ocorre em um momento de atenção do setor produtivo em relação às margens operacionais, principalmente em atividades de maior consumo energético.

Café, etanol e transporte urbano registraram queda

Na contramão da alta do leite, alguns produtos apresentaram retração nos preços e ajudaram a conter um avanço mais forte da inflação em maio.

Segundo a FGV, a tarifa de ônibus urbano caiu 1,20%, enquanto o café em pó ficou 2,37% mais barato. O etanol também registrou queda relevante, com retração de 1,76% no período.

A maçã apresentou baixa de 4,59%, e os aparelhos telefônicos celulares tiveram redução média de 0,84%.

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A queda do etanol é acompanhada com atenção pelo setor agropecuário, já que o combustível possui importância estratégica nas operações logísticas e no transporte diário, especialmente em regiões com forte presença de veículos flex.

Mercado do leite segue no radar do agronegócio

O comportamento do leite longa vida reforça a sensibilidade do alimento dentro da economia brasileira. Oscilações nos preços da cadeia leiteira impactam diretamente consumidores, varejo, indústria e produtores rurais.

Para o agronegócio, acompanhar os indicadores da inflação e os movimentos do mercado de alimentos se tornou essencial para avaliar tendências de consumo, custos de produção e perspectivas de rentabilidade nos próximos meses.

Os números divulgados pela FGV mostram que o leite permanece entre os produtos mais relevantes na composição dos índices econômicos nacionais, mantendo o setor leiteiro no centro das atenções do mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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