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Ações da China rondam estabilidade com sentimento ainda fraco

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As ações chinesas terminaram praticamente estáveis nesta terça-feira, já que o sentimento dos investidores permaneceu fraco em meio a dados econômicos e à leitura de uma reunião de definição de agenda entre os principais líderes do país.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou com ganho de 0,14%, enquanto o índice de Xangai teve variação positiva de 0,05%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,75%.

Os mercados chineses não conseguiram se livrar do desânimo após os dados econômicos mistos da semana passada e a reação moderada à leitura da Conferência Central de Trabalho Econômico, disse Brendan Ahern, diretor de investimentos da KraneShares, em uma nota.

A economia da China deve apresentar condições mais favoráveis e mais oportunidades do que desafios em 2024, disse a mídia estatal, citando uma leitura da conferência realizada na semana passada.

As políticas macroeconômicas continuarão a dar suporte à recuperação econômica, disse a mídia estatal.

  • Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 1,41%, a 33.219 pontos.
  • Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,75%, a 16.505 pontos.
  • Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,05%, a 2.932 pontos.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,14%, a 3.334 pontos.
  • Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,07%, a 2.568 pontos.
  • Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,43%, a 17.576 pontos.
  • Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,11%, a 3.116 pontos.
  • Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,84%, a 7.489 pontos.
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Fonte: Reuters

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cúpula do agro liga inovação e rastreabilidade ao acesso a mercados

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Acesso a mercados, rastreabilidade e uso de tecnologia para reduzir riscos estão no centro da proposta da Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro, a Citagro 2026, marcada para 16 de novembro, em São Paulo. O encontro pretende aproximar empresas, investidores e pesquisadores em torno da competitividade da produção brasileira.

A questão chega à porteira por meio das exigências dos compradores. Para cadeias que abastecem mercados com regras ambientais específicas, comprovar a origem da mercadoria e as condições de produção passa a integrar o trabalho de comercialização. Sistemas digitais de rastreabilidade ajudam a organizar as informações necessárias para atender a esses critérios.

Um exemplo é o Regulamento Europeu Antidesmatamento (EUDR), cuja aplicação começa em 30 de dezembro de 2026 para grandes e médios operadores, segundo a Comissão Europeia. A norma abrange bovinos, soja, café, cacau, óleo de palma, borracha, madeira e determinados derivados. Para a maior parte dos micro e pequenos operadores, o prazo é 30 de junho de 2027.

As regras exigem comprovação de que os produtos foram obtidos conforme a legislação do país de origem e não estão associados a desmatamento posterior a 31 de dezembro de 2020. A verificação envolve informações sobre fornecedores e localização das áreas produtivas. Mesmo produtores brasileiros que vendem a uma cooperativa ou empresa intermediária recebem demandas por esses dados dos compradores.

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Outra mudança é o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira da União Europeia (CBAM), em sua fase definitiva desde janeiro de 2026. Seu alcance inclui determinados fertilizantes e outros produtos industriais. Nesses casos, as emissões da fabricação entram no cálculo das obrigações dos importadores europeus, acrescentando uma variável ambiental à relação comercial.

O material de apresentação da Citagro também destaca a inteligência de mercado como instrumento para antecipar cenários. A proposta associa competitividade à capacidade de acompanhar mudanças tarifárias, exigências regulatórias e movimentos da demanda, usando essas informações no planejamento das empresas e na diversificação de destinos para a produção.

Para o produtor, essa discussão envolve decisões concretas: quais informações manter sobre a propriedade, quais tecnologias adotar e quais requisitos serão necessários para vender a determinados compradores. A conexão entre pesquisa e produção, outro eixo da iniciativa, busca aproximar o desenvolvimento de soluções das necessidades das cadeias agropecuárias e das regiões produtoras.

A apresentação defende ainda maior articulação entre empresas, governos e instituições de pesquisa nas negociações internacionais. O objetivo anunciado é combinar inovação no campo com participação brasileira na definição de padrões comerciais e ambientais que influenciam o acesso a mercados.

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Serviço

  • Evento: Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro — Citagro 2026
  • Data: 16 de novembro de 2026
  • Horário: das 18h às 22h
  • Cidade: São Paulo (SP)

Fonte: Pensar Agro

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