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ABPA lança campanha para promover carne de aves e suínos no churrasco

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Com a aproximação do Dia Nacional do Churrasco, celebrado em 24 de abril, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) iniciou uma campanha para promover a inclusão de cortes de carne de frango e carne suína no cardápio dos churrascos. A ideia é incentivar o público a experimentar novas opções além dos tradicionais cortes bovinos.

Para dar início à mobilização, a ABPA, em parceria com a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) e o Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Rio Grande do Sul (SIPS), realizou uma grande ação durante a ExpoChurrasco, em Porto Alegre (RS), no último fim de semana. Durante as seis horas do evento, mais de 200 quilos de cortes de aves e suínos foram assados e servidos aos participantes, com pratos especiais preparados pelo chef Marcelo Bortolon, que mostrou a versatilidade e o sabor dessas carnes para a grelha.

A promoção desses cortes para churrasco não se limitou ao evento gaúcho. A partir das imagens capturadas na ExpoChurrasco, a ABPA está produzindo uma série de vídeos ilustrativos e informativos para divulgar diferentes cortes para churrasco em suas redes sociais institucionais e de consumo. O primeiro vídeo já foi lançado e pode ser visto no perfil do Instagram da ABPA.

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O presidente da ABPA, Ricardo Santin, explica que a campanha busca incentivar a criatividade dos entusiastas do churrasco. Ele destaca que, além de serem práticos e saborosos, os cortes de carne suína e de frango são mais acessíveis e têm grande potencial para se tornarem ainda mais populares nas festas ao redor da grelha.

A campanha da ABPA, focada nessas características, visa aumentar a presença de carnes de aves e suínos nos churrascos e estimular as pessoas a explorar novos sabores e possibilidades.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtor tem até 30 de setembro para entregar a DITR

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O produtor rural tem até 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026 e não precisa adotar automaticamente o valor da terra divulgado pelo município ou por órgãos estaduais. As tabelas servem como referência, mas o valor informado deve refletir as características e o preço de mercado de cada imóvel.

O esclarecimento foi feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). Segundo o órgão, os preços publicados representam médias regionais e não substituem uma avaliação individual da propriedade.

O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) é autodeclaratório. Isso permite que o contribuinte utilize um valor diferente da tabela, desde que consiga demonstrar como chegou ao resultado. Diferenças sem justificativa podem levar a Receita Federal ou o município conveniado a revisar a declaração e cobrar imposto adicional, juros e multa.

O Valor da Terra Nua (VTN) deve corresponder ao preço de mercado do imóvel em 1º de janeiro de 2026. O cálculo precisa considerar fatores como localização, acesso, logística, relevo, qualidade do solo e aptidão agrícola.

Propriedades formadas por áreas com características diferentes não devem ter todos os hectares avaliados pelo mesmo preço. A orientação é separar os talhões entre lavoura de aptidão boa, regular ou restrita, pastagem, silvicultura e áreas de preservação. Depois, a área de cada parcela é multiplicada pelo valor correspondente à sua capacidade de uso.

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Uma área próxima de rodovias, com solo fértil e condições adequadas para mecanização, por exemplo, tende a valer mais do que um talhão com acesso difícil, relevo acidentado ou limitações produtivas. Essas particularidades podem justificar um VTN diferente da média municipal.

Quando houver diferença relevante, especialmente se o valor declarado estiver abaixo da referência pública, o produtor deve manter um laudo de avaliação elaborado por profissional habilitado. O documento precisa identificar o imóvel, explicar a metodologia adotada e apresentar os elementos utilizados para determinar o preço.

Também é necessário separar o valor da terra nua dos investimentos existentes na propriedade. Construções, instalações e benfeitorias, como casas, galpões, currais, cercas e sistemas de irrigação, não entram no VTN. O mesmo vale para culturas, pastagens cultivadas ou melhoradas e florestas plantadas.

Matas nativas e pastagens naturais, entretanto, compõem o valor da terra nua. Áreas de preservação permanente, reserva legal e outras áreas ambientalmente protegidas podem ser excluídas da área tributável quando atendidos os requisitos legais, mas isso não significa que desapareçam do cálculo do valor total da terra.

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A declaração pode ser entregue pelo serviço Minhas Declarações do ITR, disponível no Portal de Serviços da Receita Federal. O acesso exige conta gov.br Prata ou Ouro. Pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares também podem utilizar o Programa ITR 2026.

A entrega fora do prazo gera multa de 1% ao mês ou fração sobre o imposto devido, respeitado o valor mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence em 30 de setembro.

A tabela pública oferece uma referência para o preenchimento, mas não substitui a avaliação da propriedade. O produtor que declarar um valor diferente deve estar preparado para demonstrar que o cálculo representa as condições reais do imóvel.

Fonte: Pensar Agro

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