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AB Vista mostrará estratégias focadas em fibras para a saúde intestinal de monogástricos e apresentará as últimas pesquisas na IPPE

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A equipe de inteligência em rações demonstrará os benefícios de melhorar a fermentação das fibras como uma estratégia para liberar todo o potencial das fibras na nutrição das aves, incluindo ferramentas para aplicar o conceito no campo.

A IPPE acontece de 30 de janeiro a 1º de fevereiro no Georgia World Congress Center, em Atlanta, EUA. Como aquecimento antes da feira, a AB Vista realizará seu tradicional coquetel de recepção no Omni Hotel, no Ballroom AB, no dia 29 de janeiro, das 17h às 20h.

Os visitantes do estande da AB Vista na IPPE podem esperar para saber mais sobre como o conceito de fibra evoluiu ao longo dos anos e como a experiência técnica e as ferramentas de serviços da AB Vista podem apoiar ainda mais o setor quando se trata de aplicações de fibra para aumentar a produtividade das aves.

Os tópicos incluirão:

  • Serviço NIR, que permite aos produtores estabelecer os componentes nutricionais da ração de forma rápida, precisa e em tempo real para otimizar a formulação da dieta.
  • Guia de Referência de Fibra, que define os benefícios da mudança dos métodos convencionais de fibra para a análise total de fibra alimentar usando a tecnologia NIR.
  • Calculadora de fibras, uma ferramenta on-line para auxiliar os nutricionistas na formulação de dietas para animais, calculando o teor de fibra alimentar da ração animal acabada, com base em médias globais do abrangente banco de dados interno da AB Vista.
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Para complementar, as equipes técnicas e de P&D da AB Vista apresentarão as pesquisas mais recentes sobre fibras durante o International Poultry Scientific Forum (IPSF) e em toda a feira.

A Gerente Técnica Global de Avicultura, Dr. Xavière Rousseau, compartilhará as descobertas sobre como o “Perfil de fibra da ração e o uso de estimbióticos influenciam a produtividade dos frangos de corte e a fermentação do intestino grosso”, e a Gerente de Pesquisa, Dra. Gemma Gonzales Ortiz, apresentará o tema “Mortalidade em frangos de corte como resultado da alimentação com um estimbiótico”, no IPSF, em 29 de janeiro.

Alexandre Barbosa de Brito, Diretor Técnico da AB Vista LATAM, ministrará um TECHTalk sobre “Utilização de fibra dietética para desempenho ideal” em 1º de fevereiro, no Hall A, estande A244, às 10h30. A palestra abordará os avanços na compreensão da fibra, o impacto que ela tem sobre o desempenho das aves e as ferramentas que podem ser usadas nas formulações do dia a dia para monitorar e utilizar a fibra para obter os melhores resultados.

Nova diretora global de marketing estará na IPPE 24

A AB Vista, buscando intensificar seu posicionamento na área de saúde intestinal e focar mais nas necessidades dos clientes, apresentará sua nova diretora global de marketing – Raquel Rodrigues. Ela estará presente na IPPE, participando ativamente de todas as atividades e interação com clientes e distribuidores.

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Profissional de marketing com mais de 25 anos de experiência, Raquel Rodrigues é médica veterinária e trabalhou em várias multinacionais de grande porte, dedicando-se principalmente ao segmento de monogástricos e, mais recentemente, ao de ruminantes, animais de estimação e aquicultura. Ela também tem amplo conhecimento sobre o desenvolvimento de uma abordagem sustentável para os negócios agrícolas, definindo a direção estratégica e integrando funções complexas.

Em sua nova posição como parte da equipe de gestão da AB Vista, Raquel será responsável por liderar a função de marketing internacional, apoiando a expansão dos negócios internacionais e desenvolvendo ainda mais a abordagem centrada no cliente.

“A nomeação de um Diretor Global de Marketing é fundamental para nossa estratégia de sermos líderes mundiais em aditivos para rações. Estamos expandindo nossos produtos e serviços para ajudar a combater os desafios crescentes do aumento dos custos das rações e o impacto das doenças animais, ajudando os clientes a melhorar o valor nutricional das dietas e a saúde intestinal dos animais”, revela Juan Ignacio Fernandez, general manager da AB Vista.

A AB Vista estará localizada no Hall A, estande A651.

Para agendar uma reunião com a AB Vista durante a IPPE ou para obter mais informações, entre em contato com a equipe pelo e-mail [email protected] ou com seu representante da ABV.

Fonte: AB VISTA

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho pode perder o equivalente a 87 quilos de ureia por hectare

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Um estudo realizado durante duas safras de milho na Argentina mostrou que o uso de um inibidor de urease pode reduzir pela metade, ou até mais, a quantidade de nitrogênio perdida para a atmosfera depois da adubação. Nos ensaios, a ureia convencional perdeu até 20% do nutriente aplicado, enquanto a tratada com o inibidor limitou as perdas a, no máximo, 7%.

O trabalho foi conduzido em campo pelo Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (Inta), na região argentina de Paraná, nas temporadas 2024/25 e 2025/26. O objetivo era comparar o comportamento da ureia comum com o de uma formulação tratada para retardar a volatilização de amônia.

A volatilização ocorre quando parte do nitrogênio presente na ureia se transforma em amônia e escapa para a atmosfera. Isso significa que uma parcela do fertilizante comprado, transportado e distribuído na lavoura deixa de estar disponível para as raízes do milho.

A urease é uma enzima naturalmente presente no solo e responsável por acelerar a transformação da ureia. O inibidor desacelera esse processo durante alguns dias, ampliando a possibilidade de o fertilizante ser incorporado ao solo pela chuva e reduzindo sua exposição na superfície.

Para fazer a comparação, os pesquisadores aplicaram doses de 100 e 200 quilos de nitrogênio por hectare, além de manter uma área sem adubação. As aplicações foram realizadas após chuvas de 24 a 39 milímetros, quando o solo ainda estava úmido e apresentava condições favoráveis à volatilização. As perdas foram acompanhadas nos dias seguintes.

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A maior liberação de amônia pela ureia convencional ocorreu entre o segundo e o terceiro dia depois da aplicação. Na safra 2024/25, entre 14% e 15% do nitrogênio aplicado com essa fonte foi perdido. Com o inibidor, o índice caiu para uma faixa de 6% a 7%.

Na temporada 2025/26, a diferença aumentou. A ureia convencional perdeu entre 13% e 20% do nitrogênio, enquanto a formulação tratada ficou entre 5% e 6%. Os resultados mostram que o inibidor não elimina a volatilização, mas reduz de maneira significativa o volume desperdiçado em situações de maior risco.

Na prática, o prejuízo pode ser expressivo. Em uma adubação de 200 quilos de nitrogênio por hectare, uma perda de 20% representa 40 quilos do nutriente. Como a ureia contém aproximadamente 46% de nitrogênio, isso equivale a cerca de 87 quilos do fertilizante por hectare.

Com o inibidor, a perda observada na mesma dose corresponderia a aproximadamente 22 a 30 quilos de ureia por hectare. Na maior diferença registrada pelo estudo, o tratamento preservou o equivalente a cerca de 65 quilos de ureia em cada hectare.

Se a tonelada do fertilizante custar R$ 3 mil, apenas para ilustrar o tamanho econômico do problema, a perda máxima identificada no estudo corresponderia a R$ 261 por hectare. Em uma lavoura de mil hectares, o desperdício chegaria a R$ 261 mil. O uso do inibidor poderia preservar até R$ 196 mil desse valor, antes de descontar o custo adicional do tratamento.

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O estudo, entretanto, não encontrou diferença estatística de produtividade entre a ureia convencional e a tratada. Os rendimentos variaram de 5.277 a 11.915 quilos de milho por hectare e responderam principalmente à quantidade de nitrogênio aplicada.

Isso significa que conservar mais nitrogênio no solo não garante, isoladamente, uma colheita maior. A resposta do milho também depende da disponibilidade de água, da fertilidade, do potencial da lavoura e do equilíbrio com os demais nutrientes. O benefício imediato demonstrado pela pesquisa foi a redução do desperdício, e não um aumento comprovado da produtividade.

Os resultados também não significam que o inibidor será economicamente vantajoso em todas as aplicações. A decisão depende da diferença de preço entre as duas fontes, do risco de volatilização, das condições do solo e da possibilidade de chuva suficiente para incorporar a ureia depois da adubação.

Embora tenha sido realizado na Argentina, o estudo ajuda a dimensionar um problema enfrentado pelos produtores brasileiros. Ele mostra que, sob condições favoráveis à volatilização, o prejuízo não está apenas na eventual perda de rendimento da lavoura, mas no fertilizante pago pelo produtor que desaparece antes de cumprir sua função.

Fonte: Pensar Agro

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