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A Conexão Via Satélite da Hughes Impulsiona a Expansão da Queijaria Artesanal no Pampa Gaúcho

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Em um cenário rural afastado de grandes centros urbanos, a Canto, uma queijaria artesanal localizada no município de Barra do Quaraí, na região da tríplice fronteira Brasil-Uruguai-Argentina, encontrou na conectividade o ingrediente essencial para seu sucesso. Fundada por Mariana Rosa e Paulo Ceratti, o negócio que produz queijos autorais, com receitas exclusivas à base de leite cru, depende crucialmente de uma conexão estável e rápida para suas operações, desde a comunicação com clientes e fornecedores até a gestão financeira e marketing digital.

“Precisamos da internet para dar visibilidade à Canto através das redes sociais. Através dessas postagens, conseguimos apresentar nossa marca, que representa produtos feitos com amor e propósito, destacando nossos pilares de produção sazonal e manejo diferenciado”, explica Mariana Rosa. A queijaria também utiliza a conectividade para realizar vendas online, fornecendo seus produtos a restaurantes, hotéis e consumidores finais em todo o Brasil. “Sem uma boa internet, não seria possível alcançar essas novas frentes de mercado”, completa.

A solução encontrada pelo casal foi a internet via satélite da Hughesnet, oferecida pela Hughes do Brasil, subsidiária da Hughes Network Systems, LLC. Há quase cinco anos, o serviço de internet banda larga tem sido fundamental para que a Canto se conecte com seu público e alcance mercados distantes, destacando-se na indústria alimentícia regional. Para Rafael Guimarães, presidente da Hughes do Brasil, esse é um exemplo claro do impacto positivo da conectividade em áreas remotas: “Nossa missão é levar conectividade a regiões afastadas, possibilitando que pequenos empreendimentos de áreas distantes alcancem novos mercados e divulguem suas histórias e legados”, destaca Guimarães.

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Além de possibilitar o marketing e as vendas online, a conexão viabilizou projetos inovadores da queijaria, como a ampliação da atividade de turismo rural, a participação em eventos gastronômicos na capital gaúcha e o desenvolvimento de ações de educação ambiental com escolas da região. “A internet é essencial também para a organização de visitas de escolas à nossa propriedade, algo que queremos expandir cada vez mais”, conclui Ceratti.

Com a conectividade garantindo o suporte necessário, a Canto segue crescendo, consolidando-se como um exemplo de como a tecnologia pode impulsionar negócios no interior do país, levando produtos artesanais de qualidade a mercados mais amplos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Crédito privado ao agro cresce e CPR chega a R$ 565 bilhões em maio

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que o financiamento privado do agronegócio segue em expansão e atingiu novos patamares em maio de 2026, segundo o Boletim de Finanças Privadas do Agro. O levantamento reúne os principais instrumentos usados pelo setor para obter crédito fora das linhas tradicionais do governo.

O estoque de Cédulas de Produto Rural (CPR) chegou a R$ 565 bilhões, alta de 13% em 12 meses. Na prática, esse instrumento funciona como uma antecipação de recursos ao produtor, muitas vezes usada para custear a safra antes da colheita. O crescimento indica maior uso desse tipo de operação no campo.

Apesar do avanço no estoque, o ritmo de novas emissões de CPR perdeu força no acumulado da safra 2025/26. Entre julho de 2025 e maio de 2026, os registros somaram R$ 343,9 bilhões, queda de 6% em relação ao ciclo anterior.

Já as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), usadas pelos bancos para captar dinheiro no mercado e emprestar ao setor, somaram R$ 571,51 bilhões em estoque, praticamente estáveis na comparação anual, com leve recuo de 0,3%. Mesmo assim, a parcela desses recursos que chega efetivamente ao campo aumentou.

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Ao menos R$ 342,9 bilhões estavam direcionados ao financiamento agropecuário, com crescimento de 20% em relação ao ano anterior. Esse avanço está ligado à mudança na regra que obriga os bancos a aplicarem uma fatia maior dos recursos captados no setor, que passou de 50% para 60%.

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), que também funcionam como uma forma de antecipação de recursos por meio do mercado financeiro, cresceram 12% em 12 meses e chegaram a R$ 175,7 bilhões. Já os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA) recuaram 6%, após um período de forte expansão no ano anterior.

Entre os fundos de investimento voltados ao agro (Fiagro), o patrimônio chegou a R$ 62 bilhões em abril, com 247 fundos em operação. Esse instrumento vem ganhando espaço por aproximar investidores do financiamento direto da produção rural.

De forma geral, os dados mostram que o produtor rural depende cada vez mais de diferentes fontes de crédito além dos bancos tradicionais. Hoje, parte do dinheiro que financia a safra vem diretamente do mercado financeiro, o que amplia as opções, mas também torna o custo do crédito mais sensível às condições do mercado.

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Fonte: Pensar Agro

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