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9º Encontro do Trigo de São Paulo: Projeções e Tendências para a Cadeia Produtiva do Cereal

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O Sindicato da Indústria do Trigo do Estado de São Paulo (Sindustrigo) promoverá, no dia 27 de setembro, a partir das 8h, o 9º Encontro da Cadeia Produtiva do Trigo de São Paulo. O evento será realizado no Espaço Nobre da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), em São Paulo, e contará com transmissão ao vivo. Reunindo especialistas e profissionais da área, o encontro será uma oportunidade para debater as tendências, transformações e desafios enfrentados pelo setor do trigo.

De acordo com João Carlos Veríssimo, presidente do Sindustrigo, o Encontro do Trigo de São Paulo se consolidou como um evento anual de destaque no calendário do setor. “O evento é conhecido pela qualidade dos temas abordados e pelos renomados palestrantes convidados. Este ano, nosso objetivo é discutir assuntos pertinentes e fornecer análises e perspectivas que ajudarão toda a cadeia produtiva a se preparar para os desafios do próximo ano”, afirma Veríssimo.

Painéis e Palestrantes Confirmados

O evento contará com um elenco de palestrantes de alto nível. Mário Mesquita, economista-chefe do Banco Itaú, participará do painel “Cenário Econômico Brasileiro”. Mesquita, com uma vasta experiência que inclui passagens pelo Banco Central do Brasil (BCB) e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), além de doutorado em Economia pela Universidade de Oxford, oferecerá uma visão abrangente sobre o mercado nacional e suas projeções futuras.

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Elcio Bento, economista graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e responsável pelo Departamento de Análise do Mercado de Trigo, apresentará o painel “Conjuntura Mercadológica Internacional e Nacional do Trigo”. Bento compartilhará insights sobre a produção de trigo no Brasil e no mundo, incluindo previsões de safra dos principais países produtores e seus impactos no mercado brasileiro.

O painel “Tendências Globais de Consumo e Aplicabilidade no Mercado Brasileiro” será conduzido por Julia Browne, coordenadora de Marketing da Prozyn Biosolutions. Com mais de 15 anos de experiência em marketing e design, Browne abordará as novidades no mercado de consumo de derivados de trigo globalmente e explorará as oportunidades no Brasil.

Para encerrar o evento, Claudio Czarnobai, diretor de Vendas para Novos Negócios da Nielsen/NielsenIQ, apresentará o painel “A Expansão e Transformação do Atacarejo”. Czarnobai, formado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Instituto de Administração (FIA), discutirá as estratégias e inovações no setor de atacarejo.

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Os interessados em participar do 9º Encontro da Cadeia Produtiva do Trigo de São Paulo, seja presencialmente ou de forma remota, podem se inscrever através do link https://bit.ly/4ctOuoL.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Crédito rural e renegociação de dívidas ganham destaque com juros elevados e linhas a partir de 2% ao ano

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A elevação da taxa Selic para 15% pelo Comitê de Política Monetária (Copom) reforça o cenário de juros elevados no Brasil e amplia o impacto sobre o crédito rural e o endividamento no agronegócio. Com isso, o país passa a ocupar a vice-liderança global em juros reais, atrás apenas da Argentina, segundo levantamento do Portal MoneYou.

A decisão do Banco Central tem como objetivo conter a inflação por meio do encarecimento do crédito e da redução da demanda na economia. No entanto, o movimento também afeta diretamente produtores rurais que contrataram financiamentos nos últimos anos para custeio de safra, aquisição de máquinas, implementos e expansão de áreas produtivas.

Selic elevada encarece crédito e pressiona produtores rurais

Com a taxa básica de juros em patamar elevado, empréstimos e financiamentos tendem a ficar mais caros. Em alguns casos, operações de crédito rural já contratadas podem sofrer reajustes, especialmente aquelas indexadas a taxas variáveis.

O aumento dos juros, apesar de contribuir para o controle inflacionário, também reduz o ritmo de investimentos no setor produtivo, já que encarece o capital e impacta diretamente a capacidade de expansão dos negócios no campo.

Nesse cenário, produtores rurais passam a avaliar alternativas como renegociação, alongamento de prazos e quitação antecipada de dívidas, dependendo das condições financeiras e da estrutura de cada operação.

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Mercado privado amplia opções de crédito rural

Além das linhas oficiais, o produtor rural conta com soluções do mercado financeiro privado, que vêm ganhando espaço como alternativa ao crédito tradicional.

A ConsulttAgro, empresa especializada em captação de recursos para o agronegócio, atua com taxas a partir de 2% ao ano e prazos de até 20 anos para pagamento, voltados à aquisição de terras, maquinários e expansão produtiva.

A empresa mantém parceria com mais de 20 instituições financeiras, incluindo bancos, administradoras de crédito e fundos de investimento, com foco na estruturação de operações personalizadas para diferentes perfis de produtores.

Segundo representantes da consultoria, o processo de análise considera fatores como garantias, faturamento e necessidade do cliente, buscando adequar taxa, prazo e custo total da operação ao perfil de cada produtor rural.

Garantias e perfil do produtor definem condições de crédito

Especialistas do setor destacam que a estrutura de garantias é um dos principais fatores para a obtenção de melhores condições de financiamento. Dependendo da linha de crédito, podem ser exigidas garantias proporcionais ao valor financiado, variando conforme o risco da operação.

A recomendação é que o produtor apresente informações claras e organizadas desde o início da negociação, o que contribui para maior agilidade na análise e melhores condições de contratação.

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Crédito rural privado cresce com demanda por alternativas

O aumento da demanda por crédito estruturado tem impulsionado empresas especializadas no setor. Em 2024, operações privadas voltadas ao agronegócio movimentaram R$ 1,6 bilhão, com valores que variam de R$ 150 mil a R$ 150 milhões por operação.

Além de aquisição de áreas rurais, essas linhas também atendem investimentos em infraestrutura, máquinas e expansão produtiva, ampliando o acesso a capital fora do sistema bancário tradicional.

Gestão financeira se torna estratégica no agronegócio

Com juros elevados e maior pressão sobre o custo do crédito, a gestão financeira ganha papel central na sustentabilidade das propriedades rurais. A escolha entre renegociar dívidas, alongar prazos ou buscar novas linhas de financiamento depende diretamente do planejamento de cada produtor.

Em um cenário de Selic elevada e crédito mais restrito, a busca por alternativas mais competitivas se torna uma estratégia essencial para manter a competitividade e garantir a continuidade dos investimentos no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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