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47ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga será realizada em julho de 2025 no Jockey Club de São Paulo

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A 47ª edição da Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga já tem data marcada: o evento será realizado entre os dias 3 e 13 de julho de 2025, no tradicional Jockey Club de São Paulo, no bairro Cidade Jardim. A grande novidade desta edição é a mudança para o mês de julho, aproveitando o período das férias escolares para estimular a participação de famílias inteiras.

Novo calendário visa aproximar o público do cavalo Mangalarga

De acordo com Fernando Tardioli, presidente da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga (ABCCRM), a escolha da nova data busca ampliar o alcance do evento e tornar a experiência ainda mais familiar.

“A Exposição Nacional no mês de julho é uma conquista importante. Com as férias escolares, conseguimos atrair as famílias para perto do cavalo Mangalarga, promovendo momentos de integração e paixão pela raça”, destaca Tardioli.

Programação técnica e atrações para todos os públicos

Com entrada gratuita, a exposição contará com provas tradicionais como Marcha, Morfologia e funcionais, além da empolgante competição Cavalo x Moto, que costuma movimentar o público com adrenalina e velocidade. Outro destaque é o Leilão Oficial da Raça, organizado pela Ouro Fino Leilões, que reunirá os principais exemplares do Mangalarga.

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Jockey Club de São Paulo: estrutura e visibilidade para a raça

A escolha do Jockey Club de São Paulo como sede do evento foi estratégica, considerando sua excelente localização e estrutura para acomodar animais, criadores e visitantes.

“As instalações são extremamente confortáveis e adequadas para receber todos os animais, colaboradores, criadores, expositores e visitantes. O local é simbólico e importante para a cidade, reforçando o prestígio do cavalo Mangalarga”, afirma Tardioli.

Além de facilitar o acesso, o espaço contribui para posicionar a raça em um palco de maior visibilidade, ampliando o contato com novos públicos e reforçando o compromisso da diretoria com a valorização do Mangalarga.

Objetivo é ampliar o alcance e a experiência do público

A ABCCRM pretende transformar a Exposição Nacional em uma experiência completa para o público, reunindo entretenimento, técnica e tradição. A expectativa é que o evento reforce a presença do cavalo Mangalarga no cenário nacional e atraia visitantes de diferentes regiões.

Mais informações sobre inscrições, programação oficial e detalhes do evento serão divulgadas em breve no site oficial da ABCCRM: www.cavalomangalarga.com.br.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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ABIOVE eleva projeções para 2026 e prevê recorde no esmagamento de soja no Brasil

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A indústria brasileira de soja segue em trajetória de expansão. A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) atualizou suas projeções para o complexo soja em 2026 e confirmou a expectativa de crescimento do processamento doméstico, impulsionado pelo volume recorde da safra e pela demanda consistente por derivados.

De acordo com o novo levantamento, o esmagamento de soja no Brasil deverá alcançar 63 milhões de toneladas em 2026, representando um avanço de 0,8% em relação à estimativa anterior. O resultado reforça o fortalecimento da indústria nacional e amplia a agregação de valor à produção agrícola brasileira.

Produção de farelo e óleo acompanha avanço do processamento

Com a expansão da atividade industrial, a produção de derivados também deve registrar crescimento. A expectativa da entidade é que a fabricação de farelo de soja alcance 48,6 milhões de toneladas, enquanto a produção de óleo de soja deverá somar 12,65 milhões de toneladas ao longo do próximo ano.

A projeção está alinhada ao cenário de ampla disponibilidade de matéria-prima. Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra brasileira de soja está estimada em 180,25 milhões de toneladas em 2026.

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Além disso, a ABIOVE projeta importações de aproximadamente 900 mil toneladas de soja em grão e 125 mil toneladas de óleo de soja, volumes destinados a complementar o abastecimento do mercado interno.

Exportações do complexo soja devem gerar US$ 60 bilhões

No comércio exterior, o complexo soja continuará desempenhando papel estratégico para a balança comercial brasileira. As exportações de soja em grão estão projetadas em 114,1 milhões de toneladas.

Já os embarques de farelo de soja devem atingir 24,95 milhões de toneladas, volume 0,6% superior ao estimado anteriormente. As exportações de óleo de soja também tiveram revisão positiva e devem alcançar 1,65 milhão de toneladas, crescimento de 3,1%.

Com esse desempenho, a expectativa é que o complexo soja gere aproximadamente US$ 60 bilhões em receitas cambiais, consolidando sua posição entre os principais setores exportadores do agronegócio brasileiro.

Processamento mantém ritmo forte em 2026

Os dados mais recentes da indústria reforçam o cenário de crescimento. Em abril de 2026, o processamento de soja totalizou 5,09 milhões de toneladas, registrando alta de 0,2% em relação ao mês anterior.

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Na comparação com abril de 2025, o avanço foi de 6,7%, considerando o ajuste pelo percentual amostral utilizado pela entidade.

No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, o processamento alcançou 18,124 milhões de toneladas, volume 10,1% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

Indústria amplia agregação de valor à safra brasileira

A atualização das projeções da ABIOVE demonstra a capacidade da indústria nacional de absorver o crescimento da produção agrícola e transformar parte cada vez maior da safra em produtos de maior valor agregado.

O avanço do esmagamento fortalece a cadeia produtiva, amplia a oferta de farelo para a pecuária, garante o abastecimento de óleo para os mercados alimentício e energético e contribui para aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro nos mercados internacionais.

Com safra robusta, demanda aquecida e crescimento das exportações de derivados, o complexo soja mantém sua posição como um dos principais motores da economia brasileira e da geração de divisas para o país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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