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34ª Edição do Prêmio Ernesto Illy Recebe 622 Inscrições

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Foi concluído o período de inscrições para o 34º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café para Espresso, organizado pela Experimental Agrícola do Brasil em parceria com a illycaffè. Este ano, foram recebidas um total de 622 amostras de café.

“A quantidade de amostras é expressiva. Neste ano, as peneiras estavam menores, com grãos miúdos, mas com qualidade elevada. Também selecionamos cafés naturais de excelente qualidade”, destaca Dr. Aldir Teixeira, CEO da Experimental e Presidente da Comissão Julgadora do Prêmio desde a sua primeira edição, em 1991.

Dr. Aldir ressalta que, a cada edição, a missão e a responsabilidade da comissão aumentam, dado que suas escolhas podem contribuir para a seleção do que pode se tornar o melhor café do mundo. Em 2023, por exemplo, a Fazenda São Mateus Agropecuária conquistou o 8º Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy, competindo com renomados produtores da Costa Rica, El Salvador, Etiópia, Guatemala, Honduras, Índia, Nicarágua e Ruanda.

Com o aumento da concorrência, a seleção dos 40 finalistas se torna cada vez mais desafiadora. “Os cafeicultores estão se aprimorando continuamente na produção de cafés de alta qualidade, adotando práticas agrícolas sustentáveis e de agricultura regenerativa”, explica.

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O tradicional prêmio categoriza os melhores grãos em duas divisões: Nacional e Regional. Na Categoria Nacional, 40 produtores serão selecionados como finalistas. Dentre eles, os três primeiros receberão uma viagem ao exterior para participar do 10º Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy, que ocorrerá em 2025, além de prêmios em dinheiro e diplomas.

As 622 amostras foram analisadas e classificadas de acordo com critérios como cor, aspecto, secagem, tipo, peneiras, teor de umidade, torrefação e qualidade da bebida, incluindo degustação para espresso. Todas as amostras passaram por análise química, e os resultados mostraram que se mantiveram dentro dos limites globais de resíduos para agroquímicos, conforme aceitação da illycaffè.

A divulgação dos 40 finalistas está programada para novembro de 2024, e a cerimônia de premiação será realizada em maio de 2025, em datas a serem definidas pela illycaffè.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia

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O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.

O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.

Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.

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O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.

Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.

Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.

Fonte: Pensar Agro

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