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24 usinas iniciaram a safra 2024/25 na primeira metade de março

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De acordo com a consultoria, considerando a moagem de cana 9,8% menor no Centro-Sul do Brasil na safra 2024/25, a produção de açúcar da região deverá recuar de 42,54 milhões de toneladas para 40,90 mi de t, apesar do aumento de 3,1 pontos percentuais do mix para a produção do adoçante. Além disso, desafios climáticos têm afetado a oferta em países da América Central e no México.

Perspectivas variadas são observadas em diferentes partes do mundo, com revisões para baixo na produção prevista para China e Rússia na temporada 2023/24, contrastando com resultados surpreendentemente positivos na Tailândia e na Índia, destaca a DATAGRO em Relatório VIP.

“Portanto, considerando um crescimento no consumo mundial de açúcar em 1,0%, a DATAGRO elevou a projeção sobre o déficit no balanço mundial de açúcar no ano comercial 2023/24 (out/set). Para a temporada seguinte de 2024/25 (out/set), a estimativa sobre o superávit foi revisada para baixo”, ressalta a publicação da consultoria.

Detalhes específicos sobre a safra brasileira também foram discutidos. Os números indicam um aumento significativo na moagem de cana na primeira quinzena de março, impulsionando a produção de etanol e açúcar. No entanto, a composição do mix para a produção de açúcar e outros fatores apontam para nuances importantes na dinâmica interna do setor sucroenergético brasileiro.

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Assim, a moagem de cana na região Centro-Sul do Brasil atingiu 2,224 milhões de toneladas, contra 605,294 toneladas em igual quinzena do ano passado, aumento de 267,4%. No acumulado da safra 2023/24 desde abril, a moagem de cana já totalizou 649,39 milhões de toneladas, crescimento de 19,4% ante mesmo período de 2022/23.

De acordo com a DATAGRO, 24 unidades iniciaram a safra 2024/25 na primeira metade de março, dessa forma 40 unidades produtoras estiveram em operação durante o período contra 23 unidades no mesmo período da safra anterior.

O mix para a produção de açúcar atingiu 27,60% na 1ª quinzena de março, ante 26,83% em mesmo período de 2022/23. O rendimento industrial alcançou 109,95 kg ATR/tc na 1ª quinzena de março, aumento de 9,3% em um ano, alcançando uma média de 139,44 kg ATR/tc no acumulado da safra (-1,2%).

A produção de açúcar alcançou 64,229 toneladas na 1ª quinzena de março contra 15,561 toneladas na safra anterior, totalizando 42,2 milhões de toneladas no acumulado de safra desde abril (+25,8%).

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No acumulado desde 1 de abril, a produção de etanol totalizou 33,07 bilhões de litros, aumento de 15,9%, dos quais 13,01 bilhões de litros de etanol anidro (+7,2%) e 20,06 bilhões de litros de etanol hidratado (+22,3%).

Da produção total de etanol na primeira quinzena de março, 71% foram provenientes do milho, cuja produção atingiu 259,04 milhões de litros, aumento de 8,6% em um ano. Dessa forma a produção de etanol de milho totaliza 5,964 bilhões de litros no acumulado da safra 23/24, aumento de 40,9% ante ciclo passado.

Fonte: SIAMIG

Fonte: Portal do Agronegócio

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Declaração Anual de Rebanho 2026: produtores do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para atualizar cadastro

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Os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até o dia 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026, procedimento obrigatório que atualiza as informações sobre os animais e as propriedades rurais cadastradas no sistema oficial de defesa agropecuária do Estado.

A orientação foi reforçada pela Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), que destaca a importância do cumprimento do prazo para manter a base de dados da defesa sanitária animal completa e atualizada.

Segundo o vice-presidente técnico da entidade, José Arthur Martins, a qualidade das informações fornecidas pelos produtores é fundamental para ampliar a eficiência das ações de vigilância sanitária e da gestão agropecuária.

Atualização fortalece a defesa sanitária dos rebanhos

De acordo com a Febrac, a Declaração Anual de Rebanho permite ao sistema estadual conhecer com maior precisão as características das propriedades rurais, a infraestrutura disponível, os controles sanitários adotados e a composição dos rebanhos existentes em cada região.

Essas informações são utilizadas para orientar ações de prevenção, monitoramento e resposta rápida em casos de doenças ou outras emergências sanitárias que possam afetar a pecuária gaúcha.

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Para José Arthur Martins, manter os dados atualizados é uma medida estratégica para garantir agilidade na atuação dos órgãos de defesa agropecuária.

“A atualização dessas informações permite que o sistema de defesa sanitária responda de forma mais rápida e eficiente diante de qualquer ocorrência que possa comprometer os rebanhos do Estado”, destaca.

Procedimento é comparado à declaração do Imposto de Renda

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à entrega da declaração do Imposto de Renda, ressaltando que ambas exigem atualização periódica e fornecem informações essenciais para o funcionamento dos sistemas públicos.

Segundo ele, o cadastro atualizado possibilita aos órgãos responsáveis conhecer a realidade da pecuária em cada município e adotar medidas imediatas sempre que houver necessidade de intervenção sanitária.

Além de atender à legislação, a atualização contribui para preservar a sanidade animal, fortalecer a rastreabilidade dos rebanhos e ampliar a segurança da produção pecuária no Estado.

Declaração pode ser feita pela internet ou presencialmente

Os produtores podem realizar a Declaração Anual de Rebanho de forma digital, por meio da plataforma Produtor Online, disponível no Sistema de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul.

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Também é possível efetuar o procedimento presencialmente nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária distribuídos pelos municípios gaúchos.

Febrac orienta produtores a não deixar para a última hora

A Febrac recomenda que os pecuaristas realizem a atualização cadastral antes do encerramento do prazo, evitando filas, congestionamentos no sistema e possíveis transtornos.

A entidade reforça que o prazo termina em 30 de junho de 2026 e que o cumprimento da obrigação é indispensável para manter a eficiência da defesa sanitária animal e assegurar informações confiáveis sobre a pecuária do Rio Grande do Sul.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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