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13º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite: Inscrições Abertas Até 2 de Outubro

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O 13º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite (SBSBL) acontecerá nos dias 5, 6 e 7 de novembro, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó, Santa Catarina. Considerado uma referência na disseminação de conhecimento e na promoção do aperfeiçoamento profissional, o evento é promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet). As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 2 de outubro, com programação que inclui painéis sobre indústria, qualidade da forragem, saúde, manejo e ambiente. O simpósio também contará com a 8ª Brasil Sul Milk Fair e o 3º Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte.

Tiago Mores, presidente do Nucleovet, destaca a importância do simpósio como um espaço de troca de experiências e apresentação de novas soluções para o setor. “Recebemos médicos veterinários, zootecnistas, técnicos, profissionais de agroindústrias, produtores rurais e estudantes de todo o Brasil e América Latina. Nossa missão é oferecer um evento completo que demonstre e reforce a força da bovinocultura brasileira”, afirma Mores.

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Ele ainda ressalta que o sucesso do simpósio se deve à abordagem prática e à relevância dos temas abordados, que visam agregar informação técnica com aplicação prática.

Claiton André Zotti, presidente da comissão científica, explica que a programação foi elaborada por uma equipe de especialistas que avaliou os temas mais relevantes para o setor atualmente. “Com profissionais de diversos segmentos da cadeia produtiva, conseguimos construir uma programação rica em debates importantes”, destaca Zotti.

Além disso, ele enfatiza que as discussões serão conduzidas por renomados pesquisadores, tornando a grade técnico-científica ainda mais qualificada. “A bovinocultura é um ramo complexo e desafiador, com novas práticas e técnicas sendo constantemente desenvolvidas. É essencial que os profissionais do setor se mantenham atualizados sobre os avanços”, conclui Zotti.

INSCRIÇÕES

As inscrições para o 13º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite podem ser realizadas no site www.nucleovet.com.br. No primeiro lote, que se encerra em 2 de outubro, os valores são de R$ 315,00 para profissionais e R$ 460,00 para estudantes, com acesso total ao simpósio, à 8ª Brasil Sul Milk Fair e ao 3º Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte.

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Os interessados também podem se inscrever apenas para o 3º Fórum de Bovinocultura de Corte e a 8ª Milk Fair, com valores de R$ 150,00 até o final do primeiro lote. Para aqueles que desejam participar exclusivamente da 8ª Brasil Sul Milk Fair e conferir as inovações do setor, a inscrição custa R$ 50,00.

Além disso, ao adquirir pacotes com dez inscrições para o SBSBL, são oferecidos códigos-convites bonificados. Associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e grupos universitários terão condições especiais para a inscrição.

Inscrições

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Raízen reduz moagem de cana em quase 10% na safra 2025/26, mas amplia produção de açúcar e etanol de segunda geração

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A Raízen, uma das maiores produtoras de açúcar, etanol e bioenergia do mundo, encerrou a safra 2025/26 (abril de 2025 a março de 2026) com uma moagem de 70,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, volume 9,8% inferior ao registrado no ciclo anterior, quando foram processadas 78,2 milhões de toneladas.

Segundo a companhia, o desempenho foi impactado principalmente pelas condições climáticas adversas ao longo da safra, que reduziram a disponibilidade de matéria-prima e afetaram a produtividade agrícola dos canaviais. Além dos efeitos do clima, decisões estratégicas relacionadas à otimização dos ativos industriais também contribuíram para a retração do volume processado.

Clima reduziu oferta de cana

Em comunicado ao mercado, a Raízen informou que a principal razão para a queda da moagem foi o impacto das condições climáticas registradas durante o ano-safra.

A empresa estima que a menor produtividade agrícola provocou uma redução de aproximadamente 900 mil toneladas de cana disponível para processamento, refletindo os desafios enfrentados pelos canaviais em diferentes regiões produtoras.

A menor oferta de matéria-prima confirma os efeitos das adversidades climáticas sobre o setor sucroenergético brasileiro, que também atingiram outros produtores ao longo da temporada.

Estratégia operacional também reduziu o volume processado

Além do clima, a Raízen destacou que parte da redução da moagem decorreu de decisões estratégicas voltadas à otimização do portfólio de ativos.

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Entre as medidas adotadas estão:

  • venda de aproximadamente 2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar;
  • hibernação da usina MB, paralisada desde novembro de 2024 e sem operação durante a safra 2025/26;
  • hibernação da usina Santa Elisa, que interrompeu as atividades em julho de 2025.

De acordo com a companhia, desconsiderando esses efeitos extraordinários, a moagem teria alcançado 69,2 milhões de toneladas, o que representaria uma retração mais moderada, de 3,9% em relação à safra anterior.

Mix priorizou açúcar para aumentar rentabilidade

Mesmo diante da menor moagem, a Raízen manteve sua estratégia de direcionar uma parcela maior da cana para a fabricação de açúcar, aproveitando as condições mais favoráveis do mercado internacional.

Na safra 2025/26, o mix de produção ficou em:

  • 53% destinado ao açúcar
  • 47% destinado ao etanol

No ciclo anterior, a divisão havia sido equilibrada, com 50% para açúcar e 50% para etanol.

Segundo a companhia, a alteração do mix acompanhou sua estratégia de maximização de rentabilidade, sustentada pelos preços previamente fixados para o açúcar e pela qualidade da matéria-prima disponível durante a safra.

Produção de etanol de segunda geração avança

Outro destaque apresentado pela empresa foi a evolução da produção de etanol de segunda geração (E2G).

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A Raízen informou que os volumes produzidos cresceram na comparação anual, impulsionados pela estabilização operacional das unidades de:

  • Bonfim;
  • Univalem;
  • Barra.

O desempenho dessas plantas reforça a estratégia da companhia de ampliar a produção de biocombustíveis de maior valor agregado, utilizando resíduos da cana-de-açúcar como matéria-prima e contribuindo para a expansão da oferta de combustíveis renováveis de baixa emissão de carbono.

Perspectivas para o setor sucroenergético

O resultado da safra 2025/26 evidencia os desafios enfrentados pelo setor sucroenergético brasileiro diante das oscilações climáticas, que vêm afetando a produtividade dos canaviais em diversas regiões do país.

Ao mesmo tempo, a decisão da Raízen de ampliar a participação do açúcar no mix de produção demonstra a busca por maior rentabilidade em um cenário de preços internacionais mais atrativos, enquanto os investimentos em etanol de segunda geração reforçam a estratégia de diversificação e fortalecimento da matriz de biocombustíveis.

Mesmo com a redução na moagem, a companhia mantém o foco na eficiência operacional, na otimização de ativos industriais e na expansão de tecnologias voltadas à produção de energia renovável, consolidando sua posição entre as principais empresas do agronegócio e do setor sucroenergético brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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