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Exportações de carne bovina de Mato Grosso batem recorde histórico no primeiro semestre de 2026 e faturamento dispara 63,8%

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Mato Grosso reafirmou sua liderança na pecuária brasileira ao registrar um novo recorde nas exportações de carne bovina no primeiro semestre de 2026. Impulsionado pelo forte apetite do mercado internacional, especialmente da China, o Estado alcançou os maiores volumes já registrados para o período tanto em embarques quanto em faturamento.

Levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostra que, entre janeiro e junho, foram exportadas 511,75 mil toneladas em equivalente carcaça (TEC), enquanto a receita cambial atingiu US$ 2,41 bilhões.

Na comparação com o mesmo período de 2025, os embarques cresceram 38,76%, enquanto o faturamento avançou expressivos 63,82%, refletindo o aumento da demanda externa e a valorização da proteína bovina brasileira no mercado internacional.

China continua liderando as compras de carne bovina

O desempenho recorde foi sustentado, principalmente, pelo elevado volume de compras da China, que permanece como o principal destino da carne bovina produzida em Mato Grosso.

A forte demanda chinesa contribuiu para manter as exportações em níveis históricos durante o primeiro semestre, favorecendo frigoríficos exportadores e ampliando a geração de divisas para a economia estadual.

No entanto, o avanço do preenchimento da cota de salvaguarda chinesa passou a ser acompanhado com atenção pelo setor, uma vez que pode limitar o ritmo das importações ao longo dos próximos meses.

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Frigoríficos ajustam ritmo de produção

Diante da expectativa de desaceleração das compras externas no segundo semestre, algumas indústrias já iniciaram ajustes no volume de abates e na programação de produção.

Segundo o Imea, esse movimento reflete uma postura mais cautelosa dos frigoríficos exportadores, que monitoram o comportamento da demanda internacional e buscam equilibrar a oferta diante de um cenário de possível redução no ritmo dos embarques.

Apesar disso, o mercado segue sustentado por fundamentos positivos, principalmente pela oferta limitada de bovinos prontos para o abate.

Preço do boi gordo recua após forte valorização

Após meses de alta, o mercado físico apresentou um movimento de acomodação no fim de junho.

Na última semana do mês, o indicador do boi gordo a prazo em Mato Grosso registrou queda de 2%, equivalente a uma redução de R$ 6,62 por arroba.

Segundo a análise do Imea, o recuo foi influenciado pela menor participação de algumas plantas exportadoras nas negociações e pelo ajuste natural dos preços após as fortes valorizações registradas durante o primeiro semestre.

Oferta restrita limita novas quedas na arroba

Mesmo com o ajuste recente, os fundamentos da pecuária continuam favoráveis aos pecuaristas.

O Instituto destaca que a disponibilidade reduzida de animais terminados deve continuar restringindo movimentos mais intensos de baixa no mercado físico da arroba.

Esse cenário tende a oferecer sustentação às cotações no curto prazo, especialmente caso a demanda internacional permaneça aquecida e o consumo doméstico apresente recuperação gradual.

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Exportações seguem como principal motor da pecuária

As vendas externas continuam desempenhando papel estratégico para a cadeia da carne bovina brasileira, garantindo maior liquidez ao mercado e sustentando a rentabilidade da atividade pecuária.

O desempenho de Mato Grosso reforça a competitividade da carne bovina brasileira nos principais mercados consumidores e evidencia a capacidade do Estado de ampliar sua participação no comércio internacional de proteínas animais.

Perspectivas para o segundo semestre

Apesar do ambiente positivo construído ao longo da primeira metade do ano, o setor deverá acompanhar atentamente alguns fatores que podem influenciar o mercado nos próximos meses, entre eles:

  • evolução da demanda chinesa por carne bovina;
  • utilização da cota de salvaguarda nas importações da China;
  • comportamento da oferta de animais terminados;
  • ritmo dos abates nos frigoríficos exportadores;
  • evolução das cotações da arroba do boi gordo.

Caso a demanda internacional permaneça consistente e a oferta de bovinos continue restrita, especialistas avaliam que o mercado da carne bovina poderá manter preços remuneradores ao longo do segundo semestre, mesmo diante de uma possível desaceleração das exportações para a China.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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