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Polícia Civil prende condenado por tráfico de drogas tentando fugir em rodoviária

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, nesta terça-feira (7.7), em Juína, um homem de 40 anos, condenado por tráfico de drogas, quando ele tentava embarcar em um ônibus, durante a madrugada, com destino a Cuiabá.

O preso, que é membro de uma facção criminosa atuante em Mato Grosso, estava com um mandado de prisão expedido pela Vara Única de Colniza, após ser condenado a 8 anos, 10 meses e 1 dia pelo crime de tráfico de drogas, cometido em Colniza.

Após investigação, o Núcleo de Inteligência da Delegacia de Colniza chegou à informação de que o condenado iria embarcar em um ônibus em Colniza às 21 horas dessa segunda-feira (6.7).

Porém, ele mudou o embarque para Aripuanã às 19 horas. A equipe seguiu as investigações e localizou o condenado às 01h30 tentando embarcar novamente em Juína, com destino a Cuiabá.

Ele foi preso na Rodoviária de Juína, foi encaminhado para a delegacia e ficou à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícias Civis de MT e do Piauí deflagram operação para combater família especializada em estelionato digital

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A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou, nesta quarta-feira (8.7), em apoio à Polícia Civil do Piauí, a Operação Falso Elo, com o objetivo de combater fraudes e desarticular um grupo criminoso responsável pela prática sistemática de estelionatos por meios eletrônicos.

A investigação foi conduzida pela Delegacia de Polícia de Baixa Grande do Ribeiro (PI), com o suporte da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (DIPC) do Piauí e apoio da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, e teve início após a denúncia de um idoso, morador de Ribeiro Gonçalves (PI), vítima do golpe conhecido como “intermediário de vendas”, aplicado no comércio de veículos pela internet.

Nesta quarta-feira (8), foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão, sendo 11 em Cuiabá, pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá (Derf), e um em Barra do Garças, pela equipe da 1ª Delegacia de Barra do Garças.

Estelionato digital

De acordo com as investigações, os criminosos utilizavam a plataforma OLX para induzir a vítima a acreditar que realizava uma compra legítima. O investigado manipulou as conversas entre comprador e o vendedor real, fazendo com que o automóvel fosse exibido sem que o proprietário revelasse o valor verdadeiro de venda.

Mediante comprovantes falsificados e outros artifícios fraudulentos para simular legalidade, o grupo conseguiu que o idoso transferisse valores expressivos diretamente para contas controladas por eles, gerando grave e substancial prejuízo financeiro.

No decorrer das apurações, o trabalho de inteligência policial conseguiu identificar e mapear a estrutura operacional responsável pelas fraudes. Foi constatado que o esquema era operado e comandado por integrantes de uma família moradora de Cuiabá (MT), que atuava de forma reiterada, aplicando fraudes semelhantes.

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As diligências técnicas demonstraram ainda que o grupo criminoso possuía alcance nacional e internacional, com registros de pessoas lesadas não apenas em diversas unidades da Federação, mas também residentes no exterior, evidenciando uma elevada capacidade operacional e logística na pulverização de golpes digitais.

Além do crime de estelionato digital, a investigação também apura a prática de outros delitos relacionados, entre eles a falsificação de documento e a associação criminosa, sem prejuízo da identificação de outras infrações penais eventualmente evidenciadas no decorrer do procedimento.

Operação

Com base nos elementos probatórios reunidos durante o inquérito policial, as forças de segurança representaram pelas medidas cautelares cabíveis de busca e apreensão domiciliar e prisões temporárias.

Os mandados judiciais foram expedidos pela Central Regional de Inquéritos IV – Polo Floriano do Tribunal de Justiça do Piauí e cumpridos em Cuiabá e Barra do Garças, onde as equipes localizaram as bases do grupo.

A operação contou com o suporte do Núcleo de Inteligência de Parnaíba (NUINT/PHB) e com a cooperação operacional da Derf Cuiabá e da 1ª Delegacia de Barra do Garças, demonstrando a importância da integração entre as instituições de segurança pública no enfrentamento às facções criminosas de caráter interestadual.

Durante o cumprimento das medidas judiciais nos endereços confirmados, foram apreendidos aparelhos celulares e equipamentos de informática utilizados pelos investigados. Os dispositivos serão submetidos à perícia e à extração forense de dados, etapa considerada fundamental para o aprofundamento das investigações.

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A análise técnica poderá identificar novas vítimas, revelar a real extensão da atuação criminosa, desvelar a cadeia de movimentação financeira e reunir provas cabíveis para a completa responsabilização penal de todos os envolvidos.

“A internet não serve como escudo para a impunidade, e a cooperação técnica e tática entre os estados e o Ministério da Justiça foi decisiva para desarticular a estrutura do grupo criminoso, visando estancar o prejuízo das vítimas e garantir a punição rigorosa dos envolvidos perante a Justiça”, afirmou o delegado Mário Santiago, titular da Derf Cuiabá.

O delegado orienta que os cidadãos adotem cautela em negociações virtuais e, caso identifiquem indícios de fraude, procurem imediatamente uma unidade policial, preservando mensagens, comprovantes, capturas de tela e links das plataformas utilizadas, elementos que são essenciais para o sucesso dos trabalhos investigativos.

Falso Elo

O nome da operação, Falso Elo, simboliza a atuação das forças de segurança para quebrar o vínculo fraudulento criado pelos criminosos, que manipulavam as comunicações entre compradores e vendedores reais no ambiente virtual para lesar cidadãos de boa-fé.

A operação reafirma o compromisso institucional em utilizar investigação especializada, inteligência digital e cooperação interestadual para neutralizar redes de estelionato cibernético que atuam de forma transfronteiriça.

As investigações prosseguem sob sigilo para análise de todo o material telemático e documental arrecadado, identificação de outras possíveis fraudes e completo esclarecimento dos fatos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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