AGRONEGÓCIO

Sipcam Oxon celebra 80 anos e reforça estratégia global de inovação para o agronegócio

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A Sipcam Oxon, uma das principais empresas globais do setor de insumos agrícolas e controladora da Sipcam Nichino Brasil, comemorou seus 80 anos de fundação com um encontro que reuniu lideranças de diversos países em Milão, na Itália. O evento reforçou a trajetória da companhia, marcada pela inovação, expansão internacional e desenvolvimento de soluções voltadas à agricultura moderna.

Representando a operação brasileira, o CEO da Sipcam Nichino Brasil, Alexandre Gobbi, participou da celebração ao lado da liderança estratégica da empresa. A cerimônia também homenageou a história da organização, fundada em 1946 pelo empresário Emilio Gagliardini, em parceria com o professor Bardo Ciocca.

Companhia opera em 33 unidades industriais ao redor do mundo

Com presença consolidada no mercado global, a Sipcam Oxon encerrou 2024 com um faturamento de US$ 668 milhões, mantendo uma estrutura composta por 33 plantas industriais e aproximadamente 1,3 mil colaboradores distribuídos em diferentes países.

A empresa atua em toda a cadeia de desenvolvimento, produção e comercialização de tecnologias destinadas ao aumento da produtividade agrícola, oferecendo soluções para diferentes sistemas de cultivo.

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Portfólio reúne defensivos, biológicos, bioestimulantes e nutrição vegetal

Segundo Alexandre Gobbi, a atuação da Sipcam Oxon vai além dos tradicionais produtos para proteção de plantas. O grupo investe em um portfólio diversificado, que contempla defensivos agrícolas, produtos biológicos, bioestimulantes, reguladores de crescimento, fertilizantes, tratamento de sementes e soluções para nutrição vegetal.

De acordo com o executivo, um dos diferenciais da companhia está na integração entre pesquisa, síntese de ingredientes ativos e capacidade industrial para formulação de produtos acabados.

“A Sipcam Oxon é comprometida com a produção e comercialização de intermediários químicos, defensivos agrícolas, biológicos, bioestimulantes, reguladores de crescimento, fertilizantes e sementes. A companhia reúne expertise tanto na síntese de ingredientes ativos quanto na formulação de produtos acabados”, destaca Alexandre Gobbi.

Inovação impulsiona crescimento no mercado agrícola

Ao longo de oito décadas de atuação, a Sipcam Oxon consolidou uma estratégia baseada em pesquisa, desenvolvimento tecnológico e expansão internacional, acompanhando a evolução das demandas da agricultura por soluções mais eficientes e sustentáveis.

A presença da Sipcam Nichino Brasil nas comemorações reforça a integração entre as operações globais do grupo e evidencia a importância do mercado brasileiro dentro da estratégia de crescimento da empresa.

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Com investimentos contínuos em inovação e desenvolvimento de novas tecnologias, a companhia busca fortalecer sua atuação em segmentos considerados estratégicos para o agronegócio, como proteção de cultivos, biológicos, fisiologia vegetal, nutrição de plantas e sementes, contribuindo para o aumento da produtividade e da sustentabilidade no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

A revolução do etanol de milho: o novo mapa do agronegócio brasileiro

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Mato Grosso, hoje o maior produtor de milho do país, deixou de ser apenas um exportador de grãos brutos para se tornar um polo industrial de bioenergia. Esse movimento não afeta apenas a economia estadual, mas altera a logística e a formação de preços do milho em todo o Brasil. Com uma produção que gira em torno de 50 milhões de toneladas por safra, o estado agora destina cerca de 13,5 milhões de toneladas — ou seja, mais de 25% de tudo o que é colhido — para a transformação em etanol e ração animal (DDG) dentro das próprias divisas.

Para o leitor de qualquer região do país, o dado é revelador: um quarto de toda a safra mato-grossense não precisa mais percorrer milhares de quilômetros até os portos ou estados consumidores na forma de grão. Ele é processado ali mesmo. Mato Grosso lidera hoje, com larga vantagem, o ranking nacional de produção de milho e ocupa o topo da lista na fabricação de etanol a partir do cereal. Esse cenário transforma o estado no laboratório de um modelo que o Brasil começa a exportar para outras regiões produtivas: a verticalização do campo.

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O impacto dessa estratégia é direto para o bolso do produtor. Ao criar uma demanda interna gigantesca por milho, as usinas de etanol ajudam a enxugar a oferta no mercado de exportação, o que dá suporte aos preços e reduz a dependência exclusiva da logística de fretes para o mercado externo. Além disso, o DDG (grão seco de destilaria) virou um aliado estratégico da pecuária nacional. Com o estado produzindo 3 milhões de toneladas anuais desse coproduto, o Brasil ganha uma nova fonte de proteína para ração de aves, suínos e gado, que compete em qualidade e preço com o farelo de soja.

Essa mudança de patamar do agronegócio mato-grossense é um alerta para o mercado nacional. O modelo de “milho valorizado na origem” inverte a lógica tradicional: em vez de pagar frete para exportar matéria-prima barata, o setor agora agrega valor industrial antes de despachar o produto final. Para o Brasil, o Mato Grosso prova que o caminho para o próximo ciclo de crescimento do agronegócio não está apenas no aumento da área plantada, mas na capacidade de processar o grão dentro da porteira ou em seu entorno, fortalecendo a segurança alimentar e a balança comercial do país.

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Fonte: Pensar Agro

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