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Cuiabá tem a 2ª frota de ônibus mais nova entre as capitais brasileiras

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Cuiabá alcançou um importante marco na mobilidade urbana ao conquistar a segunda posição entre as capitais brasileiras com a frota de ônibus mais nova do país. O reconhecimento foi apontado em levantamento da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), entidade que reúne e representa as operadoras do transporte coletivo urbano em todo o Brasil. Os dados foram divulgados no início de junho.

De acordo com o relatório, a capital mato-grossense possui atualmente idade média de apenas 3,5 anos em sua frota de ônibus urbanos, ficando atrás somente do Distrito Federal, que registra média de 2,2 anos. O resultado coloca Cuiabá em destaque nacional e muito à frente da média brasileira, atualmente em 6,4 anos.

O desempenho reflete uma política contínua de renovação e modernização do transporte coletivo, que tem garantido mais conforto, segurança, acessibilidade e sustentabilidade aos usuários. Somente em 2026, foram incorporados 62 novos ônibus zero quilômetro ao sistema, fortalecendo a operação que atende diariamente cerca de 180 mil passageiros.

Os novos veículos contam com ar-condicionado, internet gratuita, acessibilidade para pessoas com deficiência e motores equipados com tecnologia Euro 6, que reduz significativamente a emissão de poluentes e contribui para a melhoria da qualidade ambiental da cidade.

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A renovação registrada em 2026 foi distribuída entre as empresas operadoras do sistema. A Rápido Cuiabá incorporou 26 novos ônibus, a VPAR recebeu 25 veículos zero quilômetro e a Integração Transportes colocou em circulação mais 11 novos veículos. Juntas, as empresas reforçaram a qualidade do atendimento e ampliaram a capacidade operacional do sistema.

Atualmente, o transporte coletivo de Cuiabá opera com uma frota de 365 ônibus distribuídos em 86 linhas, que percorrem aproximadamente 83.767 quilômetros por dia. De segunda a sexta-feira, são realizadas, em média, 5.579 viagens diárias para garantir o deslocamento da população entre os diversos bairros da cidade.

A modernização da frota também atende às exigências estabelecidas pelo contrato de concessão do serviço, acompanhado pela Cuiabá Regula, Agência de Fiscalização e Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Município de Cuiabá. Entre as determinações vigentes está o limite máximo de 10 anos de fabricação para os veículos em operação, garantindo um padrão elevado de qualidade e segurança para todas as pessoas que utilizam o sistema.

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Segundo a secretária municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública, coronel Francyanne Lacerda, além de proporcionar mais conforto aos passageiros, a renovação contínua da frota fortalece a mobilidade urbana, reduz custos operacionais e contribui para um sistema mais eficiente e alinhado às necessidades de uma cidade que continua crescendo.

“Seguiremos trabalhando para fortalecer o transporte coletivo como um serviço essencial para a qualidade de vida dos cuiabanos”, destacou.

Para o presidente da Associação Mato-grossense de Transporte Urbano (MTU), Ricardo Caixeta, “o reconhecimento nacional obtido por Cuiabá reforça o compromisso das empresas do setor de transporte público, da administração municipal e dos órgãos reguladores em oferecer um transporte coletivo cada vez mais moderno, eficiente e sustentável, consolidando a capital mato-grossense como referência em renovação de frota e qualidade dos serviços prestados à população”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Zelensky endurece discurso e alerta Rússia após ataques: “Se a Ucrânia pegar fogo, Moscou também pegará”

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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, elevou o tom contra a Rússia nesta quinta-feira (18) ao afirmar que Moscou poderá enfrentar consequências cada vez mais severas caso os ataques russos ao território ucraniano continuem. A declaração foi feita após uma nova onda de ataques com drones atingir a capital russa durante a madrugada.

Segundo Zelensky, a ofensiva ucraniana foi uma resposta direta aos recentes bombardeios promovidos pela Rússia, que resultaram em mortes e danos significativos à infraestrutura civil da Ucrânia, incluindo um ataque que atingiu o histórico Mosteiro de Pechersk Lavra, em Kiev.

“Não queremos essa guerra, nunca quisemos, e todos sabem disso. Mas, se a Ucrânia pegar fogo, a sua Moscou pegará fogo”, declarou o presidente ucraniano em mensagem enviada a jornalistas.

Ataques atingem Moscou e refinaria de petróleo

De acordo com informações divulgadas pelas autoridades russas, dezenas de drones foram lançados contra Moscou durante a madrugada. Entre os alvos atingidos está uma refinaria de petróleo da capital, que sofreu impactos pela segunda vez na mesma semana.

Os ataques refletem uma intensificação das operações de ambos os lados do conflito, que já ultrapassa quatro anos e segue sem perspectivas concretas de encerramento.

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Analistas avaliam que a ampliação das ofensivas em território russo busca aumentar a pressão sobre o governo do presidente Vladimir Putin, especialmente em um momento de crescente desgaste econômico e militar provocado pela guerra.

Ataque em Kiev deixou mortos e atingiu patrimônio histórico

Na última segunda-feira, uma ofensiva russa com drones e mísseis deixou pelo menos dez mortos em diferentes regiões da Ucrânia. Um dos alvos foi o tradicional Mosteiro de Pechersk Lavra, considerado um dos principais símbolos religiosos e históricos do país.

O episódio provocou forte reação do governo ucraniano e ampliou os pedidos por apoio internacional para reforçar a defesa aérea do país.

Defesa aérea e novas medidas serão debatidas na Otan

Zelensky participa nesta quinta-feira de reuniões com aliados da Ucrânia em Bruxelas, onde a ampliação da assistência militar estará entre os principais temas da agenda.

Entre as propostas em discussão estão o fortalecimento dos sistemas de defesa aérea fornecidos pela OTAN e o desenvolvimento de uma estrutura integrada de defesa contra mísseis balísticos envolvendo Ucrânia e países parceiros.

O presidente ucraniano argumenta que a ampliação dessas capacidades é fundamental para proteger cidades, instalações estratégicas e a população civil dos ataques russos.

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Ucrânia pede novas sanções contra a Rússia

Além do apoio militar, Zelensky voltou a defender o endurecimento das sanções econômicas contra Moscou. O líder ucraniano pediu que Europa, Estados Unidos e demais aliados ampliem as restrições aos setores de energia, defesa e finanças da Rússia.

Segundo ele, o aumento da pressão econômica é uma das principais ferramentas para forçar o Kremlin a rever sua estratégia militar e buscar uma solução para o conflito.

“Todos precisam pressionar Putin: ucranianos, europeus, norte-americanos e também os russos. É hora de encarar a realidade e pressionar seu líder”, afirmou.

Guerra segue sem perspectiva de trégua

O conflito entre Rússia e Ucrânia continua sendo um dos principais focos de instabilidade geopolítica global, com impactos diretos sobre os mercados internacionais, energia, fertilizantes, commodities agrícolas e cadeias de abastecimento.

A escalada dos ataques em ambos os territórios aumenta as preocupações da comunidade internacional sobre uma possível ampliação da guerra e seus reflexos sobre a economia mundial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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