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Bayer celebra 15 anos do SeedGrowth Center e reforça liderança em tratamento de sementes no Brasil com avanço do conceito Guardião

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Bayer fortalece atuação em tratamento de sementes com inovação e histórico centenário

A Bayer reforça sua posição de liderança no segmento de tratamento de sementes (TS) ao unir mais de um século de inovação global a avanços recentes no mercado brasileiro. Em 2026, a companhia celebra os 15 anos do SeedGrowth Center, localizado em Paulínia (SP), estrutura considerada referência nacional e internacional em pesquisa, desenvolvimento e validação de tecnologias para o setor.

A atuação da empresa no segmento teve início em 1914, com o lançamento do Uspulun™, primeiro produto químico desenvolvido especificamente para tratamento de sementes, marco histórico para a agricultura moderna.

Evolução do tratamento de sementes no Brasil

No Brasil, a consolidação do tratamento de sementes ganhou força a partir das décadas de 1950 e 1960, período em que a Bayer teve participação relevante na introdução e estruturação da tecnologia no país.

Com o avanço do setor e a maturidade da cadeia produtiva, o TS passou a ser uma prática consolidada e essencial para o manejo agrícola, contribuindo diretamente para a proteção inicial das lavouras e para o aumento da eficiência produtiva no campo.

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Bayer aposta em soluções integradas com o conceito Guardião

Diante da evolução do mercado, a companhia vem direcionando esforços para o desenvolvimento de soluções mais integradas em proteção de cultivos. Nesse contexto, ganha destaque o conceito Bayer Guardião, que posiciona a semente como ponto central da estratégia produtiva.

A solução reúne tecnologias voltadas à proteção contra doenças, pragas e nematoides, adaptadas às diferentes condições do campo brasileiro.

Segundo a empresa, o modelo representa uma evolução do tratamento de sementes para um sistema mais completo e integrado de proteção no início do ciclo produtivo.

SeedGrowth Center completa 15 anos como referência global

Inaugurado em 2011, o SeedGrowth Center, em Paulínia (SP), foi desenvolvido para integrar inovação tecnológica e aplicação prática no campo, atuando tanto na validação de soluções quanto na capacitação de clientes, parceiros e profissionais do setor agrícola.

Ao longo de 15 anos, a estrutura se consolidou como referência global em tratamento industrial de sementes, contribuindo para a evolução do segmento em eficiência, segurança e sustentabilidade.

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Como parte dessa nova fase, o espaço passa a ser reconhecido simbolicamente como “SeedGrowth Center: A Casa do Guardião”, reforçando a integração entre pesquisa, tecnologia e aplicação prática no campo.

Foco em produtividade e agricultura sustentável

Com investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento, a Bayer destaca seu compromisso com o avanço da agricultura sustentável e com o aumento da produtividade no campo.

A estratégia da companhia segue centrada na proteção do potencial produtivo desde o início do ciclo agrícola, reforçando a importância do tratamento de sementes como etapa fundamental para o estabelecimento das lavouras e para a eficiência dos sistemas produtivos modernos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Reforma tributária pressiona supermercados e pode impactar preços e margens no varejo alimentar

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A regulamentação da reforma tributária entrou em fase operacional com a publicação das novas regras da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). No varejo alimentar, especialmente no segmento de supermercados, o avanço das mudanças acende um alerta para possíveis impactos sobre preços ao consumidor, margens de lucro e estrutura de gestão fiscal das empresas.

O tema ganha ainda mais relevância em um cenário de alta dos alimentos. Segundo o IBGE, o grupo Alimentação e Bebidas registrou aumento de 1,34% em abril, com alta acumulada de 3,44% no primeiro quadrimestre de 2026, o que eleva a sensibilidade do consumidor a qualquer reajuste no setor.

Varejo alimentar avalia impactos da nova estrutura tributária

A reforma tributária prevê a substituição de tributos como PIS, Cofins, ICMS, ISS e parte do IPI por um modelo unificado baseado na CBS e no IBS. Apesar da proposta de simplificação, empresários do varejo ainda analisam os efeitos práticos da nova sistemática sobre créditos tributários, formação de preços e dinâmica operacional.

Para o especialista em gestão de supermercados e porta-voz da Meta Contabilidade, Márcio Goulart, o setor já enfrenta desafios imediatos de adaptação.

“O supermercadista está diante de uma mudança que afeta diretamente precificação, controle fiscal, margem e tomada de decisão. Não é só entender a nova regra. É saber como ela muda a rotina do negócio e como evitar perda de competitividade nesse processo”, afirma.

Precificação se torna principal ponto de atenção no setor

Nos supermercados, a definição de preços é considerada o ponto mais sensível da operação. Isso ocorre porque o setor trabalha com alto giro de produtos, margens reduzidas e consumidores altamente sensíveis a variações de preços.

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Nesse contexto, qualquer falha na parametrização tributária ou nos sistemas de gestão pode gerar impactos imediatos no caixa das empresas.

Segundo Goulart, há uma percepção inicial equivocada de que a simplificação tributária necessariamente reduzirá custos.

“Existe uma leitura equivocada de que simplificação significa automaticamente redução de custo. Nem sempre será assim na prática operacional. Dependendo da estrutura do negócio, pode haver aumento de pressão sobre margem até a adaptação estar consolidada”, explica.

Transição tributária exige atualização de sistemas e processos

Mesmo com a implementação gradual do novo modelo tributário, o período de transição já exige adequações importantes por parte das empresas.

Entre as principais medidas necessárias estão:

  • Revisão dos sistemas fiscais e contábeis
  • Atualização de softwares de gestão (ERPs)
  • Reclassificação tributária de produtos
  • Ajustes nas políticas de precificação
  • Capacitação das equipes administrativas e financeiras

Na prática, especialistas recomendam que os supermercados iniciem imediatamente a reestruturação interna para evitar inconsistências fiscais e perdas de créditos tributários ao longo da transição.

Pequenos e médios supermercados são os mais vulneráveis

A adaptação ao novo modelo tributário tende a ser mais desafiadora para pequenos e médios supermercadistas, que geralmente operam com equipes reduzidas e menor especialização em gestão fiscal.

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Para Goulart, esse grupo pode sentir os impactos de forma mais intensa.

“O pequeno supermercadista normalmente está focado na operação do dia a dia e nem sempre percebe que uma mudança tributária mal parametrizada pode corroer margem silenciosamente”, afirma.

Segundo ele, muitos negócios só perceberão os efeitos quando houver impacto direto no fluxo de caixa.

Pressão sobre preços pode afetar comportamento do consumidor

O cenário de inflação persistente nos alimentos adiciona mais complexidade ao setor. Com o consumidor cada vez mais sensível a preços, qualquer aumento tende a influenciar diretamente o comportamento de compra, incluindo migração para marcas mais baratas e crescimento de formatos como atacarejos.

Esse movimento intensifica a pressão sobre os supermercados, que precisam equilibrar competitividade, custos operacionais e manutenção de margens em um ambiente tributário em transformação.

Gestão antecipada será diferencial na adaptação à reforma

Para especialistas, o momento exige planejamento e antecipação estratégica por parte dos empresários do varejo alimentar.

“O empresário que começar a organizar processos, tecnologia e inteligência tributária agora terá mais capacidade de proteger margem, manter competitividade e atravessar a transição com menos impacto operacional”, conclui Goulart.

A tendência é que a capacidade de adaptação ao novo sistema tributário se torne um dos principais fatores de competitividade no setor supermercadista nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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