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Exportação de frango bate recorde e receita mensal ultrapassa R$ 5 bilhões

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As exportações brasileiras de carne de frango ultrapassaram a marca de R$ 5 bilhões em receita mensal em maio. Com o desempenho aquecido, os embarques de carne de frango, tanto na versão fresca quanto na processada, renderam R$ 5,045 bilhões, montante 36% superior aos R$ 3,706 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

Esse resultado foi sustentado por um volume recorde de 509,9 mil toneladas enviadas ao exterior, superando em quase 30% as 393,4 mil toneladas embarcadas um ano antes, quando o setor lidava com os efeitos dos casos isolados de gripe aviária em granjas do Rio Grande do Sul. No acumulado dos cinco primeiros meses de 2026, a receita total chegou a R$ 23,57 bilhões, ante R$ 21,17 bilhões nos mesmos meses de 2025, enquanto o volume total subiu para 2,45 milhões de toneladas.

O Paraná mantém o posto de maior exportador do país, respondendo por 213,9 mil toneladas enviadas apenas em maio. A China segue como a principal compradora, com alta de 34,7% nas aquisições. Especialistas do mercado avaliam que a diversificação dos destinos, alcançando desde mercados exigentes na Ásia e Europa até novas fronteiras em países emergentes, é o que garante esse fôlego ao setor, permitindo que a oferta interna se mantenha equilibrada.

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No mercado doméstico, a carne de frango se consolida como a proteína mais competitiva na cesta do consumidor, especialmente em um cenário onde a carne bovina permanece em patamares elevados e o poder de compra das famílias segue contido. A estabilidade de preços observada na última semana indica um mercado ajustado. Contudo, o setor faz um alerta importante aos produtores: a disciplina na produção é essencial. Especialistas destacam que, embora a demanda externa esteja firme, o aumento excessivo de alojamentos de pintinhos pode gerar um descompasso entre oferta e demanda, pressionando os preços para baixo nos próximos meses.

A estabilidade também é verificada nos preços dos principais cortes. No atacado de São Paulo, o peito congelado é negociado a R$ 8,80, enquanto na distribuição o valor sobe para R$ 9,00. A coxa congelada custa R$ 7,00 no atacado e R$ 7,20 na distribuição, enquanto a asa é comercializada a R$ 11,00 no atacado e R$ 11,30 no segmento de distribuição. Os cortes resfriados seguem a mesma linha, com o peito cotado a R$ 8,90 no atacado e R$ 9,10 para o distribuidor, a coxa a R$ 7,10 no atacado e R$ 7,30 na distribuição, e a asa a R$ 11,10 no atacado e R$ 11,40 na distribuição.

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No mercado de aves vivas, o cenário regional mostra contrastes. Enquanto no Sul e Sudeste as cotações seguem estáveis — com o frango vivo sendo cotado a R$ 5,20 em São Paulo, R$ 4,75 no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, R$ 4,60 no Oeste do Paraná, R$ 5,30 no Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal, e R$ 5,40 em Minas Gerais e Goiás —, o Nordeste enfrenta uma realidade diferente. A menor oferta na região impulsionou os preços, com altas expressivas que levaram o quilo a R$ 6,80 no Ceará, R$ 7,00 em Pernambuco e R$ 7,20 no Pará.

Fonte: Pensar Agro

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Prefeitura de Cuiabá recupera mais de 45 mil buracos em 2026 e amplia mutirão para a região Norte

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, já recuperou mais de 45 mil buracos em diferentes regiões da capital desde o início do ano. O trabalho faz parte do mutirão de tapa buracos realizado pelo município com o objetivo de recuperar a malha viária, garantir mais segurança aos motoristas e melhorar a mobilidade urbana para toda a população.

Do total de intervenções executadas, cerca de 32 mil foram realizadas na região Sul, abrangendo mais de 40 bairros, entre eles Altos do Coxipó, Cohab São Gonçalo, Coophema, Coxipó, Jardim Comodoro, Jardim das Palmeiras, Jardim dos Ipês, Jardim Fortaleza, Jardim Gramado, Jardim Industriário, Jardim Mossoró, Jardim Passaredo, Jardim Presidente, Nossa Senhora Aparecida, Osmar Cabral, Parque Atalaia, Parque Cuiabá, Parque Geórgia, Parque Ohara, Pascoal Ramos, Residencial Coxipó, Santa Laura, São Gonçalo Beira Rio, São João Del Rei, São José, São Sebastião, Tijucal, Vista Alegre, Zeu do Manduri, Belita Costa Marques, Nico Baracat, Aricá, Salvador Costa Marques, Residencial André Avelino, Chácara dos Pinheiros e Nilce Paes Barreto.

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O resultado é fruto do esforço concentrado das equipes mobilizadas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras. Ao todo, 12 equipes atuam com caminhões de capacidade para transportar 15 toneladas de CBUQ cada, atendendo de forma intensiva bairros e avenidas estratégicas da cidade. O mutirão teve início em abril e, neste momento, conta com duas equipes finalizando as demandas remanescentes da região Sul.

A região Sul é a maior entre as quatro regiões da cidade, Norte, Sul, Leste e Oeste, e por isso recebeu atendimento prioritário em razão da elevada demanda por manutenção viária.

Paralelamente, a Secretaria mantém serviços emergenciais de tapa buracos na região Leste, contemplando os bairros Boa Esperança, Pedregal, Renascer e o campus da UFMT.

Com a conclusão dos trabalhos na região Sul em fase final, o mutirão passa gradativamente a concentrar as ações na região Norte de Cuiabá, ampliando o alcance dos serviços e beneficiando novos bairros da capital. Desde terça-feira (2), as equipes atuam simultaneamente nas demandas remanescentes da região Sul, em atendimentos emergenciais e nos bairros da região Norte.

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A recuperação das vias públicas representa um avanço importante para a qualidade de vida da população, contribui para a valorização dos bairros e proporciona mais segurança a motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. Para os moradores, a eliminação dos buracos reduz o risco de acidentes, diminui os custos de manutenção dos veículos e garante melhores condições de tráfego para o transporte público e para as atividades econômicas.

“A operação seguirá de forma planejada, levando melhorias para todas as regiões de Cuiabá e promovendo mais conforto e mobilidade para milhares de cidadãos”, destacou o secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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