Várzea Grande

Sistema de Presença é aberto para transferência de alunos da rede municipal

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A Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer informa que o Sistema Presença, ferramenta desenvolvida pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Inep para monitorar a frequência escolar de alunos beneficiários do programa Bolsa Família, está aberto a partir desta segunda-feira (18) para o processo de transferência de unidade escolar dentro da rede municipal de Várzea Grande.

Criado em 2004, o programa estabelece como uma das principais condicionalidades para o recebimento do benefício a permanência das crianças e adolescentes na escola, com frequência mínima obrigatória definida pelo MEC, conforme a faixa etária.

Para crianças de 4 a 6 anos incompletos, é exigida frequência mínima de 60% das aulas. Já os estudantes de 6 a 18 anos incompletos, que ainda não concluíram a educação básica, devem registrar presença mínima de 75%.

A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, destacou a importância do cumprimento dos prazos por parte das unidades escolares.

“É importante que os diretores das unidades escolares fiquem atentos aos prazos estabelecidos pelo MEC e realizem o processo de transferência dos alunos, evitando possíveis impactos no benefício das famílias”, afirmou.

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Segundo a secretária, a exigência da frequência escolar é fundamental para assegurar a permanência dos estudantes na escola e fortalecer o acompanhamento educacional das crianças e adolescentes beneficiários do programa social.

O Sistema Presença ficará disponível para envio e consolidação das informações até o dia 29 de junho, prazo final estabelecido para os municípios realizarem o fechamento dos dados.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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