AGRONEGÓCIO
Agrex do Brasil realiza primeiro embarque de soja no Porto de Aratu e amplia corredor logístico na Bahia
Publicado em
18 de maio de 2026por
Da Redação
Novo corredor de exportação fortalece logística no Nordeste
A Agrex do Brasil realizou o primeiro embarque de soja no Porto de Aratu, na Bahia, em abril. A operação consolida a abertura de um novo corredor logístico para exportação de grãos e amplia a presença da companhia em uma das regiões estratégicas para o escoamento da produção agrícola brasileira.
O movimento representa um avanço na integração entre originação, logística e exportação, com foco na diversificação de rotas e maior eficiência operacional.
Estratégia de expansão e visão de longo prazo
Segundo o COO da Agrex & Synagro, Rafael Ughini Villarroel, o embarque simboliza um passo relevante dentro do plano de crescimento da empresa.
“Essa iniciativa abre novas possibilidades e nos prepara para os próximos passos da expansão como originadora de grãos e exportadora”, afirmou o executivo.
A companhia destaca que a estratégia está alinhada à visão de longo prazo do Grupo Mitsubishi, com foco em operações integradas e otimização da cadeia produtiva.
Integração logística e ganho de eficiência operacional
O diretor de Commodities, Alexandre Beffart, reforçou que a nova rota fortalece a integração entre produção e destino final, ampliando a segurança e a eficiência da cadeia.
Segundo ele, o embarque representa um avanço na diversificação dos corredores de exportação e na ampliação da presença logística da empresa em regiões-chave do país.
O objetivo é reduzir gargalos operacionais e ampliar a competitividade no mercado internacional de grãos.
Desafios técnicos e viabilização do primeiro navio
De acordo com o gerente nacional de Infraestrutura e Logística, Edson Dantas, a operação exigiu ajustes técnicos relevantes, especialmente relacionados à profundidade do terminal para receber embarcações de grande porte.
Para viabilizar o embarque inicial, a área de trading estruturou a operação para um navio com maior capacidade, permitindo o carregamento de aproximadamente 57,9 mil toneladas de soja.
Nova alternativa para exportação de grãos
Com a consolidação do corredor em Aratu, a Agrex passa a contar com mais uma alternativa estratégica para exportação de grãos, alinhada às condições logísticas da região Nordeste.
A empresa avalia que a estrutura também poderá apoiar futuras operações com outras culturas, como sorgo, ampliando o portfólio comercial.
“Esse movimento fortalece nossa atuação tanto na originação quanto na comercialização de insumos”, destacou Dantas.
Conclusão
O primeiro embarque de soja no Porto de Aratu marca um avanço relevante na estratégia logística da Agrex do Brasil, reforçando a diversificação de rotas e a eficiência operacional no escoamento de grãos. O projeto integra a expansão estruturada da companhia e consolida o papel do Nordeste como corredor crescente para exportações do agronegócio brasileiro.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Indústria de alimentos e bebidas enfrenta pressão nas receitas, mas preserva margens no 1º trimestre de 2026
Published
20 minutos agoon
18 de maio de 2026By
Da Redação
O setor brasileiro de alimentos e bebidas iniciou 2026 em um cenário marcado por pressão sobre receitas, volatilidade nas commodities e consumo ainda impactado pelos juros elevados. Mesmo assim, grandes empresas do segmento conseguiram preservar — e em alguns casos ampliar — suas margens operacionais, sustentadas por eficiência, gestão de custos e estratégias de premiumização.
A avaliação faz parte da análise elaborada por Edson Kawabata, sócio-diretor da Peers Consulting + Technology, sobre os resultados financeiros do primeiro trimestre de 2026 das principais companhias do setor, incluindo Ambev, M. Dias Branco e Camil.
Segundo o estudo, o período revelou empresas operando em um ambiente desafiador para crescimento de receita, mas com maior capacidade de proteger rentabilidade e eficiência operacional.
Ambev surpreende mercado com recuperação no volume de cervejas
Entre os destaques do trimestre, a Ambev apresentou o resultado mais positivo entre as empresas analisadas, impulsionando forte reação do mercado financeiro.
O principal fator de surpresa foi o crescimento de 1,2% no volume de cervejas no Brasil, movimento considerado relevante diante da expectativa anterior de retração nas vendas.
A companhia também registrou avanço expressivo em segmentos de maior valor agregado:
- Cervejas premium: +20%
- Bebidas saudáveis: +70%
- Cervejas sem álcool: +10%
O movimento ajudou a sustentar aumento de 8% no preço médio e elevou a receita líquida por hectolitro para R$ 571,1, com crescimento orgânico de 11,4%.
Segundo Edson Kawabata, o desempenho demonstra fortalecimento estratégico do portfólio da companhia.
“A Ambev conseguiu crescer volumes mesmo em um cenário mais desafiador, sustentando preços e participação de mercado por meio de um mix mais qualificado”, destaca a análise.
No consolidado global, porém, o cenário foi mais heterogêneo, com queda de volumes em mercados como Canadá, América Central e América Latina Sul.
Ainda assim, a companhia conseguiu elevar a margem EBITDA ajustada para 33,6%, favorecida pela gestão de custos e pela melhora do mix de produtos.
M. Dias Branco cresce em volume, mas pressão nos preços limita receita
A M. Dias Branco apresentou crescimento operacional relevante no trimestre, especialmente em volumes vendidos e ganho de participação de mercado.
As vendas cresceram 3,4%, alcançando 408 mil toneladas, impulsionadas principalmente por:
- Biscoitos
- Crackers
- Farinha de trigo
Mesmo assim, a companhia enfrentou pressão nos preços médios, que recuaram entre 3% e 5% na comparação anual.
O efeito foi provocado pelo maior peso de categorias de menor margem, como farinha industrial e ingredientes voltados ao food service.
Com isso, a receita líquida avançou apenas 0,4%, somando R$ 2,22 bilhões.
Por outro lado, a queda nos custos das matérias-primas, especialmente trigo e açúcar, contribuiu para melhora da margem bruta, que alcançou 32,4%.
O EBITDA da empresa somou R$ 196 milhões, alta de 21,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Camil sofre com deflação do arroz e mantém atenção na alavancagem
A Camil enfrentou um dos cenários mais desafiadores do trimestre, pressionada pela forte deflação do arroz.
Embora os volumes vendidos tenham crescido 8,9%, a queda de 45,5% no preço do arroz reduziu significativamente a receita da companhia.
No segmento de maior representatividade da empresa — arroz, feijão e açúcar — os volumes cresceram 9,8%, mas os preços líquidos caíram 26,6%.
Segundo a análise da Peers Consulting + Technology, o caso da Camil evidencia a forte exposição das empresas do setor às oscilações das commodities agrícolas.
Mesmo diante da pressão sobre receitas, a companhia conseguiu ampliar sua margem bruta para 21,7%, refletindo maior eficiência na gestão dos custos de matéria-prima.
O EBITDA ajustado permaneceu praticamente estável em R$ 192,8 milhões.
No entanto, a empresa encerrou o período com prejuízo líquido ajustado de R$ 40,3 milhões, impactada pela alavancagem financeira elevada e pelos juros altos.
Premiumização e produtos saudáveis ganham força no setor
A análise conduzida por Edson Kawabata aponta que a principal tendência estratégica do setor está na busca por produtos de maior valor agregado como forma de reduzir a dependência das commodities tradicionais.
Na Ambev, isso aparece no avanço das cervejas premium e bebidas saudáveis.
Na M. Dias Branco, o movimento ocorre com o fortalecimento das linhas de saudabilidade e snacks, incluindo marcas como Jasmine e Frontera.
Já a Camil amplia presença em categorias gourmet, grãos especiais e produtos saudáveis.
Segundo o especialista, empresas que conseguirem acelerar essa transição tendem a construir modelos de rentabilidade mais resilientes.
“O crescimento de volume, sozinho, deixou de ser suficiente para determinar geração de valor. O mercado está premiando eficiência operacional, gestão de margens e capacidade de diferenciação”, aponta Kawabata.
Setor enfrenta desafios, mas mantém oportunidades em 2026
A análise também destaca fatores que devem influenciar o desempenho do setor ao longo de 2026.
Entre as oportunidades estão:
- Copa do Mundo de 2026 impulsionando consumo de bebidas
- Possível recuperação nos preços do arroz
- Eventuais cortes na taxa Selic reduzindo despesas financeiras
- Por outro lado, permanecem desafios importantes:
- Consumo pressionado por juros elevados
- Endividamento das famílias
- Concorrência intensa em categorias tradicionais
- Pressão sobre margens fora do Brasil
- Volatilidade das commodities agrícolas
Mesmo diante do cenário desafiador, o setor segue demonstrando capacidade de adaptação, com foco crescente em eficiência, inovação e produtos de maior valor agregado.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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