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Prefeito debate construção do Plano Diretor com Ministério Público em Cuiabá

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O prefeito Abilio Brunini participou, na segunda-feira (11), de uma reunião na sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá para discutir a construção do novo Plano Diretor do município. Também participaram do encontro o secretário municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, José Afonso Botura Portocarrero, o procurador-geral do Município, Luiz Antônio Araújo Júnior, e a secretária municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Elisangela Fernandes Bokorni.

Representando o Ministério Público de Mato Grosso, estiveram presentes os promotores Carlos Eduardo, Maria Fernanda Corrêa e Ana Luiza Peterlini.

Durante a reunião, o Plano Diretor e as inovações previstas para a elaboração da proposta foram os temas centrais das discussões. Entre os pontos debatidos estiveram leis específicas, a regulamentação de sítios de recreio, polos de adensamento e o planejamento urbano sustentável para os próximos anos da capital.

A Prefeitura apresentou dados técnicos e estudos utilizados na construção da proposta, além das diretrizes do Plano de Mobilidade Urbana (PMU) que irão subsidiar a formulação da minuta do projeto.

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O Ministério Público contribuiu com recomendações voltadas à construção conjunta do Plano Diretor, propondo soluções e somando esforços às audiências públicas já realizadas pela administração municipal. O objetivo é garantir segurança jurídica, ampliar o diálogo institucional e evitar futuras judicializações e intervenções judiciais relacionadas ao planejamento urbano da capital.

Ao fim do encontro, ficou acertada a criação de um grupo de trabalho com participação do Ministério Público para auxiliar na conclusão da minuta do Plano Diretor, que posteriormente será encaminhada à Câmara Municipal de Cuiabá para apreciação e votação dos vereadores.

Segundo a Prefeitura, a iniciativa busca assegurar que o novo Plano Diretor seja construído de forma técnica, participativa e alinhada às necessidades de crescimento e desenvolvimento urbano de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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USDA reduz projeção de estoques de soja dos EUA e mercado reage com atenção à safra 2026/27

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O USDA divulgou nesta terça-feira seu primeiro relatório com as projeções para a safra 2026/27 dos Estados Unidos e trouxe números que movimentaram o mercado internacional de grãos. O principal destaque ficou para os estoques finais de soja norte-americanos, estimados em níveis abaixo das expectativas do mercado, indicando um cenário mais ajustado de oferta e demanda.

Segundo o relatório, a produção de soja dos EUA para a nova temporada foi projetada em 120,70 milhões de toneladas, volume alinhado à média esperada pelos analistas. A produtividade foi estimada em 59,40 sacas por hectare, também dentro das previsões do mercado.

A área plantada de soja nos Estados Unidos deve alcançar 34,28 milhões de hectares, enquanto a área colhida foi estimada em 33,87 milhões de hectares.

O dado que mais chamou atenção, porém, foi a projeção dos estoques finais da safra 2026/27. O USDA estimou o volume em 8,44 milhões de toneladas, abaixo da média das expectativas do mercado, que apontava para 9,91 milhões de toneladas.

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O cenário de estoques mais apertados é sustentado principalmente pela forte demanda da indústria de processamento norte-americana. O relatório projeta esmagamento robusto de 74,84 milhões de toneladas, reforçando a necessidade crescente de soja para produção de farelo e óleo vegetal.

Além disso, as exportações de soja dos Estados Unidos foram estimadas em 44,36 milhões de toneladas para a temporada 2026/27.

Produção de milho dos EUA fica acima das expectativas

No milho, o USDA trouxe números ligeiramente superiores às projeções médias do mercado. A safra norte-americana 2026/27 foi estimada em 406,29 milhões de toneladas, acima da expectativa média de 404,74 milhões.

A produtividade do cereal foi projetada em 191,42 sacas por hectare, exatamente em linha com o que o mercado esperava antes da divulgação do relatório.

Os estoques finais de milho dos Estados Unidos foram estimados em 49,71 milhões de toneladas, também levemente acima das expectativas médias, calculadas em 49,10 milhões de toneladas.

O boletim do USDA ainda indicou exportações de milho dos EUA em 80,01 milhões de toneladas na safra 2026/27, número ligeiramente inferior ao registrado no atual ano comercial.

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Já o consumo interno destinado à produção de etanol foi projetado em 142,25 milhões de toneladas, reforçando a importância da indústria de biocombustíveis para a demanda norte-americana pelo cereal.

As importações de milho pelos Estados Unidos foram estimadas em 640 mil toneladas.

Mercado acompanha impacto sobre preços globais

Os números divulgados pelo USDA devem seguir influenciando os mercados futuros de soja e milho nas bolsas internacionais, especialmente diante da combinação entre estoques mais ajustados de soja e produção elevada de milho nos Estados Unidos.

Analistas destacam que o comportamento da demanda global, o avanço do plantio norte-americano e as condições climáticas durante o desenvolvimento das lavouras serão fatores decisivos para a formação dos preços nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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