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Prefeitura de Cuiabá informa funcionamento do Restaurante Popular durante as festividades de fim de ano

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, informa que o Restaurante Popular “Elza Fortunato Biancardini” funcionará normalmente nos dias 24 e 31 de dezembro. O local estará fechado apenas nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro, devido às comemorações de Natal e Ano Novo, retomando os atendimentos nos dias subsequentes.

Por um valor simbólico de R$ 2,00 por refeição, o restaurante oferece um cardápio elaborado por nutricionistas, incluindo proteína, guarnições (arroz, feijão e macarrão), salada, bebida e sobremesa, totalizando cerca de 1.200 calorias.

No dia 24, o cardápio será composto por arroz, feijão, carne com abóbora, farofa de cenoura, salada, sobremesa e um copo de suco. Já no dia 31, os frequentadores encontrarão arroz, feijão, isca suína com legumes, macarrão alho e óleo, salada, sobremesa e suco.

O serviço é acessível a toda a população, independentemente de vínculo a programas sociais, e é coordenado pela Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, com acompanhamento direto da primeira-dama, Márcia Pinheiro.

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O programa integra a Política de Segurança Alimentar e Nutricional do município, que busca garantir o direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer outras necessidades essenciais, promovendo práticas alimentares saudáveis.

O Restaurante Popular está localizado na Rua Barão de Melgaço, próximo à Câmara de Vereadores, na região central de Cuiabá. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 11h às 14h, exceto em feriados e finais de semana.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cortes no seguro rural e disputa por crédito elevam tensão entre governo e bancada do agro

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) elevou o tom contra o governo federal nesta semana após o bloqueio de recursos do seguro rural e o avanço de discussões sobre financiamento do setor, ampliando a tensão entre o Congresso e o Executivo em torno da política de crédito e proteção da renda no campo.

O principal ponto de conflito é o contingenciamento de cerca de R$ 461 milhões do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), que reduz a capacidade de subsídio às apólices contratadas por produtores em um momento de maior exposição climática e aumento dos custos de produção.

Para a bancada ruralista, a medida compromete a previsibilidade do setor e pode reduzir a adesão ao seguro agrícola, especialmente em culturas mais sensíveis a variações de clima e produtividade. A avaliação dentro da FPA é de que o corte afeta diretamente a gestão de risco do produtor e encarece o financiamento da próxima safra.

A bancada também acompanha com preocupação a tramitação de propostas de renegociação de dívidas rurais aprovadas no Senado, que ainda aguardam posicionamento do governo. Parlamentares ligados ao agro defendem que as medidas deveriam ser tratadas como parte de um pacote integrado de recomposição da capacidade financeira do setor, diante do aumento do endividamento e da elevação dos custos de crédito.

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Na leitura da FPA, o conjunto das decisões recentes indica uma redução do espaço fiscal para políticas de apoio ao agro, o que pode afetar desde o acesso ao crédito até a contratação de instrumentos de proteção como o seguro rural.

O governo, por sua vez, tem argumentado que as medidas precisam ser avaliadas sob o ponto de vista do impacto fiscal, o que tem resultado em sucessivos vetos, bloqueios e revisões de propostas aprovadas no Congresso.

Diante do impasse, a FPA articula no Congresso a recomposição dos recursos do seguro rural e a manutenção das propostas de renegociação de dívidas, com o objetivo de evitar aumento de custo e perda de competitividade do produtor brasileiro na próxima safra.

O embate deve se intensificar nas próximas semanas e se concentrar justamente nos instrumentos de financiamento e gestão de risco da atividade agropecuária.

Fonte: Pensar Agro

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