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Mais 650 cuidadoras são atendidas no 2º dia de recadastramento da Educação

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A Prefeitura de Cuiabá realizou, nesta quinta-feira (7), o segundo dia do recadastramento obrigatório dos Cuidadores de Alunos com Deficiência (CADs) da rede municipal de ensino, com a participação de mais de 650 profissionais. A atualização cadastral continua nesta sexta-feira (8), das 18h às 21h30, e no dia 9 de maio, das 8h às 16h, na sede da Secretaria Municipal de Educação, conforme cronograma organizado pela Diretoria de Gestão de Pessoas.

De acordo com Caroline Amorim, técnica de Recursos Humanos da Secretaria, o fluxo de atendimento começou ainda no período da tarde. “Nós começamos a receber todas as CADs às 15h, quando começou a chegar o fluxo. Organizamos todo o recebimento e o acolhimento, e o recadastramento efetivo teve início às 17h40”, explicou.

No primeiro dia, realizado na quarta-feira (6), foram atendidas mais de 380 cuidadoras. A previsão é que todos os profissionais registrados na rede participem do processo.

Segundo Caroline, a atualização é necessária para conferir informações funcionais. “Fazemos a conferência dos dados com a folha de pagamento e com as informações que as unidades nos forneceram, para verificar se estão corretas e também para analisar o atendimento nas unidades”, destacou.

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O processo ocorre em duas etapas. Primeiro, é realizado um pré-cadastro, com coleta de foto e conferência da documentação conforme o Ofício Circular nº 09/2026. Durante o ato do recadastramento, os profissionais também informam o nome do estudante atendido, turno, escola e turma.

A cuidadora Wine Oliveira, que atua no CMEI Lucila Ferreira Fortes, avaliou positivamente o atendimento. “Na triagem foi um pouco rápido. O que demorou mesmo foram as filas aqui na frente. Para pedir os documentos foi super rápido, escanearam tudo e tiraram a foto. Não pediram nada diferente do que já tinha sido solicitado no início do ano”, relatou.

A medida foi anunciada pelo prefeito Abilio Brunini como parte da reorganização da educação especial na rede municipal. O objetivo é atualizar dados, verificar documentação, formação e a atuação de cada profissional, além de equilibrar a distribuição dos cuidadores nas salas de aula.

Mais de 4,4 mil estudantes com deficiência são atendidos na rede municipal de Cuiabá. A Secretaria informou que o não comparecimento ao recadastramento pode resultar em medidas administrativas, como a suspensão da remuneração até a regularização cadastral.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Dólar em queda cria oportunidade para empresas reduzirem custos e fortalecerem estratégia cambial

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A recente queda do dólar frente ao real abriu uma nova janela estratégica para empresas brasileiras que atuam no comércio exterior, especialmente importadoras e indústrias dependentes de insumos internacionais. Com a moeda americana em patamares mais baixos ao longo de 2026, especialistas avaliam que o momento favorece redução de custos, renegociação de contratos e fortalecimento da gestão cambial.

Dados do Banco Central mostram que o fluxo cambial brasileiro acumulou superávit de US$ 16,7 bilhões até março de 2026, impulsionado principalmente pela entrada de capital estrangeiro e pelo diferencial de juros no Brasil. O cenário contribui para a valorização do real e altera diretamente o planejamento financeiro das empresas.

Real valorizado reduz custos e amplia margens operacionais

A queda do dólar tem impacto imediato sobre empresas que dependem de matérias-primas, equipamentos e produtos importados. Com a moeda americana mais barata, custos operacionais diminuem e as margens podem ganhar fôlego em diversos segmentos da economia.

Segundo Thiago Oliveira, CEO da Saygo, holding especializada em comércio exterior, câmbio e tecnologia, o cenário deve ser interpretado de forma estratégica pelas companhias.

“O dólar mais baixo não é apenas uma oportunidade de economizar. É um momento de reorganizar contratos, revisar fornecedores e estruturar uma política cambial mais inteligente”, afirma.

Além do ganho operacional, o movimento também influencia decisões relacionadas à expansão internacional, investimentos e formação de estoque.

Exportadores precisam redobrar atenção com receitas em dólar

Se por um lado a valorização do real beneficia importadores, por outro pressiona empresas exportadoras, que passam a converter receitas em dólar por valores menores em reais.

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O efeito pode comprometer competitividade e rentabilidade, especialmente em setores altamente dependentes das exportações.

Para o especialista, um dos erros mais comuns ainda é tratar o câmbio apenas como uma oportunidade momentânea.

“O erro mais comum é tratar o câmbio como algo pontual. Empresas aproveitam a cotação do dia, mas não constroem uma estratégia. Quando o ciclo vira, o impacto vem direto no caixa”, alerta Oliveira.

Empresas ampliam uso de hedge e gestão cambial

Com maior volatilidade global e influência crescente de fatores externos, empresas brasileiras vêm fortalecendo mecanismos de proteção financeira para reduzir exposição às oscilações cambiais.

Ferramentas como hedge, contratos a termo e diversificação de moedas ganham espaço nas estratégias corporativas, principalmente diante das incertezas envolvendo política monetária nos Estados Unidos, fluxo global de capitais e tensões comerciais internacionais.

Especialistas defendem que a gestão cambial deixe de ser tratada apenas como um custo operacional e passe a integrar o planejamento financeiro das empresas.

Cinco estratégias para aproveitar o dólar em baixa

Diante do cenário atual, especialistas apontam medidas que podem ajudar empresas a aproveitar o momento sem ampliar riscos financeiros:

  • Antecipação de importações: Com custos menores, empresas podem antecipar compras externas e formar estoques estratégicos a preços mais competitivos.
  • Revisão de contratos internacionais: A renegociação de contratos em dólar pode gerar redução relevante de despesas, principalmente em acordos recorrentes ou de longo prazo.
  • Proteção cambial: Mesmo com o dólar em queda, operações de hedge seguem fundamentais para reduzir exposição a futuras oscilações da moeda.
  • Diversificação de moedas: Ampliar operações para moedas como euro ajuda a reduzir dependência exclusiva do dólar e diminui vulnerabilidades cambiais.
  • Integração do câmbio ao planejamento financeiro: O acompanhamento contínuo do mercado cambial e o uso de tecnologia para projeção de cenários aumentam a previsibilidade e fortalecem a tomada de decisão.
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Gestão estratégica ganha protagonismo em cenário volátil

Para especialistas, empresas que transformam o câmbio em parte da estratégia corporativa tendem a atravessar períodos de volatilidade com maior estabilidade financeira.

“Não se trata de prever o dólar, mas de se preparar para qualquer direção que ele tome. Quem tem método não depende da sorte”, afirma Oliveira.

Além de reduzir custos financeiros e logísticos, o dólar mais baixo pode fortalecer a competitividade de empresas brasileiras no mercado interno. Ainda assim, analistas reforçam que o atual cenário cambial é cíclico e exige cautela.

“A vantagem existe, mas ela é temporária. O câmbio é cíclico. Empresas que usam esse período para estruturar processos saem fortalecidas. As que apenas aproveitam o preço do dia continuam vulneráveis”, conclui o executivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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