AGRONEGÓCIO

Sipcam Nichino e Luxembourg Industries firmam parceria para comercializar herbicida Volcane® no Brasil

Publicado em

Acordo estratégico entre Sipcam Nichino e Luxembourg Industries

As empresas de proteção de cultivos Sipcam Nichino Brasil e Luxembourg Industries Ltd. anunciaram a assinatura de um acordo comercial estratégico. Pelo acordo, a Sipcam Nichino passará a comercializar o herbicida Volcane®, registrado pela Luxembourg Industries Ltd., incorporando-o ao seu portfólio de soluções para o agronegócio.

O ingrediente ativo do Volcane® é o MSMA, substância reconhecida por sua eficácia no controle de plantas daninhas em culturas como algodão e cana-de-açúcar, tornando o produto um insumo estratégico para o setor sucroenergético.

Fortalecimento do portfólio de soluções da Sipcam Nichino

Segundo a Sipcam Nichino, a inclusão do Volcane® reforça seu portfólio, que já conta com mais de 45 produtos, abrangendo defensivos agrícolas, reguladores de crescimento e bioestimulantes.

Leandro Martins, diretor de marketing e planejamento estratégico da Sipcam Nichino, destacou:

“Além de atender à demanda dos produtores de cana-de-açúcar e algodão, a Sipcam Nichino e a Luxembourg investirão em novos esforços de pesquisa e desenvolvimento para ampliar a aplicação do Volcane® em outras culturas importantes.”

Martins ainda ressaltou que o objetivo é consolidar o herbicida como uma ferramenta eficaz no manejo da resistência de plantas daninhas a diferentes ingredientes ativos químicos.

Leia Também:  Fiscalização em cinco sucatões identifica diversas irregularidades ambientais, sanitárias e de segurança
Expansão de mercado e cooperação tecnológica

Para a Luxembourg Industries Ltd., a parceria com a Sipcam Nichino ampliará a presença do Volcane® no manejo das culturas de algodão e cana-de-açúcar. Fernando Vicente, diretor comercial da empresa no Brasil, afirma:

“A Sipcam Nichino possui forte presença em toda a fronteira agrícola brasileira, oferecendo condições ideais para apoiar de forma eficaz os produtores dessas culturas.”

Vicente acrescenta que as empresas planejam desenvolver novos projetos voltados à ampliação do espectro de ação do herbicida, além de destacar os investimentos contínuos da Luxembourg no Brasil, por meio de iniciativas de cooperação comercial e tecnológica com líderes do agronegócio e institutos de pesquisa agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Decreto limita pagamento ambiental a ações além da obrigação legal

Published

on

A regulamentação da Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (PNPSA) oficializou o reconhecimento de práticas conservacionistas no campo, mas impôs uma barreira importante para o setor: o governo federal restringiu os benefícios financeiros apenas a ações que excedam as obrigações legais de preservação.

Embora a norma reconheça o valor de práticas como o plantio direto, sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) e conservação de solo, o acesso aos benefícios é condicionado ao que o produtor faz “a mais” do que a lei exige. O pagamento não se restringe a valores em espécie; a norma prevê compensações em forma de melhorias de infraestrutura, bens, serviços e até instrumentos financeiros, como os green bonds.

O impacto na prática

A nova regra altera a percepção da conservação dentro da propriedade. A partir de agora, o produtor passa a enxergar a preservação que excede a cota obrigatória não apenas como um custo ou dever ambiental, mas como uma atividade com potencial de geração de receita. Ao proteger uma área de vegetação nativa excedente ou adotar métodos avançados contra a erosão, o proprietário presta um serviço ambiental que passa a ter rito oficial para ser remunerado.

Leia Também:  Semob apoia projeto "Natal Pega Carona no Ônibus" nesta quarta-feira

Contudo, o caminho para o acesso aos recursos ainda é incerto. O decreto estabelece diretrizes gerais, mas o detalhamento sobre quem pagará, quais os critérios de seleção e os valores de remuneração depende de normas complementares. A política está em fase de implementação e o produtor deve monitorar o lançamento de subprogramas específicos para entender como a teoria se aplicará à rotina da fazenda.

O desafio da clareza

O setor agropecuário mantém cautela quanto à aplicação prática da norma. A demanda das entidades representativas, como o Sistema FAEP, foca na simplificação do acesso e na clareza sobre como os benefícios chegarão à ponta. O receio é que a burocracia estatal transforme a oportunidade em um processo inacessível, repetindo os gargalos de modelos estaduais que, hoje, apresentam adesão limitada e remunerações pouco atrativas.

O ponto de maior divergência técnica permanece no foco da política. O decreto prioriza atividades que excedem as exigências legais, excluindo a manutenção de Reservas Legais e Áreas de Preservação Permanente (APPs). Para o produtor, o cumprimento estrito do Código Florestal já constitui um serviço ambiental prestado à coletividade. Entidades do setor seguem em articulação para que, no futuro, esses mecanismos alcancem também o reconhecimento financeiro pelo cumprimento da legislação vigente.

Leia Também:  Estudo Inédito Vai Desvendar o "DNA" do Queijo Minas Artesanal do Serro

O que o produtor deve observar

A PNPSA funciona como um marco de longo prazo. O produtor deve acompanhar a regulamentação do Cadastro Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (CNPSA) e os incentivos tributários previstos para os próximos meses. A estratégia recomendada é organizar o registro documental das práticas conservacionistas da propriedade, mantendo os dados de manejo atualizados, uma vez que a comprovação desses serviços será o requisito fundamental para qualquer futura solicitação de pagamento.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA