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Novo plano prevê construção de 10 mil casas com eficiência térmica em Cuiabá

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O novo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano de Cuiabá, apresentado pelo prefeito Abilio Brunini, prevê a construção de 10 mil novas moradias com exigência de eficiência térmica como padrão obrigatório, dentro de até 10 anos. A proposta coloca a qualidade de vida no centro da política habitacional e estabelece critérios como o uso de paredes isotérmicas e soluções arquitetônicas adaptadas ao clima da capital.

A iniciativa estabelece critérios obrigatórios para novos projetos habitacionais, como o uso de paredes isotérmicas, melhor ventilação e materiais que reduzam o calor dentro das residências. A medida também inclui tanto a construção de casas quanto a oferta de lotes urbanizados, com meta já em andamento, cerca de 1.500 unidades estão em execução.

Segundo o prefeito, a proposta surge como uma resposta a modelos considerados inadequados para a realidade local, especialmente em habitações de interesse social.

“Eu recebi uma empresa que veio apresentar um projeto de casas construídas em 20 dias, com placas de concreto. Parece bom, mas não funciona para Cuiabá. O concreto absorve e transfere muito calor. Uma casa assim vira um inferno, com pé-direito baixo e sem possibilidade de adaptação. Habitação de interesse social não pode ser tratada como algo de baixa qualidade. Não é assim”.

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O prefeito destacou que o município vai exigir padrões mínimos de conforto térmico, mesmo que isso represente custos maiores para as construtoras.

“O que queremos são casas com paredes isotérmicas, ventilação cruzada, pé-direito mais alto e telhas adequadas. Pode até ser mais caro, mas é qualidade de vida. Por isso, será obrigatório ter eficiência térmica nos novos projetos habitacionais em Cuiabá. A meta é chegar a 10 mil moradias, incluindo casas e lotes urbanizados”.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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