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Prefeitura de Cuiabá inaugura USF Pedregal e amplia acesso à saúde na região

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), inaugura nesta segunda-feira (23) a Unidade de Saúde da Família (USF) do bairro Pedregal, localizada na Rua Taiamã. A solenidade contará com a presença do prefeito Abilio Brunini e da secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona.

A nova unidade representa um importante avanço na ampliação da rede de atenção primária no município, garantindo mais acesso aos serviços básicos de saúde para os moradores do Pedregal e regiões adjacentes.

Antes da entrega oficial, as autoridades acompanharam de perto a fase final das obras da unidade, realizando uma vistoria completa em todos os espaços. A estrutura conta com duas equipes de Saúde da Família e uma equipe de Saúde Bucal, além de sala de pré-consulta, sala de gerência e administração, consultórios de enfermagem, consultório médico, consultório odontológico, consultório multidisciplinar, farmácia, sala de procedimentos e coleta, sala de vacina, sala de reuniões, Central de Material Esterilizado (CME) e área de cozinha/copa.

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A unidade contará com duas equipes de Saúde da Família, compostas por médicos, enfermeiros e agentes comunitários de saúde, além de uma equipe de Saúde Bucal, garantindo atendimento completo e integrado à população.

As Unidades de Saúde da Família fazem parte da Atenção Primária à Saúde, considerada a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). É nesses espaços que a população tem acesso aos primeiros atendimentos, ações de prevenção de doenças, acompanhamento contínuo, vacinação e cuidados com gestantes, crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas, além da promoção da qualidade de vida.

Com a inauguração da USF Pedregal, a gestão municipal reforça o compromisso com a saúde pública, ampliando o acesso aos serviços, fortalecendo o atendimento preventivo e garantindo mais qualidade de vida à população cuiabana.

Cerca de oito mil pacientes serão beneficiados com a entrega da unidade, que atenderá toda a região do Pedregal e bairros adjacentes.

SERVIÇO
Assunto:
Inauguração da Unidade de Saúde da Família (USF) Pedregal
Onde: Bairro Pedregal
Quando: Segunda-feira, 23 de março
Horário: 9h
Endereço: Rua Taiamã, bairro Pedregal, Cuiabá

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preço baixo do arroz ameaça sustentabilidade da cadeia e acende alerta para produtores e indústrias

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A redução do preço do arroz ao consumidor tem ampliado as preocupações sobre o equilíbrio econômico da cadeia produtiva. Apesar de beneficiar temporariamente os consumidores, valores muito baixos podem pressionar produtores, indústrias e distribuidores quando deixam de acompanhar os custos acumulados ao longo do processo de produção e comercialização.

Segundo Sergio Cardoso, diretor de operações da Itaobi Representações, o principal desafio do setor arrozeiro não está em vender cada vez mais barato, mas em garantir uma cadeia sustentável, capaz de manter qualidade, investimentos e segurança no abastecimento.

“O preço baixo nas prateleiras pode esconder desequilíbrios importantes entre o valor recebido pelo produto e todos os custos envolvidos até a chegada ao consumidor final”, avalia o executivo.

Custos de produção e processamento pressionam margens do arroz

O arroz beneficiado envolve uma série de etapas antes de chegar ao varejo. O processo inclui aquisição do arroz em casca, beneficiamento, classificação, embalagem, transporte, impostos, armazenagem e despesas comerciais.

Quando o preço final não cobre adequadamente esses custos, a pressão financeira acaba sendo distribuída entre os diferentes elos da cadeia, reduzindo margens e limitando investimentos.

De acordo com a avaliação do setor, o problema não está nas empresas que conseguem reduzir custos por meio de tecnologia, gestão eficiente e ganhos de produtividade. O alerta está relacionado a disputas comerciais baseadas exclusivamente em preços baixos, sem considerar a estrutura necessária para manter a atividade.

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Arroz depende de uma cadeia produtiva estruturada

Antes de chegar à mesa do consumidor, o arroz percorre uma longa trajetória que envolve diversas etapas:

  • preparo e manejo das lavouras;
  • irrigação e tratos culturais;
  • colheita;
  • secagem;
  • armazenagem;
  • classificação dos grãos;
  • beneficiamento;
  • embalagem;
  • transporte e distribuição.

Cada fase exige investimentos, mão de obra, equipamentos e planejamento para garantir qualidade e regularidade no fornecimento.

A redução contínua da rentabilidade pode comprometer a capacidade das empresas de modernizar instalações, investir em tecnologia e manter padrões elevados de produção.

Margens menores podem afetar inovação e competitividade do setor

A perda de rentabilidade por períodos prolongados representa um risco para a estrutura da cadeia arrozeira. Empresas com histórico de atuação no mercado podem enfrentar dificuldades para renovar equipamentos, ampliar eficiência operacional e acompanhar novas demandas dos consumidores.

Além disso, produtores rurais podem ser impactados pela menor capacidade de investimento em tecnologia, manejo e aumento de produtividade.

Para especialistas, a sustentabilidade do setor depende de um equilíbrio entre preço competitivo e remuneração adequada para todos os participantes da cadeia.

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Mudança no consumo aumenta desafios para o mercado de arroz

A pressão sobre o setor ocorre em um cenário de transformação dos hábitos alimentares dos consumidores.

O avanço dos alimentos ultraprocessados, mudanças nas preferências nutricionais e a redução do consumo de carboidratos associada ao uso crescente de medicamentos para controle de peso também influenciam a demanda por arroz.

Diante desse ambiente, o setor busca alternativas para estimular o consumo e fortalecer o posicionamento do produto no mercado.

Eficiência e agregação de valor são caminhos para o futuro do arroz

A avaliação da cadeia produtiva é que a competitividade do arroz não deve depender apenas da redução de preços, mas principalmente de ganhos de eficiência, diferenciação e valorização do produto.

Estratégias como inovação, melhoria da produtividade, fortalecimento das marcas e comunicação com o consumidor podem contribuir para recuperar demanda e garantir maior estabilidade ao mercado.

O desafio do setor arrozeiro é construir um modelo sustentável, no qual produtores, beneficiadores, varejistas e consumidores sejam atendidos sem comprometer a continuidade da cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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