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Prefeitura de Cuiabá promove feira de adoção de animais no Parque Tia Nair

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Adjunta de Bem-Estar Animal, realiza no sábado (14), no Parque Tia Nair, a Primeira Feira de Adoção de 2026. A iniciativa acontece em parceria com a ONG Anjo 4 Patas, a partir das 16h30, e tem como objetivo incentivar a adoção responsável, ampliar a conscientização da população sobre a importância da guarda responsável e fortalecer as ações de proteção e bem-estar animal no município.

Estarão disponíveis oito animais, entre adultos e filhotes, devidamente aptos para adoção, vermifugados, vacinados e castrados, no caso dos que estão em idade propícia para o procedimento. No caso dos filhotes que forem adotados, o tutor terá a garantia da castração do animal quando atingir a idade adequada.

No ano passado, 76 animais do canil municipal foram adotados de junho a dezembro, período em que a atual gestora assumiu o Bem-Estar Animal. O mês que concentrou o maior número de adoções foi setembro, com 27. Na busca por novos lares para os animais, foram ampliadas as campanhas de adoção, inclusive de forma virtual, além do fortalecimento da rede de proteção.

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Nesta primeira edição do ano, a população poderá conhecer animais disponíveis para adoção e receber orientações sobre os cuidados necessários para acolher um animal de forma segura, consciente e responsável. A participação da ONG Anjo 4 Patas reforça a importância da atuação integrada entre a administração pública e os demais entes comprometidos com a causa animal.

“A feira também representa uma oportunidade de aproximar a comunidade das políticas públicas voltadas ao bem-estar animal, tornando ainda mais evidente o compromisso da gestão municipal com iniciativas que promovam cuidado, proteção e novos lares para cães e gatos”, frisou a secretária adjunta de Bem-Estar Animal.

Adoção espontânea

Além da oportunidade nas feiras, interessados em adotar um animal, seja cão ou gato, adulto ou filhote, podem visitar o canil e escolher entre os que estão disponíveis para encontrar uma família. Neste ano, 23 animais já foram adotados dessa forma, por meio de pessoas que foram espontaneamente até o canil. A conquista foi comemorada pela equipe, principalmente por se tratar, em sua maioria, de animais adultos, o que dificulta a adoção, já que a preferência geralmente é por filhotes.

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O primeiro passo para a adoção é feito via WhatsApp, pelo número (65) 9207-4318. Depois, é promovido o encontro.

Serviço

Evento: Feira de Adoção
Data: Sábado (14)
Horário: 16h30
Local: Parque Tia Nair

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Mercado de trigo mantém preços firmes no Brasil em maio apesar da baixa liquidez nas negociações

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O mercado brasileiro de trigo encerrou o mês de maio com ritmo lento de negociações, mas com preços sustentados pela escassez de produto disponível nas principais regiões produtoras do país. A restrição de oferta, especialmente de trigo com padrão de qualidade adequado para moagem, limitou movimentos de baixa e manteve vendedores firmes ao longo do período.

De acordo com o analista da Safras & Mercado, Elcio Bento, mesmo diante de compradores mais cautelosos e com dificuldades para repassar custos ao mercado de farinha e farelo, a oferta reduzida continuou sendo o principal fator de sustentação das cotações.

Segundo ele, o mercado permaneceu seletivo, mas sem pressão consistente para recuos nos preços. A disponibilidade limitada de trigo panificável foi determinante para manter o equilíbrio entre oferta e demanda.

Paraná registra valorização de 2% em maio

No Paraná, principal referência da formação de preços do trigo no mercado interno, a média FOB interior fechou maio em R$ 1.430 por tonelada, acumulando valorização de 2% no mês.

Nos últimos dias de maio, as cotações apresentaram estabilidade, refletindo um ambiente mais acomodado, embora ainda sustentado pela baixa disponibilidade de cereal no mercado físico.

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No acumulado de 2026, os preços do trigo no estado avançam 22%. Já na comparação com o mesmo período do ano passado, a valorização chega a 2%.

Apesar da baixa fluidez nos negócios, o mercado paranaense consolidou uma recuperação importante ao longo do ano, apoiado principalmente pela restrição de oferta e pela busca dos moinhos por matéria-prima de melhor qualidade.

Rio Grande do Sul tem alta mais intensa e mercado segue pouco líquido

No Rio Grande do Sul, o movimento de valorização foi ainda mais expressivo durante maio. A média FOB interior subiu 5% no mês, encerrando o período em R$ 1.360 por tonelada.

A firmeza das cotações também foi observada na reta final do mês, com negócios pontuais realizados em patamares mais elevados e maior resistência por parte dos vendedores.

Segundo Bento, o mercado gaúcho continua operando com baixa liquidez, mas o encurtamento da oferta disponível e o escalonamento dos preços conforme os prazos de pagamento reforçaram a sustentação das referências internas.

Em 2026, o trigo gaúcho já acumula valorização de 32%, enquanto o avanço frente ao mesmo período de 2025 é de 5%.

Trigo argentino segue sustentando mercado brasileiro

No cenário internacional, a Argentina — principal fornecedora de trigo ao Brasil e referência importante para a formação da paridade de importação — encerrou maio com preços estáveis em US$ 250 por tonelada.

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Mesmo sem variações no mês, o cereal argentino acumula alta de 11% em 2026 e avanço de 4% na comparação anual.

Para o analista, o comportamento do mercado externo mostra que o custo de reposição via Mercosul continua acima dos níveis observados no início do ano, fator que segue oferecendo sustentação ao mercado brasileiro.

Além disso, a qualidade do trigo argentino permanece como variável estratégica para os moinhos nacionais, especialmente diante da necessidade de abastecimento com cereal panificável de melhor padrão.

Mercado de trigo segue atento à oferta e à qualidade do cereal

Com estoques internos mais ajustados e compradores priorizando lotes de melhor qualidade, o mercado brasileiro de trigo deve continuar operando com viés firme no curto prazo.

A combinação entre oferta restrita, custos elevados de importação e necessidade de trigo de padrão superior para moagem segue limitando pressões baixistas, mesmo em um ambiente de comercialização ainda lenta no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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