Mato Grosso

Polícia Civil autua homem que violou e danificou imagem religiosa em Jauru

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A Polícia Civil autuou um homem de 47 anos por violar e danificar uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, símbolo religioso da fé católica, em Jauru, nessa segunda-feira (9.3). A ato criminoso ocorreu no dia 7 de março.

Logo que o fato foi comunicado à Delegacia de Polícia Civil de Jauru, foram iniciadas diligências investigativas com intuito de identificar e autuar o suspeito.

A imagem ficava exposta em uma pequena capela, dentro de uma caixa de vidro, localizada na entrada da cidade.

No decorrer da investigação, com auxílio de imagens de segurança do Vigia Mais, e o levantamento de informações junto a testemunhas, os policiais conseguiram chegar na identificação do agente.

Nas imagens é possível ver o homem com um machado nas mãos, em direção ao local onde a imagem da Santa estava exposta. Após o dano, ele deixa o local, ainda com o artefato nas mãos.

De acordo com o delegado responsável pela condução da investigação, Uendel Jesus, o homem alegou ter praticado o ato a mando de espíritos, e que se arrependeu de ter quebrado a imagem.

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Segundo o delegado, por se tratar de crime de menor potencial ofensivo (com pena que varia entre três meses a um ano), o suspeito foi ouvido, autuado por vilipêndio de objeto de culto religioso e, em seguida, liberado, mediante assinatura de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

O machado utilizado na prática do ato foi apreendido e preservado sob cadeia de custódia.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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