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Hidrovias do Brasil confirma investimentos de R$ 270 milhões para 2026

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Plano de investimentos aprovado para 2026

A Hidrovias do Brasil (HBSA3) confirmou seu plano de investimentos de R$ 270 milhões para 2026, aprovado pelo conselho de administração em 10 de novembro de 2025. O aporte será dividido entre:

  • R$ 191 milhões destinados a manutenção e outros investimentos;
  • R$ 79 milhões voltados para expansão da infraestrutura.

Segundo a empresa, os recursos para expansão representam 29% do total do plano e estão concentrados na conclusão do projeto do Tombador Flutuante na ETC, que aumenta a capacidade operacional do Corredor Norte com ganhos modulares e incrementais, adicionando 1,5 milhão de toneladas ao sistema integrado. O plano também inclui investimentos pontuais em melhorias contínuas.

Investimentos em manutenção e tecnologia

Os R$ 191 milhões destinados a Manutenção e Outros englobam:

  • Manutenções programadas dos ativos de navegação e portos;
  • Projetos de segurança;
  • Implementação de tecnologias que aumentem eficiência e produtividade operacional.

A companhia atua integrando o transporte hidroviário, a operação de terminais e serviços logísticos nos corredores Norte e Sul, além da operação em Santos, conectando o continente sul-americano.

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Desempenho financeiro recente

Apesar do plano de investimentos, a Hidrovias do Brasil registrou prejuízo de R$ 361 milhões no quarto trimestre de 2025, representando uma redução de 11% em relação ao mesmo período de 2024. No mesmo trimestre, a receita operacional líquida quase dobrou, atingindo R$ 509 milhões.

No acumulado do ano passado, a companhia apresentou prejuízo de R$ 141 milhões.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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