AGRONEGÓCIO

Prefeito recebe cônsul do Japão e discute parcerias econômicas, culturais e turísticas para Cuiabá

Publicado em

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, recebeu na manhã de quarta-feira (4), no Palácio Alencastro, o cônsul-geral adjunto do Japão no Brasil, Jiro Takamoto, em uma agenda institucional voltada ao fortalecimento das relações diplomáticas e à ampliação de oportunidades de cooperação entre Cuiabá e o Japão.

Durante o encontro, foram discutidas possibilidades de parcerias nas áreas econômica, cultural e turística, além da ampliação do diálogo com empresários e instituições japonesas interessados em conhecer o potencial de Mato Grosso. O prefeito destacou a importância da aproximação internacional para impulsionar investimentos e promover intercâmbio cultural.

“Apresentamos informações estratégicas sobre a nossa região, nosso potencial econômico e as oportunidades que Cuiabá oferece. O cônsul levará esses dados para empresários japoneses, ampliando a visibilidade da cidade e do estado para novos investimentos”, afirmou o prefeito.

O cônsul Jiro Takamoto ressaltou que o Brasil e o Japão mantêm relações diplomáticas há mais de 130 anos e destacou o interesse em conhecer melhor Mato Grosso, especialmente pelo crescimento do agronegócio, da logística e pelo ambiente de oportunidades econômicas. Segundo ele, o objetivo da visita é fortalecer laços e ampliar as possibilidades de cooperação entre os dois países.

Leia Também:  Confirmação de volumes expressivos: Line-ups revelam forte comércio de trigo para exportação

A reunião também abordou iniciativas culturais já apoiadas pela Prefeitura de Cuiabá, como a Feira Cultural Japão, que se consolidou como um importante evento de integração cultural na capital.

Após marcar a retomada histórica do evento em 2025, a Feira Cultural Japão de Cuiabá retorna ainda maior em março de 2026. A segunda edição será realizada entre os dias 26 e 29 de março, no Museu do Rio, no bairro do Porto, prometendo quatro noites de imersão na cultura oriental, com apresentações artísticas, gastronomia típica, atividades culturais e oportunidades de negócios.

O prefeito destacou que a gestão municipal continuará apoiando iniciativas que valorizem a diversidade cultural e fortaleçam a economia local. “Eventos como a Feira Cultural Japão aproximam povos, valorizam tradições e também movimentam a economia da cidade”, pontuou.

Participaram do encontro o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Agricultura e secretário municipal de Trabalho interino, Luiz Fernando Medeiros Lima, além de outras autoridades e representantes institucionais que acompanharam o diálogo sobre possíveis projetos de cooperação entre Cuiabá e o Japão.

Leia Também:  Raça Angus cresce 80% em Rondônia e impulsiona produção de carne premium no Norte do Brasil

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

Published

on

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

Leia Também:  Confirmação de volumes expressivos: Line-ups revelam forte comércio de trigo para exportação

Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

Leia Também:  Cotações do algodão apresentam baixa em reflexo à queda em Nova York

Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA