AGRONEGÓCIO

Famílias atingidas pelas fortes chuvas recebem apoio da Prefeitura de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência e da Secretaria de Defesa Civil de Cuiabá, está acompanhando a situação das famílias que perderam móveis e alimentos em decorrência das fortes chuvas ocorridas no domingo (22). Ao todo, 12 residências foram atingidas, sendo que cinco delas necessitaram de ajuda humanitária e, na manhã desta segunda-feira (23), receberam cestas básicas, colchões, kits de higiene e de limpeza.

O prefeito Abilio Brunini esteve no local ainda na noite de domingo e determinou ação imediata para minimizar os prejuízos junto aos moradores. A chuva atípica contabilizou 100 mm em duas horas, volume difícil de ser absorvido pelo sistema de drenagem devido ao grande escoamento.

“Tivemos situações pontuais em oito bairros, sendo seis da região Leste e dois da região Norte. Nem todos os moradores afetados precisaram de ajuda, a maioria não teve perdas. A água entrou, mas em pouco volume. No bairro Pedregal, foram três casas que precisaram de ajuda humanitária. Elas estão localizadas em área baixa e acabam recebendo a água que desce pela frente e pelos fundos, vindas da Rua Rosário Oeste e do Córrego do Barbado”, explicou o coronel da Defesa Civil de Cuiabá, Alessandro Borges.

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No bairro Carumbé, uma kitnet teve perdas e recebeu ajuda. No Areão, foram três casas alagadas, mas apenas uma delas teve perda de móveis e mantimentos e também recebeu auxílio.

No São Mateus, o córrego transbordou, mas não houve alagamento de residências.

O coronel Alessandro ressaltou que as ações implementadas pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e da Limpurb, como a limpeza de bueiros e o desassoreamento do córrego, contribuíram para reduzir os impactos das fortes chuvas, considerando que, no ano passado, cerca de 80 famílias foram atingidas.

Karla Patrícia mora com a filha em uma das casas atingidas no bairro Pedregal. Ela relata que o problema se repete há muitos anos. “É uma casa de herança, já tentei vender, mas quem vai comprar nessas condições”, pontuou.

Desempregada, Karla vive da venda de bolos que produz e foi uma das moradoras que receberam ajuda da Prefeitura.

“Quero agradecer toda a equipe. Estava tão triste que, no momento, não lembrei de agradecer. Sou grata pela vida de vocês e por olharem por nós. Muito obrigado e que Deus retribua em dobro o que fazem por nós”, agradeceu Kelly, outra moradora do Pedregal.

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A secretária de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência de Cuiabá, Hélida Vilela de Oliveira, e sua equipe participaram das entregas.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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