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Carnaval de rua movimenta Cuiabá com festa na Praça da Mandioca e na Avenida Mato Grosso

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Os eventos carnavalescos voltaram a reunir moradores e visitantes em diferentes pontos de Cuiabá neste fim de semana, com destaque para a programação na Praça da Mandioca e os blocos na Avenida Mato Grosso. A festa reuniu jovens, famílias e trabalhadores em um ambiente marcado pela diversidade cultural e pelo clima de confraternização.

Na Avenida Mato Grosso, foliões acompanharam blocos tradicionais e novas iniciativas carnavalescas que levaram música, dança e lazer ao espaço público. Já na Praça da Mandioca, a movimentação foi intensa ao longo da noite, consolidando o local como um dos principais pontos de encontro do Carnaval cuiabano.

Entre os participantes, o sentimento predominante foi de alegria e oportunidade de lazer acessível. O auxiliar de cozinha Mateus Mamoré destacou que a festa representa também a chance de ocupar a cidade de forma diferente. “Sem isso, muita gente fica só no trajeto casa-trabalho. Assim dá para sair, participar, viver a cidade”, afirmou.

Para Helenice Teixeira, moradora do bairro Alvorada, o Carnaval deste ano permitiu a participação de mais famílias. “Tem gente que quer vir, mas não tem como pagar passagem para todo mundo. Essa iniciativa facilita muito”, disse.

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Emanuel Valdemar Barbosa Filho, morador do CPA, contou que aproveitou a programação ao lado da esposa. “A gente trabalha a semana inteira. Qualquer ajuda é bem-vinda”, comentou.

Além do aspecto cultural e de lazer, a realização dos eventos também contribuiu para a movimentação econômica de ambulantes e comerciantes nas regiões da Praça da Mandioca e da Avenida Mato Grosso, impulsionando a economia local durante o período festivo.

No fim de semana de Carnaval, a Prefeitura de Cuiabá manteve presença ativa na organização dos eventos, com atuação das equipes de mobilidade urbana, reforço na orientação do trânsito e gratuidade no transporte coletivo para facilitar o deslocamento da população. Paralelamente, a Secretaria Municipal de Saúde realizou ações da campanha “Bora Combinar?”, com orientações preventivas e distribuição de insumos de saúde, fortalecendo o cuidado com a população durante a programação carnavalesca.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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